SITUAÇÕES DAS LINHAS
6 Linha 6-Laranja
Estações (Fase Inicial):
João Paulo I • Freguesia do Ó • Santa Marina • Água Branca • Sesc-Pompeia • Perdizes
Horário: Segunda a sexta, exceto feriados, 10h às 15h
Laranja
Fora de Operação
17 Linha 17-Ouro
Horário: Segunda a sexta, 9h às 16h
Ouro
Fora de Operação
AG Aeromovel GRU
Horário: Todos os dias, 17h às 23h59
Aeromovel GRU
Fora de Operação
7 Linha 7-Rubi
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Rubi
Operando
10 Linha 10-Turquesa
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Turquesa
Operando
11 Linha 11-Coral
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Coral
Operando
12 Linha 12-Safira
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Safira
Operando
13 Linha 13-Jade
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Jade
Operando
8 Linha 8-Diamante
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Diamante
Operando
9 Linha 9-Esmeralda
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Esmeralda
Operando
1 Linha 1-Azul
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Azul
Operando
2 Linha 2-Verde
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Verde
Operando
3 Linha 3-Vermelha
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Vermelha
Operando
4 Linha 4-Amarela
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Amarela
Operando
5 Linha 5-Lilás
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Lilás
Operando
15 Linha 15-Prata
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Prata
Operando
EA Expresso Aeroporto
Horário: 5h à meia-noite
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em: 28/08/2025, 06:47:00
Ocorrências são postadas e atualizadas no perfil do Diário no X.
Mostrando postagens com marcador Metrô SP. Mostrar todas as postagens
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Metrô supera expectativa e arrecada quase R$ 2 milhões em leilão de materiais inservíveis


No dia 22 de abril, o Metrô de São Paulo ultrapassou sua meta ao arrecadar R$ 1.973.041,40 durante a realização do primeiro leilão de materiais inservíveis de 2021. O resultado é satisfatório visto que a previsão inicial era de atingir R$ 1,5 milhão.  

Realizada de forma online, a ocasião colocou à venda 64 lotes dos quais 43 foram arrematados, 11 estão em análise e 10 não possuíram arrematantes. 

Além de ser proveitoso para o meio ambiente, o evento possibilita que outras operadoras do setor adquiram peças raramente encontradas no mercado, é vantajoso para a indústria de sucatas e beneficia a Companhia através da receita adicional. 

Após liderar grandes protestos, Passe Livre volta às ruas contra cartel no metrô de SP

A tarifa do transporte público volta a ser o tema central das ações do MPL (Movimento Passe Livre) na tarde desta quarta-feira (14), com a realização de uma manifestação em favor do transporte público gratuito e contra as denúncias de desvios de mais de R$ 570 milhões de dinheiro público nos contratos das licitações do Metrô e da CPTM. A concentração está marcada para as 15h, no Vale do Anhangabaú, no centro da capital, e mais de 7.000 pessoas confirmaram presença na página do ato, no Facebook.

Após encabeçar as grandes manifestações populares em junho e julho, o MPL seguiu participando de outros protestos, mas no papel de apoiador apenas, em questões envolvendo temas como saúde pública e moradia. Desde a redução da tarifa do transporte público em São Paulo, saindo de R$ 3,20 para voltar a R$ 3, o tema não era a principal força motriz dos eventos com participação do Passe Livre.

Marcelo Hotimsky, um dos líderes do MPL, disse em entrevista ao R7 que mais importante do que as reivindicações são as premissas que sempre regiram o movimento, que há alguns meses conseguiu aglutinar tantas vertentes distintas da sociedade em torno de um objetivo. Ele afirma que o ato desta quarta foi organizado pelo Sindicato dos Metroviários de São Paulo, organização parceira do grupo justamente pela luta contra a tarifa no transporte público e contra o modelo de gestão que está aí.

— A gente resolveu compor junto, tanto por ser um grupo parceiro quanto por ser uma pauta comum. É um ato diferente dos da jornada de junho porque ele não tem pauta fixa. Esse ato é muito mais como uma denúncia da situação, e a ideia dele é relacionar um pouco a pauta, porque a gente acredita que seja a corrupção, o desvio de dinheiro, o cartel sendo denunciado, seja o aumento da tarifa, todos seguem a mesma lógica. O problema não é a corrupção em si, o problema é que por trás do transporte público existem empresas que estão lucrando com isso.

Se as denúncias em torno do cartel trazido a público pela empresa alemã Siemens, acerca das últimas licitações do Metrô e da CPTM, serviram como estopim, o MPL sabe que a grande dificuldade que enfrenta antes mesmo de voltar a tratar da tarifa do transporte nas ruas é justamente lidar com o dilema de não ser associado a um ou mais partidos. A escolha de ser apartidário, ou seja, sem se sentir representado por qualquer das siglas que hoje estão no poder, ainda gera discursos que, segundo Hotimsky, não são encampados pelo grupo.

— Não é que com esse ato a gente queira que o governador caia, como alguns setores têm entendido. Na verdade essa é a grande dificuldade da manifestação de quarta-feira. Não é questão do nome ou da sigla que está no poder. A questão é essa, o apartidarismo vai muito mais no sentido de poder resistir a essas formas de opressão, a essas formas de gestão do transporte público, que não estão vinculadas aos interesses dos usuários e dos trabalhadores do transporte, do que uma questão antipartidária a princípio. A questão é seguir resistindo, independente da sigla que estiver no poder.

