SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Escavadeira “hidrofresa” é utilizada pela 1ª vez em uma obra metroviária no Brasil


Pioneiro na engenharia metroviária brasileira, o Metrô traz mais uma novidade em seus métodos construtivos. Pela primeira vez, a Companhia está utilizando uma “hidrofresa” hidráulica, equipamento que prepara a infraestrutura dos cinco poços que serão escavados a céu aberto na construção da futura Estação Brooklin, no prolongamento da Linha 5-Lilás (Largo Treze – Chácara Klabin).

Entre suas principais vantagens, o novo equipamento garante uma excelente condição de impermeabilidade dos poços, eliminando a necessidade de rebaixamento do lençol freático nas áreas externas, evitando possíveis recalques no maciço que causem transtornos para as edificações próximas. Para se ter uma ideia, essa solução dará condições para que o Metrô execute a escavação dos cinco poços ao mesmo tempo, algo também inédito na engenharia metroviária brasileira, proporcionando ganho de tempo à obra como um todo.

Com a utilização da hidrofresa, não será necessária a construção de uma parede de contenção de 240 metros no lado oposto da Av. Santo Amaro, que teria de ser feita devido à presença de solo contaminado. Por sua complexidade, essa construção demandaria interdições viárias e traria transtornos ao entorno. Como a condição de estanqueidade da parede de diafragma executada pela hidrofresa é muito boa, não há movimentação do lençol freático e, por consequência, migração da água e gases tóxicos. O equipamento também é extremamente silencioso, só se ouve o barulho do motor.

A “diafragmentadora com hidrofresa” pesa aproximadamente 140 toneladas, a lança do guindaste tem 36 metros de altura e sua potente cabeça de corte tem dois discos giratórios, com 1,40m de diâmetro. O equipamento possibilita a execução das chamadas “lamelas secundárias” (espécie de painéis de concreto) da parede-diafragma (muros de contenção de solo) dos poços da estação, com 33 metros de profundidade.

O equipamento corta as extremidades do concreto das lamelas primárias, feitas anteriormente com uma diafragmadora hidráulica, deixando a junta de concretagem entre as lamelas em perfeitas condições, tornando uma peça maciça, o que garante sua ótima condição de impermeabilidade.


O equipamento, de fabricação alemã, fornecido pela empresa Brasfond, foi contratado pelo Consórcio Andrade Gutierrez - Camargo-Corrêa, responsável pelas obras do lote 3 (Estação Brooklin, execução de 5,1 km de túnel, três saídas de ventilação e emergência e um poço de serviço do prolongamento da Linha 5).

De: Equipe de Redes Sociais do Metrô
Por: Diário da CPTM

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