SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Empresa mantém demissões e Copa pode começar sem metrô em SP

Terminou novamente sem acordo reunião realizada no Ministério Público do Trabalho (MPT), na capital paulista, entre metroviários e representantes da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô). Com isso, os paulistanos e torcedores de outros estados e países podem ficar sem os serviços do metrô amanhã (12), data da abertura da Copa do Mundo, na Arena Corinthians, o Itaquerão.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino Prazeres, a empresa não aceitou reverter a decisão de demitir 42 trabalhadores, desligados após a greve de cinco dias. Com isso, a diretoria do sindicato defenderá, na assembleia marcada para as 18h30 de hoje (11), nova paralisação, a partir da meia-noite.

“Nossa posição é fazer greve amanhã [12], mas, obviamente, vamos avaliar o sentimento da categoria, porque, às vezes, temos uma opinião, mas, se categoria segue ou não segue essa posição, vai depender da categoria. Vamos conversar com os metroviários, ouvir os outros companheiros das diversas áreas, para ter uma ideia completa das ação que vamos tomar”, disse Altino, após a reunião no MPT.

O sindicato questiona as demissões feitas pela empresa. Segundo o secretário-geral do sindicato, Alex Fernandes, o Metrô não apresentou justificativa detalhada para o desligamento dos trabalhadores. “Ninguém, até agora, fez uma acusação objetiva. Posso assegurar que nenhum trabalhador depredou ou praticou nenhum ato de vandalismo. O que todos os trabalhadores fizeram, nada mais nada menos, foi o trabalho de convencimento aos demais trabalhadores que estavam expostos ao sistema de contingência que o Metrô estava aplicando”, disse Fernandes.

Os representantes do Metrô, presentes à reunião, ainda não deixaram o prédio do Ministério Público do Trabalho.

Repórter da Agência Brasil

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