SITUAÇÕES DAS LINHAS
6 Linha 6-Laranja
Estações (Fase Inicial):
João Paulo I • Freguesia do Ó • Santa Marina • Água Branca • Sesc-Pompeia • Perdizes
Horário: Segunda a sexta, exceto feriados, 10h às 15h
Laranja
Fora de Operação
17 Linha 17-Ouro
Horário: Segunda a sexta, 9h às 16h
Ouro
Fora de Operação
AG Aeromovel GRU
Horário: Todos os dias, 17h às 23h59
Aeromovel GRU
Fora de Operação
7 Linha 7-Rubi
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Rubi
Operando
10 Linha 10-Turquesa
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Turquesa
Operando
11 Linha 11-Coral
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Coral
Operando
12 Linha 12-Safira
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Safira
Operando
13 Linha 13-Jade
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Jade
Operando
8 Linha 8-Diamante
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Diamante
Operando
9 Linha 9-Esmeralda
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Esmeralda
Operando
1 Linha 1-Azul
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Azul
Operando
2 Linha 2-Verde
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Verde
Operando
3 Linha 3-Vermelha
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Vermelha
Operando
4 Linha 4-Amarela
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Amarela
Operando
5 Linha 5-Lilás
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Lilás
Operando
15 Linha 15-Prata
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Prata
Operando
EA Expresso Aeroporto
Horário: 5h à meia-noite
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em: 28/08/2025, 06:47:00
Ocorrências são postadas e atualizadas no perfil do Diário no X.
Mostrando postagens com marcador fifa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fifa. Mostrar todas as postagens

Sindicato diz que se não houver readmissão greve recomeça na quinta

Sindicalista rebate Alckmin e afirma que interesse político é do governador: 'Se ele quer que façamos a greve para prejudicar o governo federal, não estamos interessados nisso'

De acordo com representantes do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, se não houver a readmissão de todos os demitidos pelo governo durante a greve de cinco dias da categoria, a possibilidade do movimento retomar a paralisação nesta quinta-feira (12) é muito grande.

Após a dispensa de 42 pessoas, ontem (9), os trabalhadores decidiram suspender a greve. Amanhã, nova assembleia da categoria vai definir os rumos do movimento.

“Se não reintegrar os demitidos, os metroviários estarão em greve a partir do dia 12 até que se reintegre todos eles”, afirma o secretário-geral do sindicato, Alex Adriano Alcazar Fernandes, em entrevista à Rádio Brasil Atual.

O sindicato foi acusado pelo governo de mobilizar a greve por "motivação política". No entanto, para Fernandes o interesse político é do governador Geraldo Alckmin (PSDB). “Se ele quer que façamos a greve para prejudicar o governo federal, não estamos interessados nisso. O que nós vamos fazer é um movimento onde o acordo coletivo da categoria seja concluído.”

Além disso, Fernandes aponta que o acordo com Alckmin não foi concluído e o sindicato se dispôs a acatar o julgamento do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que considerou abusiva a greve dos trabalhadores, com a condição de que as demissões fossem suspensas. “A campanha salarial não se encerrou. A pauta de reivindicações dos trabalhadores não foi atendida.”

A direção do Metrô aceitou as readmissões, mas o governo do estado barrou a decisão e não flexibilizou as negociações com os trabalhadores, durante reunião para tentativa de conciliação ontem, na Superintendência Regional do Trabalho. “Se você tem trabalhador demitido, pai e mãe de família, com emprego em risco, vira jogo. O governo foi taticamente cruel. O que ele fez? No meio de uma greve, demite para poder ganhar o acordo coletivo”, enfatiza o secretário-geral do sindicato.


Fonte: Rede Brasil Atual

"Estou desolado", diz operador de trens demitido

O jovem acredita que as demissões foram parte de uma estratégia para acabar com a greve sem negociação

A manhã começou mal para Thiago (nome fictício). Pouco depois do anúncio do governo estadual de que haveria demissões caso a greve dos metroviários não cessasse, o jovem de 26 anos recebeu uma ligação de seu pai.

O telegrama do Metrô deu o anúncio de sua demissão. Embora já previsse que o documento chegaria, hora ou outra, Thiago não conseguiu disfarçar o estado desolado em que se encontrou com a notícia. Afinal, há seis anos ele dá expediente no ambiente subterrâneo do Metrô, ofício que considera parte de sua vida.

O texto padronizado é sucinto: "Informamos o seu desligamento da Companhia por justa causa a partir de 9/6/2014", seguido pela base legal e orientações sobre o direito de contestar a demissão. Em seis linhas, Thiago deixou de ser funcionário da empresa.

