SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
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4h–0h
Jade
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8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
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9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
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1Linha 1-Azul
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Azul
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4h40–0h
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4h40–0h
Vermelha
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4h40–0h
Amarela
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4h40–0h
Lilás
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15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
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Em Construção
Laranja
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Em Construção
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Aeromovel GRU
Fora de Operação
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Expresso Aeroporto
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Atropelamentos em linhas da CPTM não têm explicação, diz secretário Jurandir Fernandes


Quatro meses depois da morte de dois trabalhadores atropelados por um trem da linha 8 – Diamante (Julio Prestes - Itapevi), no sentido Julio Prestes, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) não conseguiu apurar o motivo dos funcionários Edgard Antonio Dalbo e Antonio Camilo Severino, cada um com 34 anos de carreira, estarem nos trilhos no mesmo momento em que uma composição trafegava. O atropelamento ocorreu por volta de 10h05 no dia 2 de dezembro do ano passado. Na mesma semana, na madrugada de 27 de novembro, outros três trabalhadores também morreram atropelados na linha férrea, entre as estações Belém e Tatuapé da linha 11 - Coral.

Questionado sobre o motivo dos acidentes, o secretário Estadual de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes, afastou a hipótese de falta de informação ou de má formação dos trabalhadores, mas não soube apontar a causa das mortes. “Eles morreram. Eles não contaram para nós: os dois faleceram”, disse, em entrevista coletiva na Assembleia Legislativa de São Paulo, na quarta-feira (18).

“Eles tinham de estar fora da linha, porque estavam os dois ao mesmo tempo sobre a linha, nós nunca saberemos. Eles morreram, nunca saberemos”, repetiu Fernandes. No mesmo dia, durante reunião convocada por deputados estaduais, o secretário minimizou as falhas nas linhas da CPTM e do Metrô, que segundo ele, estariam "dentro de quadro estatístico".

De acordo com Fernandes, um dos profissionais acidentados, que ele preferiu não identificar, “por incrível que pareça”, participou de uma palestra logo após o primeiro atropelamento daquela semana, em 27 de novembro. “O trem não sai do trilho como acontece numa rua em que alguém bêbado perde a direção e atropela gente na calçada”, comparou.

 Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br


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