SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Usuários da CPTM se arriscam no embarque

Irregularidades nas plataformas obrigam os passageiros de trens a se arriscarem na hora de embarque e desembarque, situação mais crítica é na estação de Braz Cubas / Gustavo Rejani
Os mogianos que utilizam a Linha 11-Coral da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) convivem diariamente com o risco de acidentes nas plataformas. Os passageiros precisam redobrar a atenção ao entrar e sair dos vagões, em razão dos enormes vãos que precisam ser vencidos pelos usuários. A CPTM alega que o problema se deve ao compartilhamento dos trilhos com os trens de carga, que são mais largos. Porém, consultada, a estatal não informou qual a perspectiva de solução para a questão. A reportagem de O Diário percorreu, nos últimos dias, o trecho entre as estações Estudantes, no Shangai, e Jundiapeba, no distrito de mesmo nome, e verificou as dificuldades encontradas pelos usuários do transporte público ferroviário em Mogi das Cruzes.

A reportagem circulou pelos trens da CPTM nos dias 22 e 25 de fevereiro e flagrou várias cenas de pessoas com dificuldades para subir e descer dos trens. Em alguns pontos, as composições ficam abaixo da linha da plataforma, em outros ficam bastante acima. De longe, a estação Braz Cubas é o alvo das maiores queixas.  Lá, O Diário constatou que o Expresso Leste fica acima da linha dos joelhos de muitos passageiros, que são obrigados a fazer esforço para subir nos vagões. Para idosos e crianças a dificuldade é maior. Entre uma parada e outra, a reportagem conversou com os usuários e ouviu os mais diversos relatos envolvendo os vãos das plataformas. Ninguém chegou a dizer que se machucou, mas todos tinha uma história para contar.

CPTM

Consultada sobre o problema, a CPTM informou, por meio de nota, que “a questão da distância entre os trens e a plataforma é decorrente da necessidade do compartilhamento das vias com os trens de carga, já que estes são mais largos que os trens de passageiros”. A estatal procurou destacar que “está em andamento projeto do Governo Federal para implantação do ferroanel, que consiste na construção de vias exclusivas para os trens de carga. Na região do Alto Tietê, a MRS Logística está realizando obras de segregação da via férrea, no trecho de Itaquaquecetuba, que também converge para a solução do problema”.

As obras mencionadas pela CPTM, no entanto, não beneficiam as quatro estações instaladas em Mogi das Cruzes. A estatal não explicou qual a solução prevista para o trecho da linha que corta o Município. Na nota, encaminhada pela Assessoria de Imprensa, a Companhia informou que “para minimizar esse vão, equipou os trens com estribos (extensores de piso) na região das portas. Os usuários também são alertados por meio de avisos sonoros emitidos nos trens e estações, sobre os cuidados durante o embarque e desembarque”. (Júlia Guimarães)

O Diário de Mogi


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