SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Estudo analisa trem de passageiros em Campinas

A Prefeitura de Campinas contratará um estudo de viabilidade para um sistema de transportes sobre trilhos para passageiros entre o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), e a região central da cidade. O secretário municipal de Administração, Silvio Bernardin, afirma que o governo federal já aprovou a verba de R$ 1,5 milhão para a contratação da empresa que fará a avaliação das possibilidades. "O estudo, que está em fase final de contratação, vai nos indicar as rotas possíveis na cidade e se será possível usar parte da estrutura do extinto VLT [Veículo Leve sobre Trilhos]", detalha.

O secretário afirma que a expectativa é ter o resultado do estudo de viabilidade até o fim deste ano, mas até lá não será possível mensurar valores da construção e definir a malha férrea para esse tipo de transporte, além de qual tipo de equipamento poderia ser usado. Em nota, a Prefeitura informou que já encaminhou para a Caixa Econômica Federal a documentação para a liberação da verba e aguarda o retorno do processo. Somente após a liberação da Caixa o processo licitatório para a contratação da empresa será aberto.

A concessionária que administra o Aeroporto Internacional de Viracopos afirmou que realizou algumas reuniões sobre a possibilidade de interligação do novo terminal até a região central da cidade. No projeto de expansão, está prevista uma estação para parada de trens próxima à área de circulação de passageiros, dentro do sítio aeroportuário, mas o detalhamento depende do estudo de viabilidade que for contratado, segundo a empresa.

Alternativas

O projeto tem como objetivo buscar alternativas para o transporte público de massa na cidade, que atualmente conta apenas com sistema de ônibus municipal e intermunicipal. O governo paulista também tem projeto do trem intercidades para o transporte de média velocidade entre a capital, litoral e interior paulista. O edital para a proposta, que será financiada pela iniciativa privada em modelo de Parceria Pública Privada (PPP), deve ser lançado em 2014, ainda sem data definida.

A proposta ainda não foi detalhada, a ideia é utilizar a área férrea já existente no eixo norte-sul, interligando Americana (SP) até Santos (SP), e no eixo leste-oeste, entre Sorocaba (SP) e Taubaté (SP). A primeira etapa de obras com 430 quilômetros de extensão teria início por Campinas, segundo o governador Geraldo Alckmin (PSDB), e na região passaria ainda por Americana, Nova Odessa (SP), Sumaré (SP), Hortolândia (SP), Valinhos (SP) e Vinhedo (SP), além de Jundiaí (SP) e São Paulo (SP).

Outra opção para o transporte coletivo da cidade são os corredores de ônibus do BRT (sigla de ônibus rápido, em inglês), que estão em fase final de projeto pela terceirizada contratada pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec). O projeto básico do BRT, segundo a Emdec, está concluído e em cerca de 30 dias será aberta fase licitatória para a parte executiva e obras. Uma das ideias é usar a antiga rota do VLT para o percurso.

Transporte de cargas

Em janeiro deste ano, a concessionária fez alterações no plano de ampliação e "agrupou" os três terminais de passageiros previstos para serem construídos no período de 30 anos. A mudança foi feita com base na possibilidade de desviar o traçado de uma linha férrea que passa dentro do sítio aeroportuário. No primeiro plano de ampliação aprovado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a concessionária não previa a obra e, por conta disso, os terminais de passageiros ficariam "espalhados" na área do aeroporto.

Fonte: G1 Campinas e Região

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