"É um abalo muito grande. Estou sendo demitido por lutar pelas condições de trabalho para todo mundo", disse ao "Estado" por telefone. Thiago acompanhou as declarações do governo durante toda a segunda-feira, pela mídia, e imaginou que estaria entre os 60 anunciados, já que esteve em todos os piquetes organizados até então, parte da estratégia dos grevistas para aumentar a adesão à paralisação.

"Quem quer mudar as coisas, que estava indo nos piquetes, organizando greves, melhorando as condições, é que acabou prejudicado", lamentou. "Eu me senti um pouco perdido, sem chão". Thiago diz que não se vê mais fora da empresa. "Depois de tanto tempo, sua vida já está moldada, sua identidade é adaptada a ser trabalhador do metrô. Sua rotina. Faz parte da sua vida", contou. É o segundo emprego do rapaz, que só trabalhou anteriormente em uma loja de roupas, por menos de um ano.

O operador de trens, como se identifica, não tem outra opção de emprego, mas minimiza o problema ao esclarecer que não tem família para sustentar. "Eu não sustento família, de todos os fatores, este não é o atenuante. Mas mesmo assim você fica sem saber o que fazer", disse. Thiago ainda aguarda reversão do quadro com o governo.

Ele acredita que as demissões foram parte de uma estratégia para acabar com a greve sem negociação. "Primeiro eles tinham ameaçado todos os operadores de trem. Em seguida, mandaram 60 demissões e, pouco tempo depois, informaram que todas as pessoas que não voltassem a trabalhar correriam o risco de serem demitidas. Embora nós saibamos que o governo não demitiria todo mundo próximo da Copa, ficamos com medo", relatou.

Insegurança à população. "O Metrô quer passar a imagem de uma greve fraca, que não tem adesão. Mas quem está na cidade sabe o caos no trânsito. Há uma quantidade ínfima de usuários nas estações", disse. Segundo Thiago, os supervisores que passaram a operar os trens não receberam treinamento adequado e a população ficou em risco. O operador afirmou que, em duas ocasiões, supervisores abriram as portas enquanto o trem estava em movimento. "Qualquer trinca no trilho pode resultar em um problema muito grave e não há gente habilitada para operar o sistema. Eu fico revoltado que o Metrô tente jogar a população contra a gente falando besteira", contou.
Piquetes.

A principal estratégia dos grevistas ao formarem piquetes, segundo Thiago, era a de convencer os supervisores. Segundo o operador, estes funcionários estão mais facilmente sujeitos às demissões, por isso temiam aderir à greve e mantiveram o trabalho. "Eles recebem um treinamento muito básico, mas todos se sentem inseguros para operar trem. Isso exige um tempo grande, são vários problemas. O dia a dia do operador não é simples, tem muito macete", explicou. Ele ainda relatou que muitos acabaram se convencendo, mas as ameaças eram muito "contundentes".

Conflitos. Segundo o operador, a Polícia Militar agiu com violência. "É sempre do mesmo jeito. Eles chegam em poucos, avaliam que não podem fazer muita coisa. Ficam só conversando. Até que vem ordem de cima, chamam a Tropa de Choque para entrar na estação e tirar a gente. Vieram por todos os cantos atacando bombas e chegaram na porrada", contou. "Não há muito diálogo", disse.

Em nota , o Metrô afirmou que a greve dos metroviários "foi julgada abusiva por unanimidade na Justiça do Trabalho após amplo processo de negociação". Já a Secretaria de Segurança Pública respondeu, por sua assessoria, que "são inverídicas as acusações" de Thiago, que "se esconde no anonimato com o objetivo de denegrir a imagem da Polícia Militar". Segundo a corporação, "a força foi usada somente após terem falhado as tentativas de diálogo com os grevistas".

O ESTADO DE SÃO PAULO

Contas de sindicatos são bloqueadas para garantir multa da greve do Metrô

TRT bloqueou R$ 3 milhões dos metroviários e R$ 400 mil dos engenheiros.
Greve dos metroviários durou cinco dias em São Paulo.

O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo conseguiu bloquear na segunda-feira (9) as contas bancárias dos dois sindicatos envolvidos na greve do Metrô, que durou cinco dias e deixou milhões de pessoas sem transporte na cidade. A greve foi considerada abusiva.

O Sindicato dos Metroviários teve R$ 3 milhões bloqueados, enquanto o Sindicato dos Engenheiros não poderá movimentar R$ 400 mil. Os valores, segundo o TRT, garantirão o pagamento da multa de R$ 100 mil por dia de greve, nos quatro primeiros dias, e mais R$ 500 mil do quinto dia. A multa aumentou após aviso do desembargador Rafael Pugliese de que, caso a greve continuasse após ser considerada ilegal, aumentaria para R$ 500 mil.

