SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em:
Linhas ARTESP atualizadas em tempo real • EA e AG por horário fixo • Ocorrências no @DiariodaCPTM

Sindicato faz alerta sobre risco de acidentes com trens na região

Compartilhamento dos trilhos entre trens de carga e da CPTM é apontado como um dos problemas
São grandes as possibilidades de ocorrerem nas linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) no Alto Tietê acidentes como o registrado anteontem envolvendo duas composições da Linha 7-Rubi, que bateram de frente na Estação Palmeiras-Barra Funda, zona oeste de São Paulo, deixando mais de 40 passageiros feridos. 

O alerta foi feito pelo Sindicato dos Ferroviários da Central do Brasil, que atua nas linhas Safira e Coral, que atendem 200 mil pessoas por dia na região."O fato de trechos da via férrea serem compartilhados entre as composições da CPTM e as de carga da MRS Logística acentua ainda mais o risco de acidentes, pois, na maioria das vezes, os trens de carga circulam com excesso de peso, o que pode comprometer a via", destacou Marcio Machado da Silva, um dos diretores do sindicato.

"Em uma escala de um a dez, avaliamos que o risco de acidentes envolvendo composições da CPTM alcança o número oito. Reconhecemos que a companhia tem feito importantes investimentos em sinalização e em segurança, mas ainda falta muita coisa para zerar os riscos de acidentes.

Silva apontou a descontinuidade de projetos como um dos principais problemas. "Cada novo governo quer desenvolver um projeto diferente e isso impede a evolução contínua de ações e mecanismos de segurança. 

Para ele, é preciso que haja também investimentos em modernização da central de operações, responsável por monitorar a circulação dos trens, em sinalização, manutenção e qualificação dos técnicos responsáveis pelas oficinas.

Outro lado

Sobre o acidente ocorrido esta semana, a CPTM acrescentou que o sistema de segurança ATC (Automatic Train Control), utilizado na maioria das malhas ferroviárias no mundo, é seguro.

"A CPTM está modernizando todo o sistema, abrangendo sinalização, rede aérea, energia e via permanente, com o objetivo de reduzir os intervalos e aumentar a capacidade das seis linhas".

A MRS não se manifestou sobre o assunto até o fechamento desta edição.

Fonte: Mogi News 

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