SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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8 estações de metrô têm 'fuga' de usuários

Paradas símbolo de superlotação, como Sé e Brás, perderam passageiros em 2012

Ao contrário das estações da Linha 4-Amarela, que estão cada vez mais cheias, oito antigas paradas do Metrô registraram queda de usuários no ano passado.

Velho símbolo da lotação do transporte público da capital, a Estação da Sé, nas Linhas 1-Azul e 3-Vermelha, é uma delas. Em 2012, passaram por suas catracas por dia útil 80 mil pessoas em média, 2 mil a menos do que no ano anterior. Conexão entre o Metrô e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) na Linha 3-Vermelha, a Estação Brás também teve redução de passageiros: de 112 mil para 109 mil por dia útil.

Essa estatística, porém, revela apenas uma parte do cenário, já que não contabiliza passageiros baldeando nas estações de transferência, como são as próprias Sé e Brás. O Metrô diz não ter os dados de passageiros totais que andam por dia em cada estação.

Mas mesmo em algumas paradas onde não há a possibilidade de transferência observou-se uma diminuição de passageiros entre 2011 e 2012. Caso das Estações Vila Madalena, na Linha 2-Verde, e Pedro II, na Linha 3-Vermelha. Na primeira, caiu de 31 mil para 28 mil, e na outra, de 26 mil para 25 mil.

A Estações Corinthians-Itaquera, Penha, Anhangabaú e Palmeiras-Barra Funda, na Linha 3-Vermelha, também tiveram menos passageiros no ano passado. Em parte dessas estações, segundo o Metrô, a perda de passageiros ocorreu por causa da integração gratuita entre Metrô e CPTM em certos horários do dia, iniciada em outubro. A rede metroviária tem 64 estações e transporta 4,4 milhões de passageiros diariamente, em média.

Linha 4. O cenário é bem diferente nas estações da Linha 4-Amarela. A Paulista, por exemplo, registrou um aumento de 251% - superior ao crescimento médio do próprio ramal - de passageiros entre 2011 e o ano passado. Mas a linha começou a operar integralmente no fim de 2011. Apesar disso, em seu primeiro ano como uma estação "para valer", a parada já passou a figurar como uma das mais acessadas do sistema, com cerca de 158 mil pessoas por dia. Em 2012, essa quantidade só foi menor do que nas Estações Palmeiras-Barra Funda, República, Luz e Consolação, que existem há décadas.

O diretor da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), Rogério Belda, diz que é natural que à medida que a rede de metrô for aumentando, mais gente passe a usá-la. Para contornar o problema dos gargalos, ele defende que o Metrô e a Prefeitura façam campanhas estimulando as empresas da cidade a adotarem horários alternativos a seus empregados. No ano passado, 1,098 bilhão de passageiros foram transportados no Metrô - desconsiderada a Linha 4-Amarela, administrada pela ViaQuatro - ante 1,087 bilhão em 2011. / CAIO DO VALLE

Estadão


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