O valor total da multa, segundo informou o TRT por meio de sua assessoria de imprensa, deve ser paga em "responsabilidade solidária". Ou seja, engenheiros e metroviários devem decidir o quanto cada sindicato deve pagar. Os engenheiros voltaram ao trabalho na segunda-feira, devendo pagar apenas valor referente aos quatro primeiros dias.

No início da tarde, o TRT informou que pediu uma readequação do valor bloqueado do Sindicato dos Metroviários de R$ 3 milhões para R$ 900 mil, depois da decisão de voltar ao trabalho na noite de segunda-feira. O valor total da multa, porém, só será conhecido no momento da execução.

O valor de R$ 3 milhões, acima do total da multa, foi solicitado para garantir o pagamento caso a greve continuasse. Como os engenheiros voltaram imediatamente após a decisão judicial, o valor bloqueado fica mantido.

O G1 procurou os sindicatos para comentarem a decisão mas não obteve sucesso. No dos metroviários, não havia ninguém presente para dar as informações até as 11h. Os engenheiros ainda não haviam posicionamento até o mesmo horário.

G1

Passageiros comemoram suspensão de greve e funcionamento do Metrô

Paralisação foi suspensa na noite de segunda-feira (9).
Usuários relatam transtornos enfrentados durante os dias sem Metrô.

Após cinco dias de sufoco com a paralisação da greve dos metroviários de São Paulo, o paulistano voltou a respirar aliviado na manhã desta terça-feira (10) depois da suspensão da greve. As 65 estações das 5 linhas da capital funcionavam normalmente nesta manhã

O governo do estado demitiu 42 funcionários por justa causa. O sindicato da categoria quer a readmissão dos profissionais e ameaça parar novamente na quinta-feira (12), data da abertura da Copa do Mundo.

A estudante de odontologia Vanessa, que faltava nas aulas da faculdade desde quinta-feira (5), dia do início da greve, conta que perdeu duas provas por não ter como se locomover até a Praça da Árvore, na Zona Sul. Nesta manhã de segunda, ela conseguia tomar seu café tranquilamente na porta da estação Tucuruvi, da Linha 1-Azul, na Zona Norte. “São Paulo é uma cidade muito grande, então depende do Metrô.

Sem Metrô, os ônibus ficam lotados e cidade com muito trânsito”. Filha de metroviário, ela também foi prejudicada com a paralisação e disse que o funcionamento do meio de transporte é fundamental.
Morador de Francisco Morato, na Grande São Paulo, o segurança Janiel Peixoto, de 23 anos, sai de casa todos os dias às 4h e leva cerca de 2 horas e 30 minutos durante o trajeto para ir até o serviço no Bosque Maia, bairro de Guarulhos, outro município da região metropolitana.

“Eu vinha até a Estação da Luz, mas não conseguia prosseguir. Gastei dinheiro e paciência. Acordar cedo e depois voltar para casa, preferia ter ido trabalhar. É um alívio ter como chegar aos serviço”, reclama o usuário do Metrô.

Diferentemente do discurso do Sindicato dos Metroviários, que afirmou ter apoio da população no movimento por reajuste salarial, os passageiros não demonstraram tanta compreensão com a greve.

O deficiente físico Rubens Ferreira, de 53 anos, levou mais que o dobro do tempo para fazer o mesmo trajeto do Jabaquara à Santana, que costuma fazer em 45 minutos nos dias de greve. Ele só conseguiu ir trabalhar, pois pegava o ônibus no ponto final e conseguia sentar. “Eu não posso ficar muito sentado que é ruim”, disse ele, que considera a greve injusta “Eles não ganham mal, isso só prejudica a população.”

Vindo de Osasco, na Grande São Paulo, o técnico de som Sérgio Simonato, de 57 anos, só conseguiu chegar até Mairiporã porque contou com transporte da própria empresa. Acostumado a levar mais de 2 horas para chegar ao trabalho, ele conta que gastou o dobro do tempo para se locomover. “Peguei muito trânsito”, reclama ele, que não concordou com a paralisação. “Quem não quiser trabalhar, não venha, só não pode prejudicar os outros.”

A greve dos metroviários também afetou a rotina dos comerciantes que ficam próximo das estações. A gerente de uma lanchonete do Shopping Metrô Tucuruvi, que possui conexão com a estação, diz que as vendas caíram e a loja teve prejuízo. “Como aqui é acesso para pegar ônibus, as pessoas não entravam no shopping só para tomar um café e comprar um pão de queijo”, disse Erica Oliveira de 22 anos, que conta que as vendas caíram para menos de um quarto do total vendido nesse período.

G1

Metrô vai funcionar no dia da abertura da Copa, afirma Geraldo Alckmin

Paralisação seria 'um enorme de um oportunismo', disse o governador.
Greve foi suspensa na segunda (9); haverá nova assembleia na quarta (11).

