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Metrô insiste em demissões e sindicato quer retomar greve nesta quinta

Metroviários pediram mediação do Ministério Público do Trabalho para negociar com o Metrô a readmissão dos 42 trabalhadores demitidos. Assembleia define esta tarde paralisação no dia de abertura da Copa

Categoria está mobilizada para cobrar do governador a readmissão dos 42 trabalhadores

Fracassou nova tentativa de acordo entre o Sindicato dos Metroviários de São Paulo e o Metrô realizada no início da tarde de hoje (11), no Ministério Público do Trabalho (MPT), na capital paulista. Com isso, a indicação para a categoria será de retomar a paralisação a partir da zero hora de amanhã. "Nossa posição é fazer greve amanhã. Mas isso é a assembleia da categoria que vai definir", afirmou o presidente do sindicato, Altino de Melo Prazeres Junior. A assembleia será realizada no final desta tarde na quadra da organização, no Tatuapé, zona leste da capital paulista.

Ao sair da reunião, Altino reiterou que qualquer abertura do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), no sentido de rever as demissões, poderia levar os trabalhadores a rever essa posição. "O que a categoria quer neste momento é a readmissão dos 42 companheiros", explicou.

O secretário-geral do sindicato, Alex Fernandes, afirmou que os representantes do Metrô que compareceram à reunião se mantiveram inflexíveis. O dirigente reivindicou que o Metrô respeite o processo administrativo, antes de demitir os profissionais. Edna Silva Santos, gerente de Recursos Humanos, e Evandro dos Santos Rocha, advogado da companhia, deixaram o local sem falar com a imprensa. "Nós queremos que o Metrô apresente provas de que os trabalhadores cometeram atos de ilegalidade. Não houve processo. O Metrô demitiu primeiro para apurar depois", afirmou.

O dirigente explicou que a reunião foi pedida pelos advogados do sindicato, com o objetivo de que o MPT exigisse que fosse dado amplo direito de defesa aos trabalhadores. "Ninguém tem uma acusação objetiva. Posso assegurar que nenhum trabalhador praticou atos de vandalismo. Nem o direito de defesa o Metrô quer dar aos trabalhadores", protestou.

A procuradora do Trabalho Eliane Lucina avaliou que, neste caso, o MPT não pode ter uma atuação direta para reverter as demissões, trabalhando apenas para tentar mediar uma saída.

Sobre as dificuldades financeiras do sindicato frente ao possível aumento no valor das multas, já que a Justiça do Trabalho decidiu pelo valor de R$ 500 mil por dia parado após o julgamento do dia 8, Altino reafirmou isso não vai impedir a greve. "Se tirar nossa casa, a gente mora num barraco, se tirar o barraco, a gente mora na rua. Não é dinheiro que vai fazer a gente parar. Pode tirar as nossas roupas que a gente vai pelada atrás dos nossos direitos", afirmou.

A categoria faz assembleia hoje, às 18h30, na sede do sindicato, no Tatuapé, zona leste da capital.
O Metrô demitiu 42 trabalhadores desde segunda-feira (9). Todos são dirigentes ou delegados sindicais. Em uma tentativa de negociação, no mesmo dia, os metroviários foram apoiados pelas cinco centrais sindicais e pelo superintendente Regional do Trabalho em São Paulo, Luiz Antonio de Medeiros. Mas não houve sucesso.

O secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, e o presidente do Metrô, Luiz Antonio Carvalho Pacheco, estavam na reunião e chegaram a admitir cancelar as demissões de 40 trabalhadores. Mas recuaram, após entrarem em contato com o governador.

Rede Brasil Atual 

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