SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
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Prefeitura de SP descarta construção de monotrilhos

A construção de monotrilhos pela prefeitura de São Paulo foi descartada hoje pelo secretário de Transportes de São Paulo, Jilmar Tatto. Não faremos investimentos em trilhos”, disse. Em entrevista à imprensa, ele afirmou que a prioridade da administração municipal será conduzir a construção de 70 quilômetros de corredores de ônibus já licitados e outros 80 quilômetros que devem ser licitados até o fim do ano. Tatto informou ainda que os novos corredores de ônibus que serão licitados até o fim do ano não serão construídos e operados via parceria público-privada (PPP), como chegou a anunciar quando assumiu a secretaria no começo do ano.

“Foi abandonado [a proposta de fazer via PPP]. Vamos fazer com dinheiro do governo federal por meio do Programa de Aceleração de Crescimento ”, afirmou Tatto. De acordo com ele, a não-utilização do modelo de PPPs foi para acelerar os projetos. “Para não perder tempo. Nem sempre é fácil estruturar as PPPs”, disse.

O custo dos corredores, segundo ele, é de R$ 25 a R$ 30 milhões por quilômetro. O início das obras está previsto para 2014 com término até 2016. “A meta é terminar 150 quilômetros de corredores até o fim do mandato do prefeito [de São Paulo], Fernando Haddad (PT). Se não conseguir, ele me mata”, brincou Tatto.

A prefeitura pretende ainda diminuir o número de linhas sobrepostas e linhas locais nos corredores para garantir que a velocidades dos ônibus chegue a 25 quilômetros por hora. Em alguns trechos, a velocidade hoje fica em 13 quilômetros por hora, em média. Segundo estimativa de Tatto, 30% das 1,3 mil linhas da cidade registram sobreposição. Do total, 230 linhas utilizam os corredores de ônibus. “Com o sistema mais rápido, atraímos mais pessoas para o transporte público”, diz. Hoje são 120 quilômetros de quilômetros de corredores e, segundo a prefeitura, a necessidade seria de 450 quilômetros.

Os corredores preveem segregação à esquerda, com faixas exclusivas, enterramento de fios, embarque nas paradas e controle de horário de veículos. O sistema adotado é do BRT (transporte rápido de ônibus, na sigla em inglês), modelo que nasceu, no Brasil, em Curitiba. Entre os corredores previstos, estão o de avenidas como Aricanduva, Bandeirantes, 23 de Maio, Radial Leste, Celso Garcia, Tancredo Neves e Marechal Tito.

Além disso, a prefeitura prevê o investimento em estações de metrô. É o caso da estação do Jardim Ângela, na região sul da cidade, onde deve ser chegar a a Linha 5-Lilás. “A obra de extensão de três quilômetros do Capão Redondo, também na região sul, até o Jardim Ângela será de responsabilidade do Estado, mas a estação terá investimento nosso”, diz o secretário municipal de Transporte de São Paulo. O investimento previsto na estação será de R$ 450 milhões.

Valor Econômico


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