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou na manhã desta terça-feira (10) que o Metrô vai funcionar nesta quinta-feira (12), dia do jogo de abertura da Copa do Mundo no Brasil, na Arena Corinthians. Segundo Alckmin, uma nova manifestação seria "oportunismo" dos metroviários.

"Nós teremos tanto o Metrô quanto a CPTM. É difícil você ter no mundo um estádio que tenha na porta uma linha do Metrô, que é a Linha 3-Vermelha, e uma Linha de trem, que é a Linha 11-Coral da CPTM. E entregamos todas as obras antes da abertura", disse o governador, ao ser questionado se haveria um plano B caso ocorra uma nova paralisação.

O estádio do Corinthians fica ao lado das estações Arthur Alvim e Corinthians-Itaquera do Metrô e da CPTM.

De acordo com o governador, não existe mais nenhuma discussão com a categoria dos metroviários, já que o dissídio dos profissionais foi definido em decisão judicial. "Eu espero que não pare [o Metrô]. Não tem nenhum sentido. Seria um enorme de um oportunismo fazer greve exatamente no dia da abertura da Copa. Aliás, temos duas decisões judiciais falando da abusividade da greve. Já teve o dissídio e o índice já está definido, muito superior à inflação, com ganhos reais", afirmou Alckmin.

Funcionamento

Após cinco dias de sufoco com a paralisação da greve dos metroviários de São Paulo, o paulistano voltou a respirar aliviado na manhã desta terça, após a suspensão da greve. As 65 estações das cinco linhas da capital funcionavam normalmente. O governo do estado demitiu 42 funcionários por justa causa. O sindicato da categoria quer a readmissão dos profissionais e ameaça parar novamente nesta quinta, data da abertura da Copa do Mundo.

A estudante de odontologia Vanessa, que faltava nas aulas da faculdade desde quinta-feira (5), dia do início da greve, conta que perdeu duas provas por não ter como se locomover até a Praça da Árvore, na Zona Sul. Na manhã de segunda, ela conseguia tomar seu café tranquilamente na porta da estação Tucuruvi, da Linha 1-Azul, na Zona Norte. "São Paulo é uma cidade muito grande, então depende do Metrô. Sem Metrô, os ônibus ficam lotados e a cidade, com muito trânsito." Filha de metroviário, ela também foi prejudicada com a paralisação e disse que o funcionamento desse meio de transporte é fundamental.

Morador de Francisco Morato, na Grande São Paulo, o segurança Janiel Peixoto, de 23 anos, sai de casa todos os dias às 4h e leva cerca de 2h30 no trajeto para ir até o serviço, no Bosque Maia, bairro de Guarulhos, na Região Metropolitana. "Eu vinha até a estação da Luz, mas não conseguia prosseguir. Gastei dinheiro e paciência. [Para] Acordar cedo e depois voltar para casa, preferia ter ido trabalhar. É um alívio ter como chegar aos serviço", afirmou o usuário do Metrô.

Diferentemente do discurso do Sindicato dos Metroviários, que disse ter o apoio da população no movimento por reajuste salarial, os passageiros não demonstraram tanta compreensão com a greve.

O deficiente físico Rubens Ferreira, de 53 anos, levou mais que o dobro do tempo para fazer o mesmo trajeto do Jabaquara até Santana, o que costuma ser feito em 45 minutos nos dias de greve. Ele só conseguiu ir trabalhar, pois pegava o ônibus no ponto final e conseguia sentar. "Eu não posso ficar muito sentado, que é ruim", revelou o usuário, que considera a greve injusta. "Eles não ganham mal, isso só prejudica a população."

G1

CPTM: Mais 4 executivos de empresas espanholas são acusados de fraude

O Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) ofereceu denúncia contra quatro executivos da empresa espanhola CAF por conluio e fraudes à licitação da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) para reforma de composições. A acusação foi oferecida como aditamento à denúncia já encaminhada à Justiça em março.

Chega a 34 o número de executivos de multinacionais acusados de formação de cartel em contratos do Metrô e da CPTM entre 1998 a 2008, período que compreende as gestões dos governadores tucanos Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra.

Os novos acusados foram identificados depois de análise de documentos do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O Grupo de Repressão a Delitos Econômicos (Gedec) já havia denunciado 10 executivos por cartel nesse mesmo contrato. Dois da Alstom, dois da Daimler Chrysler Rail Systems (Brasil) Ltda/Bombardier, dois da Temoinsa, um da Mitsui, um da T’Trans, um da Tejofran, e outro da própria CAF.

Em março, a promotoria ofereceu à Justiça cinco denúncias  contra cinco cartéis. Uma delas foi distribuída à 28ª Vara Criminal de São Paulo, mesmo juízo que vai analisar o complemento acusatório encaminhado pelo MP-SP.

