SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
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4h–0h
Safira
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4h–0h
Jade
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4h–0h
Diamante
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9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
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1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
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4h40–0h
Verde
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Vermelha
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Amarela
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4h40–0h
Lilás
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4h40–0h
Prata
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Em Construção
Laranja
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Em Construção
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Aeromovel GRU
Fora de Operação
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Expresso Aeroporto
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Geografia define Campinas como rota do TAV, diz historiador

Estação Campinas SP / Foto: Ricardo Guimarães

Sem o trem de alta velocidade, cidade vive saudosismo com Maria Fumaça

Não é a primeira vez que Campinas está na rota da malha ferroriária, desta vez com o badalado Trem de Alta-Velocidade (TAV). No início do século XIX, a história da cidade com o trem começou como uma forma de transportar o café, que era produzido aqui. Hoje, apesar da indefinições, Campinas faz parte do trajeto do trem-bala, que deve ligar São Paulo ao Rio de Janeiro. Os trilhos do trem veloz, a princípio, foram projetados para ajudar no deslocamento de torcedores durante a Copa do Mundo de 2014, até a capital carioca.
Para o historiador Antonio Henrique Felice Anunziata, não é uma coincidência que Campinas mais uma vez esteja na rota do futuro. "Campinas é a porta do interior. A cidade está bem localizada e plana, o que facilita um traçado de ferrovia, pois o litoral paulistano, que poderia ser uma opção, é desnivelado. Com a chegada do TAV, Campinas sofreria mudanças importantes na economia e na própria dinâmica social, exatamente como aconteceu no século XIX", explica Anunziata.
Mas além dos negócios previstos com o moderno trem, a malha ferroviária da cidade já movimenta o turismo, com o que restou da época em que este tipo de transporte era uma das, senão a principal opção dos campineiros  
Turismo
Os trilhos que sobraram da Companhia Mogiana, que passava por Campinas, servem atualmente de leito para a Maria Fumaça, que faz passeios turísticos entre Campinas e Jaguariúna. No trajeto, é possível conhecer parte da história da cidade, que foi uma grande produtora de café, e as fazendas que mantêm o cultivo e recordações deste período.
Há cerca de dois anos, a Prefeitura de Campinas estuda ampliação desse passeio turístico de forma que os trilhos chegassem ao Parque do Taquaral.
Enquanto isso não acontece, o EP Campinas sugere outros passeios pela cidade, além da Maria Fumaça. A Lagoa do Taquaral é um espaço com área verde e perfeito para caminhadas e passeios de bicicleta. No local, é possível fazer passeios de pedalinho e de bondinho.
Quem prefere a programação cultural, pode aproveitar peças e apresentações musicais no Centro de Convivência, no bairro Cambuí. Na torre do castelo, no bairro com o mesmo nome, é possível ter uma "visão panorâmica da cidade", já que é um dos pontos mais altos. Nos distritos de Sousas e Joaquim Egídio, muito verde e lugares tranquilos são um convite para quem não abre mão de um pouco de tranquilidade, principalmente nos fins de semana.
Fonte: EPTV

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