O dirigente do MPL reforçou a posição ao afirmar que, independente de partido, quem está no poder hoje “não sabe as necessidades de locomoção da população”.

— A grande questão é que todo esse dinheiro [desviado] que foi usado para o lucro das empresas fosse investido em transporte público, com certeza a tarifa poderia ser muito menor, ou o salário dos trabalhadores do Metrô poderia ser maior. É isso. A gente não está buscando com esse ato uma reivindicação específica, não estamos dizendo que esse dinheiro deveria ter sido usado em A, X, Y ou Z. A escolha de como esse dinheiro deveria ser usado deveria partir dos usuários e dos trabalhadores, e não das empresas em conjunto com o governo.

Meta da tarifa zero

Embora praticamente rechaçada mais uma vez pelo prefeito Fernando Haddad nesta terça-feira, a tarifa zero e o
transporte público gratuito seguem como uma bandeira a ser mantida pelos líderes do MPL. O grupo inclusive promete aproveitar o protesto desta quarta para recolher assinaturas dos manifestantes, ajudando a alcançar o número de 500 mil. Com elas, o Passe Livre espera levar à Câmara Municipal um projeto de lei para ser discutido e, eventualmente, votado, a fim de encampar a perspectiva que é lema do grupo: “por uma vida sem catracas”.

— Para [o projeto] ser implantado precisa ser amplamente discutido pela população, e também a gente não acha que com 500 mil assinaturas ele será feito. Existe muita pressão política em torno disso. Os empresários de transporte ainda são muito fortes dentro do governo. Então a ideia é recolher essas assinaturas, discutir a questão e fazer atos, para que essa lei seja implantada. Acho que a questão da pressão popular é ainda muito forte. Por exemplo, você pega o Plano Diretor de São Paulo, pega as leis que existem hoje em dia, elas não são ruins, assim como supostamente reforma agrária é lei no Brasil. A questão é a política por trás da aplicação dessas leis.

Questionado se o MPL traça algum plano para dar o que muitos já chamaram de “passo seguinte”, levando o seu prestígio das ruas para outro nível, mais precisamente se inserindo na esfera política e das tomadas de decisão no País, Marcelo Hotimsky procurou não fazer previsões quanto ao futuro, preferindo debater o presente e os caminhos do movimento, regido sempre pelos mesmos preceitos e iniciativas.

— A gente não tem essa discussão ainda, nem pretende fazer algo nesses termos, mas sempre fez esse debate (da tarifa). Antes da eleição para prefeitura, nós fizemos um jornal, no qual falávamos das propostas de mobilidade de cada candidato. É isso, não dizíamos que determinada proposta era melhor ou pior, mas a gente mostrava o quanto eram inadequadas. Mas é claro que entre elas se podia ver as diferenças. A gente considera que o transporte tem ganhado uma centralidade no debate público. Não temos apenas um caminho [a seguir], temos vários.
Assista ao vídeo: http://r7.com/8JL8



FONTE R7

Alckmin diz estar aberto ao diálogo sobre tarifas

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, admitiu que está "aberto ao diálogo" sobre um possível recuo no reajuste das tarifas do transporte coletivo (Metrô e CPTM). "O reajuste já foi dado abaixo da inflação, mas estamos sempre abertos ao diálogo", afirmou o governador, ao ser indagado pelo Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.
Alckmin argumentou que o valor deveria ficar em R$ 3,30, dez centavos a mais, caso houvesse o repasse do IPCA, e que o reajuste deveria ter sido feito em janeiro. "Não fizemos o reajuste a pedido do governo federal. Durante seis meses o governo de São Paulo bancou o subsídio", disse o governador, que participa em Campinas de um evento de anúncio das obras de prolongamento do anel viário da cidade. 

Passageiros invertem caminho para embarcar em trens vazios no Metrô

Usuários voltam algumas estações para embarcar com mais conforto.
Metrô diz que coloca trens vazios em trechos sobrecarregados das linhas.

Passageiros do Metrô em São Paulo adotaram a estratégia da chamada viagem negativa para tentar viajar com mais conforto. Eles seguem o caminho inverso para pegar um Metrô vazio. Apesar de demorar mais para chegar ao destino, os usuários dizem que vale a pena.

As irmãs Bete e Eliana Américo dos Santos, que moram no Jardim Helena, no extremo da Zona Leste, resolveram adotar a medida para pegar o Metrô mais vazio.

Às 5h30, as duas já estão dentro do ônibus para chegar ao Metrô. Elas seguem pelo sentido Corinthians-Itaquera quando deveriam seguir no sentido Palmeiras-Barra Funda. Elas chegam a esperar sete trens para poder conseguir sentar num vagão vazio. “Descemos na [estação] Guilhermina-Esperança para pegar o trem vazio”, conta Bete.
Ao todo, a viagem das irmãs até o destino final dura duas horas. “Não importa que espere meia hora, mas vale a pena", afirma Bete.
O Metrô não sabe quantas pessoas fazem a viagem negativa por dia em toda rede, nem divulga as estações onde alguns trens entram vazios no sistema. Segundo a companhia, a estratégia de colocar trens vazios é adotada em horários de pico e em trechos sobrecarregados das linhas Azul, Verde e Vermelha.


G1

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Portas em plataforma de estação do Metrô estão há 3 anos sem funcionar

Portas da estação Vila Matilde do metrô nunca funcionaram. (Foto: Leonardo Neiva/G1)

Instalação foi interrompida em 2010 por problemas financeiros.
Segundo Metrô, empresa foi multada em 10% do valor do contrato.