Leia mais em: http://www.valor.com.br/politica/3578672/cptm-mais-4-executivos-de-empresas-espanholas-sao-acusados-de-fraude#ixzz34FG8YBoK

Metrô de SP volta a funcionar normalmente após suspensão da greve

O metrô iniciou suas operações normalmente na manhã de hoje (10) na capital paulista. Com a suspensão da greve dos metroviários, que durou cinco dias, as 65 estações foram abertas e as cinco linhas da cidade funcionam em toda a extensão. Com isso, o rodízio municipal de veículos voltou a vigorar, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Os metroviários decidiram ontem (9) suspender a paralisação por dois dias e marcaram nova assembleia para quarta-feira (11), véspera da abertura da Copa do Mundo. A categoria reivindica, entre outras coisas, a readmissão de 42 trabalhadores demitidos.

O protesto da categoria realizado ontem teve confronto com a Tropa de Choque, que lançou bombas de gás e balas de borracha. Os manifestantes também fizeram barricadas e queimaram lixo em frente à estação. A polícia deteve 13 grevistas dentro da Estação Ana Rosa, que posteriormente foram levados para o 36° Distrito Policial – Vila Mariana. Essas pessoas assinaram um termo circunstanciado e responderão por interrupção de serviço de interesse coletivo.

No último domingo (8), uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo determinou o fim da greve e multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento. A paralisação do metrô foi considerada abusiva pelo TRT. O sindicato informou que vai recorrer da decisão.

Agência Brasil.

TRT julga abusiva a greve do Metrô de São Paulo

Por unanimidade, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) julgou abusiva a greve dos metroviários de São Paulo, que já dura quatro dias. A Corte manteve as multas diárias de R$ 100 mil aplicadas aos sindicatos. Se os trabalhadores decidirem pela continuidade da greve mesmo após o julgamento do dissídio, a multa passará a ser de R$ 500 mil por dia.

"Das 0h do dia 5 até aqui, nós vamos computar 100 mil por dia de multa, pode ser considerada por fração. Depois do julgamento, as partes estão cientes, nós vamos computar 500 mil por dia", afirmou o desembargador Rafael Pugliese.

Ficou definido ainda que não haverá estabilidade de emprego para os grevistas e que os dias parados serão descontados. "A greve realizada de forma irregular não pode ser fundamento do pagamento de um trabalho que não existiu", disse Pugliese, que exige o fim imediato da paralisação.

O tribunal interferiu na pauta de reivindicações salariais e ratificou a proposta feita pelo Metrô. "Defiro o índice de 8,7% dos salários de 30 de abril de 2014 oferecido pelo Metrô", disse o desembargador
Segundo ele, é preciso considerar a "boa fé e capacidade financeira" de pagamento do Metrô. Os metroviários pedem aumento de 12,2%.

Após consenso entre as partes, o piso salarial será de R$ 1.606,69, menor valor pago hoje pela Companhia. O plano de carreira será discutido daqui a seis meses.

"O resultado do tribunal obviamente não agradou a categoria metroviária. Esse reajuste é inferior ao que o próprio núcleo do tribunal tinha proposto, isso significa que o TRT cedeu à proposta do Metrô, que é inferior", disse o presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino Melo dos Prazeres.

Em nota, o Metrô declarou que respeita a decisão TRT e que cumprirá as determinações da Justiça. "A Companhia aguarda o retorno imediato dos empregados ao trabalho para que o sistema volte a operar integralmente. Os excessos apurados durante a greve serão tratados em conformidade com os instrumentos internos e a legislação trabalhista", afirma o texto.

Estações fechadas

Neste domingo (8), a cidade de São Paulo amanheceu com 4 linhas do Metrô funcionando parcialmente, com algumas estações fechadas. Por volta das 12h30, a linha 1-Azul operava no trecho Ana Rosa e Luz; a linha 2-Verde entre Ana Rosa e Vila Madalena; e a linha 3-Vermelha entre Bresser-Mooca e Marechal Deodoro.

A linha 4-Amarela, que operou normalmente neste sábado (7), está com interdições no trecho entre as estações Paulista e Faria Lima por causa da execução de obras nas futuras estações Fradique Coutinho e Oscar Freire.

Nesse trecho, está implantada a operação Paese (Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência), que coloca ônibus à disposição dos passageiros.

A linha 5-Lilás funciona normalmente desde as 4h45.

