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Sindicato diz que se não houver readmissão greve recomeça na quinta

Sindicalista rebate Alckmin e afirma que interesse político é do governador: 'Se ele quer que façamos a greve para prejudicar o governo federal, não estamos interessados nisso'

De acordo com representantes do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, se não houver a readmissão de todos os demitidos pelo governo durante a greve de cinco dias da categoria, a possibilidade do movimento retomar a paralisação nesta quinta-feira (12) é muito grande.

Após a dispensa de 42 pessoas, ontem (9), os trabalhadores decidiram suspender a greve. Amanhã, nova assembleia da categoria vai definir os rumos do movimento.

“Se não reintegrar os demitidos, os metroviários estarão em greve a partir do dia 12 até que se reintegre todos eles”, afirma o secretário-geral do sindicato, Alex Adriano Alcazar Fernandes, em entrevista à Rádio Brasil Atual.

O sindicato foi acusado pelo governo de mobilizar a greve por "motivação política". No entanto, para Fernandes o interesse político é do governador Geraldo Alckmin (PSDB). “Se ele quer que façamos a greve para prejudicar o governo federal, não estamos interessados nisso. O que nós vamos fazer é um movimento onde o acordo coletivo da categoria seja concluído.”

Além disso, Fernandes aponta que o acordo com Alckmin não foi concluído e o sindicato se dispôs a acatar o julgamento do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que considerou abusiva a greve dos trabalhadores, com a condição de que as demissões fossem suspensas. “A campanha salarial não se encerrou. A pauta de reivindicações dos trabalhadores não foi atendida.”

A direção do Metrô aceitou as readmissões, mas o governo do estado barrou a decisão e não flexibilizou as negociações com os trabalhadores, durante reunião para tentativa de conciliação ontem, na Superintendência Regional do Trabalho. “Se você tem trabalhador demitido, pai e mãe de família, com emprego em risco, vira jogo. O governo foi taticamente cruel. O que ele fez? No meio de uma greve, demite para poder ganhar o acordo coletivo”, enfatiza o secretário-geral do sindicato.


Fonte: Rede Brasil Atual

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