Depois de três anos do início de sua instalação, as portas na plataforma da estação de Metrô Vila Matilde, na Linha 3-Vermelha, ainda não começaram a funcionar. A previsão inicial para o início da operação era junho de 2010, mas o sistema nunca chegou a operar. Segundo o Metrô, o objetivo das portas é diminuir a possibilidade de acesso dos usuários à via e casos de suicídio.

Duas empresas foram contratadas por licitação para a instalação das portas em fevereiro de 2010. Uma delas começou a apresentar problemas financeiros, que provocaram a paralisação total dos serviços no início de 2011, de acordo com o Metrô.

Devido ao atraso na conclusão das obras, a empresa foi multada em 10% do valor total do contrato, que é de R$ 71.447.002,16 para a instalação de portas em um total de 12 estações da linha.

Durante todo o período de implantação das portas, os trens circulavam por uma única via entre as estações Penha e Guilhermina-Esperança das 22h do sábado até o final da operação de domingo. Durante esse tempo, os usuários do Metrô precisavam trocar duas vezes de composição no trecho.
O estudante de Economia Lucas Figueiredo, de 22 anos, conta que chegou a perder o horário para um concurso devido ao atraso do Metrô. “Saí de casa uma hora e meia antes de começar a prova e ainda assim não deu tempo de chegar. Devo ter atrasado mais de 20 minutos só nessa troca de trens”, disse.

De acordo com o Metrô, os trabalhos de instalação das portas foram retomados em 2012 e no momento estão em fase de testes. O sistema deve começar a funcionar no segundo semestre de 2013.

Outras estações

Os trabalhos de instalação das portas em outras 11 estações da Linha 3-Vermelha, prevista no contrato, devem ser iniciados apenas depois que o sistema estiver em plena operação na estação Vila Matilde. Elas devem ser instaladas ainda nas estações Artur Alvim, Penha, Carrão, Tatuapé, Belém, Bresser-Mooca, Brás, Sé, Anhangabaú, República e Marechal Dedodoro.

As portas já estão em funcionamento em todas as estações da Linha 4-Amarela e nas estações Sacomã, Tamanduateí e Vila Prudente da Linha 2-Verde.

G1

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Piscinão do Jabaquara vira canteiro de obras do Metrô

Área que abriga também pista de skate e quadras para comunidades foi 'emprestada' para a construção da Linha 17

As obras do polêmico monotrilho da Linha 17-Ouro, na zona sul da capital, estão chegando ao Piscinão do Jabaquara, onde ficará o pátio de manutenção dos trens do ramal. Um decreto do prefeito Fernando Haddad (PT), publicado no sábado, 08, autoriza o Metrô de São Paulo a usar o espaço - que pertence ao município - para a construção da área de manobras e estacionamento. Com isso, quatro quadras poliesportivas e uma pista de skate, todas públicas e dentro do terreno, serão fechadas.

Por sua vez, a Prefeitura impôs ao Metrô, controlado pelo governo do Estado, a obrigação de remanejar os equipamentos sociais ali situados, "evitando a interrupção dos serviços prestados à comunidade". A área destinada a essa obra totaliza cerca de 64,3 mil metros quadrados.

Dentro do terreno do piscinão, funciona, além do reservatório (capaz de armazenar 360 mil metros cúbicos de águas pluviais), o Centro Comunitário Água Espraiada, onde costuma haver oficinas profissionalizantes. É também aí que se situam as quadras e rampas dos skatistas. A região, cheia de comunidades pobres, é carente de infraestrutura pública de qualidade.

Um dos tópicos levantados na última quinta-feira em uma audiência sobre o Metrô no Ministério Público Estadual (MPE) foi justamente a questão do remanejamento de favelas perto do traçado da Linha 17.

Líderes comunitários e outras pessoas engajadas no assunto expuseram, ao secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, sua preocupação com os despejos. O foco são as comunidades Buraco Quente e Comando, na própria Avenida Jornalista Roberto Marinho, pela qual passará o monotrilho e onde se localiza o Piscinão do Jabaquara.

"Não existe um diálogo contínuo e efetivo com a população", reclamou a universitária Ana Marília de Souza, do Núcleo de Direito à Cidade da Universidade de São Paulo (USP). Segundo ela, os moradores se queixam da falta de acesso às informações sobre as obras do Metrô. A diretora de assuntos corporativos da empresa, Alexandra Leonello Granado, assumiu que o Metrô deve melhorar nesse sentido. "Nós não aceitamos prejudicar comunidades inteiras como um efeito colateral."

Dividida em três trechos, a obra da Linha 17-Ouro começou no ano passado pela porção central, de 7,7 km, que envolve oito estações (Morumbi, Chucri Zaidan, Vila Cordeiro, Campo Belo, Vereador José Diniz, Brooklin-Paulista, Congonhas e Jardim Aeroporto).

Prazo

A Assessoria de Imprensa do Metrô afirmou que a entrega desse trecho será em 2014. Mas o gerente de Planejamento do Metrô, Alberto Epifani, disse o seguinte, na semana passada: "Em 2015, eu vou entregar o trecho desde o Jardim Aeroporto até Morumbi, da CPTM, com um shuttle que vai engatar o Aeroporto de Congonhas à linha". O prolongamento oeste do monotrilho, até a Estação São Paulo-Morumbi, da Linha 4-Amarela, segundo Epifani, ocorrerá em 2016, assim como a extensão leste, até a Estação Jabaquara, da Linha 1-azul.