Inicialmente, os metroviários pediram 35,47% de aumento, passando para 16,5%. Na quinta-feira (5), durante audiência no TRT, o valor diminuiu para 12,2%. Nesta segunda reunião, eles mostraram intenção de reduzir o valor, mas afirmam que não vão abrir mão dos benefícios e da mudança no valor da PLR.
O governo chegou a propor 8,8% de aumento, mas depois declinou da oferta, e manteve o valor de 8,7% de reajuste nesta sexta-feira (6). Os metroviários seguiram com pedido de aumento de 12,2%. "Não recebemos proposta nova do governo. Sinceramente, isso é birra do governador [Geraldo Alckmin]. Acho que é hora do governador ser governador de verdade e negociar", disse o presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino Melo dos Prazeres.

Negociações

Diante da postura dos representantes da companhia, Prazeres disse que não abriria mão do aumento de dois dígitos, participação nos lucros e resultados (PLR) igualitária, periculosidade para uma parte dos funcionários e catraca livre, como proposto na quinta-feira, na audiência de conciliação.

“A gente quer o aumento de dois dígitos como o Haddad deu, de 10%, para os motoristas”, defendeu o sindicalista. Segundo o governo estadual, o reajuste pedido pelos metroviários é muito superior ao que pode pagar.

Carta para a Fifa

O presidente do sindicato afirmou que os metroviários vão enviar uma carta para a presidente Dilma Rousseff. "Queremos que intercedam junto ao governador Geraldo Alckmin para que se abra um canal de negociação", disse.

Os sindicalistas chegaram a cogitar enviar a carta também para a Fifa. "Como uma empresa que está promovendo a Copa do Mundo, a Fifa tem o maior interesse de ter todos os problemas resolvidos. Esperamos que a Fifa pressione o governador Alckmin", afirmou Prazeres. Depois, o sindicalista afirmou que não entrariam em contato com a entidade.

Por: Tatiana Santiago
G1

Curta nossa página no Facebook

Alckmin rechaça greve e diz que servidores do Metrô podem ser demitidos

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) classificou a greve dos metroviários como "abusiva e ilegal", em entrevista coletiva neste domingo (8).

O tucano disse que os funcionários que não retornarem ao trabalho podem ser demitidos por justa causa, já que o TRT (Tribunal Regional do Trabalho) determinou que a greve deveria ser encerrada.

O reajuste oferecido pelo Metrô foi de 8,7%. Segundo Alckmin, no entanto, esse percentual pode chegar a 13,3% se forem contabilizados benefícios como vale-alimentação.

Ainda de acordo com o governador, o Estado não trabalha com a possibilidade de que a greve continue até quinta (12), dia do início do Mundial, quando o Brasil estreia contra a Croácia no Itaquerão, na zona leste da capital paulista.

"Nós esperamos que isso se resolva não até quinta-feira, mas até amanhã [esta segunda (9)]."

MANUTENÇÃO DA GREVE

Os metroviários de São Paulo decidiram pela continuidade da greve em assembleia realizada na tarde deste domingo (8), após decisão unânime do Tribunal Regional do Trabalho considerando a greve abusiva.
Uma nova assembleia da categoria está marcada para as 13h desta segunda-feira (9), para avaliar a continuidade da paralisação. O rodízio de veículos na capital está suspenso nesta segunda-feira, segundo a CET.

JULGAMENTO

Pela manhã, o grupo de oito desembargadores do TRT determinou ainda que seja dado aos trabalhadores o reajuste salarial de 8,7%, percentual oferecido pelo Metrô, frente à uma inflação de 5,81%. A categoria pedia 12,2%. O último reajuste, de 8%, foi concedido no ano passado, ante INPC de 7,2%.

Decisão do tribunal fixou em R$ 500 mil por dia a multa para os sindicatos dos metroviários e dos engenheiros caso a paralisação continue após o julgamento. Para os quatro dias de greve anteriores à sessão deste domingo, o valor é de R$ 100 mil ao dia.

Também por unanimidade, os desembargadores decidiram que os dias parados serão descontados do salário dos grevistas.

O piso salarial dos metroviários é de R$ 1.323,55. A data-base é de 1º de maio.

Em nota, o Metrô afirmou que respeita a decisão do TRT e cumprirá as determinações da Justiça. A companhia aguarda o retorno imediato dos empregados ao trabalho para que o sistema volte a operar integralmente. Os excessos apurados durante a greve serão tratados em conformidade com os instrumentos internos e a legislação trabalhista.

ESTAÇÕES

Neste domingo, quarto dia da greve, as estações demoraram ao menos uma hora e meia para abrir. Durante a tarde, 30 das 61 estações administradas pelo Metrô estavam abertas, além das seis estações da linha 4-amarela, que é operada pela iniciativa privada.

O trecho entre as estações Paulista e Faria Lima, porém, está fechado devido à obras. A ligação é feita por ônibus do sistema de emergência Paese.

