SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em:
Linhas ARTESP atualizadas em tempo real • EA e AG por horário fixo • Ocorrências no @DiariodaCPTM

Regiões próximas às futuras estações da CPTM têm mais de 4 donos


Comerciantes de duas cidades da Grande São Paulo estão sendo despejados de suas lojas pela Companhia de Trens Metropolitanos (CPTM) - que se diz dona dos imóveis. Eles serão usados na ampliação de estações.

Há dezenove anos, uma casa de produtos nordestinos funciona na principal rua comercial de Francisco Morato, na Grande São Paulo. O dono paga regularmente o IPTU e mostra os alvarás em dia. Mesmo assim, terá de deixar o local. A CPTM entrou na justiça e conseguiu a reintegração de posse. A estatal alega ser dona de um lado da rua, no centro da cidade.

Além da CPTM, a União também alega ser a dona das lojas. Vários comerciantes receberam esta notificação do Ministério do Planejamento, que se diz responsável pela gestão dos entornos das ferrovias.

E por falar em outro dono, um empresário também alega ter a posse das terras desde 1922, quando foram registradas em nome da fazenda Belém. Ele também se sente lesado pela CPTM.

Com a entrada da União nesta disputa, milhares de imóveis, às margens das ferrovias, passam a ter pelo menos quatro donos diferentes. E o governo federal quer mais, reivindica a posse de 52 mil imóveis.

Em todo o país, seriam afetadas milhares de pessoas que vivem e trabalham ao lado das ferrovias. Ruas comerciais inteiras podem desaparecer, deixando um rastro de desemprego. Eband

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