As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Postado: 10 de junho de 2013 | 10h43

Passageiros reclamam de lentidão excessiva em trens do metrô em SP


Utilizando o Twitter, usuários reclamam de demora de até 30 minutos entre estações

A Linha 3-Vermelha (Corinthians-Itaquera-Palmeiras-Barra Funda) do Metrô de São Paulo apresenta problema na manhã desta quinta-feira, 6. A empresa não confirma nenhum tipo sério de pane, mas muitos passageiros têm reclamado de um tempo grande de deslocamento do trem entre cada estação.

Na rede social Twitter, usuários do ramal, que é o mais sobrecarregado do sistema, chegaram a publicar que passaram até 30 minutos para ir de uma estação a outra. "Levei 30 minutos para ir do Belém até Bresser", escreveu a internauta Fernanda Seskiene.

Já Felipe Marques posto o seguinte texto: "Reduzir velocidade, beleza. Agora, parar 20 minutos?" Por sua vez, Hermes Silva usou escreveu no Twitter: "Tive que descer no Tatuapé e pegar o trem. Metrô lento, cheio, plataforma lotada e filas enormes para embarque."

Outro internauta e passageiro da Linha 3-Vermelha, identificado como Alan Jones, usou de ironoia para tratar do problema: "Velocidade do Metrô igual aos trens de passeios em rota turística. Só falta a locução: 'À esquerda, Radial (Leste).'"

Procurada, a assessoria de imprensa da Companhia do Metropolitano informou que a única ocorrência registrada na Linha 3-Vermelha pela manhã foi um atraso de três minutos no fechamento das portas de um trem na Estação Brás. Isso foi às 8h15. Segundo a empresa, que é controlada pelo governo do Estado, o problema foi ocasionado pelo excesso de passageiros, que impediram o fechamento das portas.

Fonte: Estadão

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Peter Walker deixa a presidência do Metrô de São Paulo

Ex-presidente do Metrô
A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) confirmou na noite desta quarta-feira, dia 5, que Peter Berkely Walker será substituído na presidência da empresa por Luiz Antonio Pacheco, atual secretário-adjunto da Secretaria de Transportes Metropolitanos. Walker, por sua vez, voltará ao cargo que vinha sendo ocupado por Pacheco há dois meses. A decisão será ratificada na próxima reunião do conselho administrativo do metrô, prevista para semana que vem.

De acordo com a empresa, o secretário de Transporte Metropolitanos, Jurandir Fernandes, havia pedido para que Walker ocupasse a presidência apenas provisoriamente em abril de 2012. Esta versão, no entanto, nunca havia sido divulgada publicamente. Logo depois de Walker ter assumido, o Estado revelou que ele havia sido condenado em primeira instância por improbidade administrativa em processo referente ao período em que ocupou a presidência da Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento (Sanasa), de Campinas, nos anos 90 - o caso ainda está sendo julgado em segunda instância. Este pode ter sido um dos fatores que levaram a gestão Geraldo Alckmin a determinar sua substituição.

Luiz Antonio Pacheco foi presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado (CDHU) nos governos de Mário Covas e na gestão anterior de Alckmin. Além disso, foi subprefeito de Santana/Tucuruvi durante o mandato de Serra

Segundo a assessoria do Metrô, Walker teve papel decisivo nas negociações que evitaram a greve dos metroviários no início desta semana, ao comparecer pessoalmente na audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho, algo pouco usual entre seus antecessores.

ESTADÃO

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Secretaria anuncia troca na presidência do Metrô de SP

Ex-presidente do Metrô SP
Nome do novo presidente depende de aprovação do conselho administrativo.
Peter Walker voltará a secretaria adjunta dos Transportes Metropolitanos.

O atual secretário adjunto de transportes metropolitanos, o administrador Luiz Antonio Carvalho Pacheco, será o novo presidente do Metrô, no lugar do engenheiro elétrico Peter Walker, segundo informação divulgada pela assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Transportes Metropolitanos na noite desta quarta-feira (5). A indicação do novo presidente pelo titular da pasta, Jurandir Fernandes, depende da aprovação do conselho de administração do Metrô, o que deverá ocorrer apenas na próxima semana.

Peter Walker, por sua vez, voltará a ocupar o cargo de secretário adjunto da pasta, no lugar de Pacheco. Em abril de 2012, o nome do engenheiro foi indicado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) para substituir a José Kalil Neto, ex-diretor de finanças da companhia, que ficou apenas nove dias no posto, após a imprensa noticiar que ele tinha sido condenado em primeira instância por improbidade administrativa. Kalil, por sua vez, havia sido indicado para substituir Sérgio Avelleda, que deixou a presidência do Metrô em 4 de abril de 2012.
Peter Walker também foi condenado por improbidade administrativa em 2010, mas o recurso estava em andamento por ocasião de sua nomeação à presidência da empresa. Junto a outros 17 executivos, Walker foi condenado quando esteve à frente da Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S/A (Sanasa), empresa de Campinas responsável pelos serviços de água e esgoto. O Ministério Público Estadual os acusou de terem contratado servidores de forma irregular entre 1988 e 1996.

Pela sentença de outubro de 2010, Walker foi condenado à perda de direitos políticos por três anos e, pelo mesmo período, proibido de manter contratos com o poder público. Além disso, o juiz Mauro Iuji Fukumoto, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Campinas, determinou pagamento de multa equivalente a dez vezes seu salário como presidente da Sanasa. Walker apelou contra a decisão.