A linha 1-azul funciona da estação Ana Rosa à Luz; a linha 2-verde, da Ana Rosa à Vila Madalena; a linha 3-vermelha funciona da estação Bresser-Mooca à Marechal Deodoro. A linha 5-lilás opera sem restrições.
-
RAIO-X DOS METROVIÁRIOS¹

9.475 funcionários, sendo 2/3 responsáveis diretos pela operação:
3.136 operadores
1.206 oficiais de manutenção
1.147 seguranças
1.016 técnicos
Piso: R$ 1.323,55
Orçamento do sindicato: R$ 5,5 milhões/ano
Data-base: 1º de maio
-
NEGOCIAÇÃO

Reivindicação dos metroviários: 12,2%, reivindicação anterior era de 16,5%
Proposta do governo do Estado: 8,7%, proposta anterior era de 7,8%
Último reajuste concedido: 8%, ante INPC de 7,2%, no ano passado
-
HISTÓRICO DE GREVES NO METRÔ²
23.mai.2012
2 e 3.ago.2007
14.jun.2007
15.ago.2006
17 e 18.jun.2003
25 e 26.jun.2001
2.jun.2000
9.dez.1999
24.nov.1999
¹Em dez.2013

²Paralisações que acarretaram na suspensão do rodízio de veículos
Fonte: Metrô, Sindicato dos Metroviários, CET

Folha de São Paulo

Curta nossa página no Facebook

Nova tentativa de conciliação fracassa e greve no Metrô deve continuar

Legalidade da paralisação e reajuste salarial serão definidos em julgamento

Uma audiência extraordinária para tentar chegar a um acordo e pôr fim à greve dos metroviários terminou sem avanço de nenhum dos lados, na noite desta sexta-feira (6), no (Tribunal Regional do Trabalho). Um acordo hoje evitaria que a paralisação fosse a julgamento, pré-agendado para o próximo domingo (8). Uma assembleia dos trabalhadores está marcada para as próximas horas, mas segundo o presidente do Sindicato dos Metroviários, dificilmente a oferta atual será aprovada.

A companhia continuou a argumentar que não tem como elevar a proposta de 8,7% de reajuste salarial. O desembargador Rafael Pugliese chegou a propor um valor entre 8,8% e 9,2%. A categoria admitiu que um acordo incluindo outros benefícios poderia resultar em índice menor, mas o Metrô não recuou.

Os metroviários pediam ao menos 12,2% de aumento salarial, melhorias no plano de carreira, plano de saúde para os aposentados, entre outras reivindicações. Apesar disso, Pugliese focou a audiência nas questões econômicas.

Além dos 8,7% de reajuste no pagamento, a companhia ofereceu 17% de aumento no vale-alimentação e 8,7% no vale-refeição, além de retirar a coparticipação dos funcionários nesse último benefício. A proposta da empresa também inclui extensão do auxílio-creche e uma cesta no mesmo valor do vale-alimentação no fim do ano.

O desembargador sugeriu retirar um dos benefícios para incluir no reajuste salarial. Por exemplo, se os trabalhadores abrissem mão da extensão do auxílio-creche, o aumento passaria de 8,7% para 9,2%. O sindicato não concordou.

O presidente do Metrô, Luiz Antônio Carvalho Pacheco, disse que qualquer aumento além do proposto até agora impactaria negativamente nas finanças do Estado de São Paulo, já que a companhia é uma empresa pública.

Com a decisão nas mãos da Justiça, o prejuízo poderá ser dos metroviários, já que a lei prevê o reajuste do salário e dos benefícios com base no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). Esse indicador ficou em 5,8% em abril deste ano, no acumulado dos últimos 12 meses.

R7


Jornalistas estrangeiros reclamam da falta de ar condicionado na CPTM

 Em meio a tantos problemas com a chegada da Copa, além das reclamações dos brasileiros  também estão surgindo reclamações de estrangeiros, na maioria jornalistas, que chegaram ao Brasil para cobrir o Mundial. 

Há poucos dias do início da competição, eles já têm demonstrado desconforto com a situação brasileira e isso ficou em evidencia no último domingo, em que aconteceu o segundo e último evento em forma de teste na Arena Corinthians.

A maior reclamação foi em relação as obras que ainda estão em andamento e a temperatura quente dentro do trem que foi usado para transportar o público ao Itaquera. Pablo Giuliano é repórter da agencia espanhola EFE, e durante sua estadia no Brasil, fez uma entrevista com os membros do COL (Comitê Organizador Local), prefeitura e governo de São Paulo e aproveitou a deixa para fazer uma pergunta relacionada a segurança da arquibancada provisória Norte, no qual foi a única que não passou pelo teste durante o jogo entre Corinthians e Botafogo. Além disso, também fez comentários sobre a viagem que fez no Expresso da Copa – liga a estação da luz ao Itaquera, sem parada -.