Na última segunda-feira (3), Peter Walker participou pessoalmente de reunião de negociação com representantes do sindicato dos metroviários no Tribunal Regional de Trabalho. Ao oferecer um reajuste salarial de 8%, evitou que a categoria deflagrasse a greve que havia sido previamente marcada para a 0h de terça-feira (4).

G1

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Falha faz trem do Metrô ser esvaziado em SP

Um trem do Metrô de São Paulo teve que ser esvaziado na tarde desta quarta-feira, 5, devido a uma pane. O problema ocorreu às 14h17, segundo a Companhia do Metropolitano, na Estação Bresser-Mooca, na Linha 3-Vermelha, no sentido Palmeiras-Barra Funda.

A empresa, que é controlada pelo governo do Estado, informou que houve uma falha na tração da composição. Com isso, ela parou na estação e os passageiros tiveram que sair. O trem, em seguida, foi rebocado.

O problema afetou o resto da circulação na linha, fazendo com que os trens circulassem com intervalos maiores entre as estações. Houve reflexo também na operação da Linha 1-Azul, que operava com restrições ainda por volta das 14h45.

Na Linha 3-Vermelha, às 14h50 os trens continuavam rodando com velocidade reduzida. O operação nas duas linhas foi normalizada depois das 15h30.

CAIO DO VALLE
Agência Estado

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Polícia prende homem que roubou terminal do bilhete único na Estação Artur Alvim

Um homem foi preso em flagrante na madrugada desta terça-feira, 4, depois de furtar R$ 3,3 mil de dois terminais de autoatendimento do bilhete único na Estação Artur Alvim do Metrô, na zona leste de São Paulo. Benedito José de Oliveira Neto, de 26 anos, foi detido pela PM por volta das 3h40, quando fugia em um Peugeot 206 prata pela Rua José Miguel Ackel, na Vila Marieta, a cerca de cinco quilômetros da estação. Neto confessou o crime e apontou a participação de dois comparsas, que até as 14h40 desta terça não haviam sido presos nem identificados.

A polícia foi acionada por uma funcionária do Metrô, que viu os três homens saindo com dois cofres das máquinas depois de destruí-las. A PM iniciou buscas na região e avistou um veículo sem placas na Rua Itinguçu, perto do local do crime. Neto, que estava ao volante, tentou fugir, mas foi detido.

No carro foram encontradas uma faca, uma chave de fenda e uma ponta de picareta, ferramentas usadas para abrir a caixa de recolhimento dos terminais. Os R$ 3,3 mil estavam com o suspeito.

A quantia foi devolvida a um funcionário da empresa responsável pelas máquinas furtadas. O veículo usado pelo ladrão na fuga, que era roubado, foi entregue ao proprietário.

O caso foi registrado no 24 º DP (Água Rasa), onde a metroviária que testemunhou a ação reconheceu Neto.

ESTADÃO

Ferroviários de SP suspendem greve por mais 1 semana

Eles vão esperar uma contraproposta da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Funcionários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) decidiram em assembleia na noite desta terça-feira adiar a decisão sobre a greve da categoria, que começaria amanhã. Eles descartaram a paralisação até segunda-feira, quando haverá nova reunião com a empresa. O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias de Transporte de Passageiros da Zona Sorocabana e o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona da Central do Brasil vão esperar pela posição da CPTM a respeito de uma contraproposta apresentada na reunião que ocorreu na tarde de hoje no Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

"Vamos dar um último fôlego ao governo, uma quinta e última chance", disse Everson Craveiro, representante do sindicato da Soracabana. Os ferroviários representados pelas duas entidades operam as linhas 8, 9, 11 e 12. Eles pedem reposição da inflação de 6,77% mais reajuste de 5% por produtividade, entre outras reivindicações. Os demais sindicatos aceitaram a proposta feita pela CPTM e descartaram a paralisação.

Na segunda-feira, haverá uma nova reunião de conciliação no TRT entre a empresa e os funcionários. Logo depois, às 19h, os trabalhadores fazem assembleia para decidir pela paralisação ou não.

As seis linhas da CPTM atendem a capital paulista e 21 municípios da região metropolitana de São Paulo, transportando diariamente cerca 2,3 milhões de passageiros.


Fonte: Terra

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Trem sobe a R$ 3,20 e gera reclamações

O ir e vir de trem entre cidades da região ou São Paulo ficou mais caro. O preço do bilhete do subúrbio passou de R$ 3,00 para R$ 3,20 e desagradou muitos usuários ontem. A reclamação é de que os vagões sempre estão lotados e que a demora no deslocamento é grande, ainda mais agora com obras nas linhas.

Para quem usa o trem duas vezes ao dia, cinco vezes por semana, o aumento na tarifa vai resultar agora em R$ 8 a mais por mês. A alta foi de 6,6% na passagem e pode não parecer muito, mas mexe com o bolso de milhares - são cerca de 391 mil embarques/desembarques ao dia na Estação Ferroviária de Jundiaí. “Quem ganha um salário mínimo conta cada centavo”, afirma o pintor Wanderson da Costa Farias.

Ele mora em Francisco Morato e trabalha em Jundiaí. Para isso usa diariamente o serviço da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). “É muita coisa para um serviço ruim, que vive atrasando.”

O mesmo aponta o encarregado Sérgio Ribeiro de Melo Junior. Ele usa o subúrbio para ir a São Paulo todo dia. “Os R$ 0,40 vão pesar, com certeza. Se as condições não fossem tão precárias e se os trens funcionassem como o Metrô, com horário mais amplo e mais rápido, valeria pagar, mas nessas condições não dá”.

O encarregado ainda usa o transporte urbano, que na Capital acabou de ser reajustado também para R$ 3,20. Agora, ele espera para ver o quanto vai subir aqui em Jundiaí. “Todo mundo sabe que vem aumento aí”, conta. A prefeitura reconhece ter montado uma equipe para estudar para quanto vai a tarifa dos ônibus.

“É muita coisa que vai se somando e dá um dinheirão no fim do mês”, atesta Anderson da Costa Faria.

MAIS

18,8% é o quanto quem ganha o salário mínimo usará com o ir e vir de trem por mês

É muito alto
O economista Guilherme Campos alerta: “É preciso avaliar caso a caso, mas o ideal é que o gasto com o transporte seja de  até 15% do que se ganha. Uma família que tem uma renda  em torno de R$ 2 mil deve gastar, por exemplo, algo na casa dos R$ 300 com transporte”, explicou.

E a desoneração?
O governo federal decidiu desonerar as passagens de ônibus e Metrô de PIS e Cofins. A alíquota de 3,65% será zerada a partir deste mês. Mas será que o usuário vai ser beneficiado ou só quem transporta?

Rede bom dia
ALINE PAGNAN
aline.pagnan@bomdiajundiai.com.br

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Ferroviários adiam decisão para hoje

Ontem, os metroviários decidiram aceitar proposta de 8% do governo do Estado
Sindicato que representa empregados das Linhas 11 e 12 vai apresentar contraproposta para companhia e se reunirá em assembleia, às 19 horas

A decisão de uma eventual greve nos trens foi adiada para hoje. Após receber uma proposta de 5,91% de correção inflacionária pelo Índice de Preço ao Consumidor (IPC) e mais 1% de produtividade, os trabalhadores das Linhas 11-Coral e 12-Safira da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) na noite de ontem, em assembleia realizada na estação Brás, decidiram levar uma contraproposta para companhia para analisar sedescartam ou não a greve na noite de hoje.

A reunião entre a CPTM e o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil, que representa as duas linhas que servem o Alto Tietê, ocorrerá no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) em São Paulo, a partir das 15h30. Neste local, a direção do órgão sindical irá apresentar novos valores. "Decidimos em assembleia apresentar a empresa uma contraproposta de 6,77% de correção e mais 5% de produtividade", informou a direção do órgão ao Dat.

Foi acertado também que estes percentuais serão discutidos com a categoria. Caso não haja um consenso entre as partes, a paralisação poderá ser deflagrada. "Iremos negociar, mas caso não haja acordo entraremos em greve amanhã (hoje)".

Além dos reajustes nos salários os funcionários pedem aumento no vale-alimentação para R$ 200. Para o Programa de Participação nos Resultados (PPR) a categoria reclama um valor na ordem de R$ 4 mil.

A assembleia que decidirá pela greve ou acordo coletivo será às 19 horas na estação Luz. "Vamos decidir amanhã (hoje) à noite e queremos que o presidente da CPTM entre na negociação, assim como o presidente do Metrô fez, afinal temos a mesma importância que os metroviários", finalizou a direção do sindicato que atende as Linhas 11 e 12 da companhia de trens.
Metrô
Em assembleia também na noite de ontem, os metroviários decidiram aceitar a proposta feita pelo Metrô e descartaram iniciar a greve que poderia ocorrer hoje. Os empregados, reunidos na sede do sindicato no Tatuapé, na zona leste da capital, aceitaram os 8% oferecidos pelo governo do Estado, sendo que 5,37% é o reajuste baseado no IPC e 2,5% o índice de produtividade.

DAT


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Metrô e CPTM têm nova assembleia hoje

Os funcionários do Metrô de São Paulo e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) realizam na noite desta segunda-feira, 3, nova assembleia para decidir se paralisam as atividades a partir da 0h desta terça-feira, 4.

A greve, inicialmente marcada para o dia 28, foi adiada em reunião da última segunda-feira. A categoria espera uma nova proposta do governo do Estado, que na semana passada ofereceu um reajuste de 6,42% - os metroviários reivindicam uma reposição salarial de 7,43%.

Segundo os sindicatos, além do aumento dos salários, a categoria pede reajuste de benefícios como vale-alimentação, vale-refeição e auxílio creche. Na pauta de reivindicações, estão também reclamações contra a privatização de algumas linhas, melhores condições de trabalho, plano de carreira e revisão da jornada.

Caso não cheguem a um acordo nesta tarde e decidam pela greve, o TRT já definiu que a categoria deverá manter 100% dos trabalhadores nos horários de pico (das 6h às 9h e das 17h Às 19h) e um efetivo de, no mínimo, 70% nos demais horários.

Na última semana, a categoria chegou a propor ao governo que a paralisação fosse substituída pela "catraca livre", alegando que essa mobilização não afetaria os usuários.
Agência Estadão.

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Metrô e CPTM têm nova assembleia marcada para hoje

Passageiros tentam embarcar em trem do Metrô, em São Paulo
A greve, inicialmente marcada para o dia 28, foi adiada em reunião da última segunda-feira

Os funcionários do Metrô de São Paulo e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) realizam na noite desta segunda-feira, 3, nova assembleia para decidir se paralisam as atividades a partir da 0h desta terça-feira, 4.