Justificativa dos responsáveis

O jornalista relata que não tem o que reclamar do trem, há não ser a falta que sentiu de um ar condicionado, alegando que ficou 17 minutos passando calor. A pergunta e a reclamação do profissional de comunicação, acabou deixando os membros dos órgãos públicos sem saber o que responder e quem deveria dar uma explicação seria a coordenadora executiva do Comitê paulista para a Copa, Raquel Verdenacci, mas não foi o que aconteceu, tendo outro responsável para justificar, alegando que a frota da CPTM que estiver ativada na Copa, possui ar condicionado. Levando a crer que o que pode ter acontecido é um problema técnico no carro, mas tudo já está sendo checado. Essa foi a resposta dada ao jornalista que havia cobrado uma explicação.

Fonte: NotíciasBR

Metrô e trens de São Paulo estão preparados para o período da Copa

As companhias Metropolitana de São Paulo-Metrô e Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) estão preparadas para atender ao público no período da Copa do Mundo, garantiram ontem (12) os gerentes de Operações das duas empresas no 10º Seminário Nacional Metroferroviário, organizado pela Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), no Rio de Janeiro.

Eles trabalham com a expectativa de um movimento de 75 mil pessoas para a Arena Corinthians, nos dias de jogos da Copa. São Paulo vai ser sede da abertura do certame futebolístico, com o jogo entre Brasil e Croácia, no dia 12 de junho, e de mais cinco partidas. Os trens serão usados ainda no deslocamento para o Fifa FanFest, evento para o público assistir shows e transmissões de jogos em telões.

“O usuário sempre foi parte integrante do nosso serviço. Quando as pessoas não sabem usar o sistema, elas têm que estar extremamente orientadas para que não atrapalhem o funcionamento do próprio sistema. Então, temos um esforço muito grande para que as pessoas consigam se encontrar, e mesmo não conhecendo o sistema, chegar ao seu destino com o menor esforço possível. 

Todo o nosso plano foi desenvolvido dentro deste conceito, informou o gerente de Operações da Companhia Metropolitana de São Paulo, Wilmar Fratini.

O executivo acrescentou que a maior preocupação da empresa, dentro do sistema operacional, é com a saída dos jogos. “Do ponto de vista operacional, o retorno dos jogos é sempre pior. A gente tem que estar preparado para o que vai acontece,r e estamos analisando as alternativas que precisamos ter”, completou.

O serviço do Metrô será oferecido aos usuários em conjunto com a CPTM. Cada uma vai operar em duas das quatro áreas do estádio. O gerente-geral de Operações da CPTM, Luiz Gonzaga Amstalden, destacou que diante da previsão de ocorrências fora do normal, a questão de segurança recebeu atenção especial.

Os funcionários receberam treinamentos para gerenciamento de crises, incluindo a utilização de artefatos explosivos em manifestações, falhas elétricas que possam perturbar a regularidade da operação, bem como casos de vandalismo, atentados e greves de empregados.

“Tudo nesse contexto. Estamos apurando uma matriz de riscos, onde serão dados pesos para cada ocorrência, e como ela deve ser tratada pelo pessoal de operação e de segurança”, revelou.

Segundo Wilmar Fratini, como a Fifa determina que seis horas antes das partidas seja estabelecido o perímetro urbano no entorno da Arena Corinthians, no extremo leste do município de São Paulo, vai ficar difícil trafegar pela região com transporte particular. “Vai ser uma experiência inesquecível para o usuário de transporte particular”, analisou.

Também presente ao seminário, o diretor de Operações da Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre (Trensurb), Carlos Augusto Belolli de Almeida, disse que na capital gaúcha o esquema foi montado para atender aos visitantes que foram à cidade para assistir aos jogos, uma vez que as estações do sistema são distantes do Beira-Rio, o estádio da Copa. “Não haverá um incremento muito grande durante os jogos da Copa, mas sim na característica dos usuários”, comentou.

Carlos Belolli disse que está sendo preparado um termo de cooperação entre a empresa e o Centro Integração de Controle e Comando (CICC) de Porto Alegre para que as imagens captadas no sistema de operação sejam disponibilizadas para o Centro. Além disso houve um trabalho de qualificação dos empregados com foco no atendimento, em língua estrangeira, e na segurança.

Para facilitar a comunicação com os turistas estrangeiros, as três companhias instalaram, nas estações, placas com indicações em português e em outros idiomas; a maioria em inglês e espanhol.

O seminário termina amanhã (13), com painéis sobre temas como Parceria Público-Privada e Investimentos para o Setor, Tecnologias de Transporte sobre Trilhos e Evolução do Padrão de Qualidade nos Sistemas Metropolitanos de Trens.

Fonte: Exame