A greve, inicialmente marcada para o dia 28, foi adiada em reunião da última segunda-feira. A categoria espera uma nova proposta do governo do Estado, que na semana passada ofereceu um reajuste de 6,42% - os metroviários reivindicam uma reposição salarial de 7,43%.

Às 15h desta segunda, o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários de São Paulo, o Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo e a Companhia do Metrô tentam, novamente, chegar a um acordo no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT2).

Segundo os sindicatos, além do aumento dos salários, a categoria pede reajuste de benefícios como vale-alimentação, vale-refeição e auxílio creche. Na pauta de reivindicações, estão também reclamações contra a privatização de algumas linhas, melhores condições de trabalho, plano de carreira e revisão da jornada.

Caso não cheguem a um acordo nesta tarde e decidam pela greve, o TRT já definiu que a categoria deverá manter 100% dos trabalhadores nos horários de pico (das 6h às 9h e das 17h Às 19h) e um efetivo de, no mínimo, 70% nos demais horários.

Na última semana, a categoria chegou a propor ao governo que a paralisação fosse substituída pela "catraca livre", alegando que essa mobilização não afetaria os usuários.


Exame


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Metroviários e ferroviários de SP podem entrar em greve amanhã

Em assembleia na semana passada, trabalhadores do Metrô de São Paulo decidiram esperar proposta melhor do governo e marcaram nova reunião para decidir greve nesta segunda-feira (3)
Os servidores do Metrô e da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) voltarão a se reunir em assembleias na noite desta segunda-feira (3) para definir se entram em greve a partir da 0h de amanhã (4).

A greve, que incialmente havia sido marcada para o dia 28 (terça-feira passada), foi adiada após assembleias nas quais os trabalhadores decidiram aguardar propostas melhores do governo Geraldo Alckmin (PSDB). O Metrô ficou de apresentar uma nova proposta em uma audiência marcada para as 15h desta segunda-feira no TRT (Tribunal Regional do Trabalho), na região central da capital.

Em audiência realizada na semana passada, o Metrô, que oferecia 5,37% de correção da inflação aos metroviários, aumentou a proposta para 6,42% --os servidores pedem 7,3%. O TRT, então, propôs reajuste de 7,13%, e os representantes do governo ficaram de levar uma proposta melhor na audiência de hoje.

Os metroviários também reivindicam aumento real de 14,16%, reajuste no vale-alimentação (de R$ 218 para R$ 382,71 mensais), aumento de 24,3% no vale-refeição, plano de carreira e jornada de 36 horas.

Mais de 4 milhões de passageiros usam o metrô todos os dias. Em caso de greve, apenas a linha 4-Amarela continuaria operando, já que foi concedida ao setor privado. Para não afetar os usuários, os metroviários propuseram "catraca livre" --ou seja, metrô de graça para todos os usuários. Para o presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Altino de Melo Prazeres Júnior, a medida causaria impacto financeiro sem prejudicar a população.

No caso dos ferroviários, podem entrar em greve os funcionários de quatro das seis linhas da CPTM: 8–Diamante, 9–Esmeralda, 11–Coral e 12–Safira, ligadas ao Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias de Transporte de Passageiros da Zona Sorocabana e ao Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona da Central do Brasil. No total, as seis linhas CPTM transportam cerca 2,3 milhões de passageiros por dia.

A audiência dos ferroviários com a CPTM, mediada pelo TRT na última terça-feira (28), terminou sem acordo.


UOL

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Metroviários e Ferroviários podem entrar em greve nesta terça-feira

Os funcionários do Metrô de São Paulo decidiram adiar a greve programada para a ultima terça-feira, 28.

Em assembleia realizada na sede do Sindicato dos Metroviários, no Tatuapé, na zona leste da capital, a categoria votou e optou, por volta das 20h20 da ultima segunda-feira, 27, pelo adiamento da paralisação para o próximo dia 4 de junho.

Os metroviários haviam se reunido durante a tarde com representantes do Metrô no Tribunal Regional do Trabalho da 2.ª Região, no centro, para tentar uma conciliação. O Metrô pediu mais uma semana para reapresentar uma nova proposta para os trabalhadores.

A próxima assembleia dos metroviários ocorrerá no dia 3, quando será votada a realização da greve no dia seguinte.

"Dia 3 ou (o Metrô) faz uma proposta razoável para a categoria, ou dia 4 para São Paulo", disse ao microfone o presidente do sindicato, Altino de Melo Prazeres Júnior. Ele sugeriu que a categoria vá "até o limite" para conquistar as reivindicações.

Os metroviários pedem aumento real de 14,16%, além de 7,3% de reposição salarial e reajuste de 24,3% para o vale-refeição. Há outras reivindicações, como o aumento do vale-alimentação para R$ 382,71 e equiparação salarial.

Se não houver acordo, no dia 4 de junho devem ser paralisadas as Linhas 1-Azul (Tucuruvi-Jabaquara), 2-Verde (Vila Madalena-Vila Prudente), 3-Vermelha (Corinthians-Itaquera-Palmeiras-Barra Funda) e 5-Lilás (Capão Redondo-Largo Treze), por onde circulam, por dia, em média, quase 4 milhões de passageiros.

A Linha 4-Amarela (Luz-Butantã), que é operada pela concessionária ViaQuatro, é a única que funcionaria normalmente, já que seus funcionários pertencem a outro sindicato.

Em nota, a Companhia do Metropolitano informou que "conta com o bom senso da categoria em respeitar a solicitação" do TRT para suspender o movimento até a próxima segunda-feira, "quando será feito novo encontro para negociação entre as partes".

Ainda segundo a empresa, foram realizados em maio "seis reuniões com a categoria para negociar o reajuste dos metroviários". O Metrô disse ainda que "nos últimos sete anos, a soma de aumentos chegou a 48,84%" e que "somente acima de inflação, foram 8,8% no mesmo período".

A empresa, que é controlada pelo governo do Estado, afirmou que "concede uma série de benefícios aos seus funcionários, como participação nos lucros, vales refeição e alimentação, auxílio médico e previdência".

CPTM. Os funcionários de quatro linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) também decidiram adiar a greve que estava prevista para a ultima terça-feira, 28.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Sorocabana, foi marcada uma audiência de conciliação com a CPTM às 14h de terça-feira, 28, no TRT. Essa entidade representa as Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda.

Também participará dessa reunião o Sindicato dos Ferroviários da Central do Brasil, que igualmente sinalizava com a possibilidade de interrupção das Linhas 11-Coral e 12-Safira da CPTM.

Já o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias de São Paulo, que representa os empregados das Linhas 7-Rubi e 10-Turquesa, já havia fechado acordo com a CPTM na semana passada. Portanto, não haverá greve nesses ramais.

Fonte: Estadão 

Tarifas de ônibus, metrô e trens em SP aumentam para R$ 3,20 neste domingo

Reajuste de 6,7% passa a valer a partir das 0h deste domingo (2)

A partir das 0h deste domingo (2), as passagens de ônibus, metrô e trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) vão custar R$ 3,20. O reajuste das tarifas é de 6,7%

De acordo com a administração municipal, a tarifa atual de R$ 3 vigora desde janeiro de 2011 e chegaria a R$ 3,40 se fosse feito o reajuste da inflação acumulada no período pelo IPC/Fipe. Porém o prefeito Fernando Haddad já havia informado que o novo valor ficaria abaixo de R$ 3,40

Os usuários devem ficar atentos pois com a subida das tarifas, as recargas do Bilhete Único com valor da passagem a R$ 3 só poderão ser feitas até este sábado (1°).

Integração

O valor da integração entre as linhas de ônibus da capital paulista e as linhas de metrô e trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), geridos pelo governo estadual, também vai subir dos atuais R$ 4,65 para R$ 5.

Intermunicipais

Também haverá aumentos das passagens dos ônibus intermunicipais nas regiões da Grande São Paulo e da Baixada Santista a partir do dia 2. O reajuste médio será de 7,5%.

R7

Foto: Estação Francisco Morato

Estações de SP devem ganhar mais 155 lojas

Ideia é que parte dos espaços esteja aberta até o fim do ano; atualmente, são 66 em funcionamento

O Metrô de São Paulo está lançando editais para abrir mais lojas no sistema. Atualmente, existem 66 espaços em funcionamento. Agora, a empresa - controlada pelo governo do Estado - pretende fazer com que mais 155 atualmente desativados passem a funcionar nas quatro linhas sob sua supervisão - a Linha 4-Amarela é operada pela concessionária ViaQuatro.

Ao todo, são 4,8 mil metros quadrados disponíveis em estações para serem reocupados por estabelecimentos comerciais.

A previsão da companhia é de que lojas de setores como saúde, alimentação e telefonia móvel já estejam funcionando até o fim do ano.

Os contratos devem ser assinados entre junho e agosto. Outras atividades, porém, podem ser contempladas mais para a frente, em novos contratos.

Jardim suspenso. Entre os pontos onde, futuramente, a empresa estuda colocar uma loja está parte do jardim suspenso da Estação Palmeiras-Barra Funda, na Linha 3-Vermelha, sobre o terminal de ônibus da Avenida Auro Soares de Moura Andrade, na zona oeste da capital.

Recoberto de plantas ao ar livre, o local é uma das poucas áreas verdes no entorno da parada, embora há anos o público seja proibido de acessá-lo.

Ouvidos pela reportagem, passageiros que circulam por ali se mostraram, em sua maioria, desfavoráveis à retirada da vegetação para instalação de uma loja.

"Acho jardim melhor, porque areja mais a estação", disse a dona de casa Lúcia Jesus Santos, de 28 anos.

O operador de máquina Elson Melo Araújo, de 21, afirmou que as árvores ajudam a trazer um contato com a natureza em um espaço onde dominam o concreto e os metais. "Assim está bom. Só acho que deveriam abrir para o público."

Por sua vez, o aquarista Elton Fogaça, de 30 anos, diz acreditar que as lojas facilitam a vida das pessoas que circulam pelas estações, mas acha que um estabelecimento instalado no lugar do jardim só seria positivo se fosse uma lanchonete ou uma farmácia.

Questionado, o Metrô não informou o tamanho nem desde quando o jardim suspenso da Barra Funda está fechado.

Embora as pessoas não possam circular por ali, o local não tem paredes ou grades, o que permite a entrada de luz e ar na estação.

Sem definição. A empresa informou apenas que "realiza estudos para ampliar as áreas comerciais no sistema", mas "ainda não há uma definição" se o jardim da Barra Funda será usado.

Com as lojas e os quiosques que já existem, a receita obtida pelo Metrô no ano passado foi de R$ 18,5 milhões. Dos espaços vazios, a maioria está desocupada desde 2010, quando os últimos contratos venceram.

Os novos contratos têm duração média de cinco anos. / C.V.

Estadão

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