SITUAÇÕES DAS LINHAS
6 Linha 6-Laranja
Estações (Fase Inicial):
João Paulo I • Freguesia do Ó • Santa Marina • Água Branca • Sesc-Pompeia • Perdizes
Horário: Segunda a sexta, exceto feriados, 10h às 15h
Laranja
Fora de Operação
17 Linha 17-Ouro
Horário: Segunda a sexta, 9h às 16h
Ouro
Fora de Operação
AG Aeromovel GRU
Horário: Todos os dias, 17h às 23h59
Aeromovel GRU
Fora de Operação
7 Linha 7-Rubi
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Rubi
Operando
10 Linha 10-Turquesa
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Turquesa
Operando
11 Linha 11-Coral
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Coral
Operando
12 Linha 12-Safira
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Safira
Operando
13 Linha 13-Jade
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Jade
Operando
8 Linha 8-Diamante
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Diamante
Operando
9 Linha 9-Esmeralda
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Esmeralda
Operando
1 Linha 1-Azul
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Azul
Operando
2 Linha 2-Verde
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Verde
Operando
3 Linha 3-Vermelha
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Vermelha
Operando
4 Linha 4-Amarela
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Amarela
Operando
5 Linha 5-Lilás
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Lilás
Operando
15 Linha 15-Prata
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Prata
Operando
EA Expresso Aeroporto
Horário: 5h à meia-noite
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em: 28/08/2025, 06:47:00
Ocorrências são postadas e atualizadas no perfil do Diário no X.
Mostrando postagens com marcador Metrô. Mostrar todas as postagens
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Transportes sobre trilhos terão operação especial para jogo do Brasil nesta quarta-feira (24)

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As linhas da CPTM, Metrô, Motiva e TIC Trens terão operação especial nesta quarta-feira (24), por conta do jogo da Seleção Brasileira contra a Escócia, marcado para às 19h.

A estratégia prevê trens reservas, antecipação do horário de pico e reforço de equipes para atender o aumento da demanda antes e após a partida.

Na CPTM, as linhas 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade terão operação habitual, com trens de prontidão a partir das 14h para possíveis ajustes conforme o movimento de passageiros.

No Metrô, as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata terão a oferta máxima de trens antecipada para às 16h. Também haverá reforço no atendimento, segurança e monitoramento das estações.

Nas linhas operadas pela Motiva, a operação especial também será aplicada. As linhas 4-Amarela e 5-Lilás terão reforço uma hora antes do habitual, com pico antecipado para às 16h. Já as linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda terão circulação reforçada a partir das 15h.

A Linha 7-Rubi, operada pela TIC Trens, terá trens de prontidão para atender a demanda e poderá antecipar o horário de pico da tarde. Após o jogo, haverá composição posicionada em pontos estratégicos para atender um possível aumento no fluxo de passageiros, além de reforço de agentes nas estações e trens.

Os passageiros podem adquirir bilhetes digitais QR Code pelo WhatsApp, aplicativo TOP, terminais de autoatendimento e pontos de venda autorizados.

O embarque de bicicletas segue as regras habituais: aos finais de semana e feriados é permitido durante toda a operação. Nos dias úteis, o transporte ocorre das 10h às 16h e das 21h até o encerramento da operação, sempre no último carro do trem.

Fonte: Governo de São Paulo


Linha 17-Ouro do Metrô de São Paulo atinge 83% de conclusão

Obras da estação Brooklin Paulista

As obras da Linha 17-Ouro do Metrô de São Paulo já alcançaram 83% de execução. Desde a retomada do projeto em setembro de 2023, o empreendimento — que envolve obras civis, sistemas e trens — evoluiu mais de 22 pontos percentuais, com destaque para os sistemas de energia, sinalização e telecomunicações, que avançaram mais de 50 pontos percentuais.

Entre os marcos já atingidos estão:

  • Conclusão do túnel que liga o Aeroporto de Congonhas à estação anexa

  • Instalação de passarelas e coberturas metálicas em várias estações

  • Lançamento de 203 vigas-guia na via elevada

  • Recomposição de 4,6 km do viário da Av. Jornalista Roberto Marinho, em parceria com a Prefeitura de São Paulo

Com 6,7 km de extensão, a Linha 17-Ouro vai ligar o Aeroporto de Congonhas às linhas 5-Lilás e 9-Esmeralda, beneficiando cerca de 100 mil passageiros por dia. O projeto prevê oito estações modernas, 14 trens automatizados e soluções sustentáveis como aquecimento solar e reaproveitamento de água da chuva.

As duas primeiras composições já estão no Brasil e em fase de testes, enquanto outras seguem em produção na China. Os trens são totalmente automatizados, sem condutor, equipados com tecnologia CBTC, que permite intervalos menores, maior eficiência e autonomia para rodar até 8 km com baterias em caso de falta de energia.

A implantação das portas de plataforma avança nas oito estações, junto à instalação de sistemas de energia, ventilação, multimídia, monitoramento e telecomunicações. Equipamentos como escadas rolantes, elevadores, máquina de lavar trem e veículo de manutenção também estão em montagem e testes.

A operação da Linha 17-Ouro está prevista para 2026, e as próximas etapas incluem finalização de obras civis, comissionamento dos sistemas e paisagismo. A nova linha será um importante reforço para a mobilidade urbana na Zona Sul de São Paulo.

Por: Metrô 

Metrô supera expectativa e arrecada quase R$ 2 milhões em leilão de materiais inservíveis


No dia 22 de abril, o Metrô de São Paulo ultrapassou sua meta ao arrecadar R$ 1.973.041,40 durante a realização do primeiro leilão de materiais inservíveis de 2021. O resultado é satisfatório visto que a previsão inicial era de atingir R$ 1,5 milhão.  

Realizada de forma online, a ocasião colocou à venda 64 lotes dos quais 43 foram arrematados, 11 estão em análise e 10 não possuíram arrematantes. 

Além de ser proveitoso para o meio ambiente, o evento possibilita que outras operadoras do setor adquiram peças raramente encontradas no mercado, é vantajoso para a indústria de sucatas e beneficia a Companhia através da receita adicional. 

Obras da expansão da Linha 2-Verde do Metrô alteram tráfego na zona leste a partir deste sábado (10)

Intervenções serão feitas nas regiões do Anália Franco e Vila Prudente

A partir deste sábado (10), ruas e avenidas na zona leste terão o tráfego alterado para obras de ampliação da Linha 2-Verde do Metrô, nas estações Anália Franco e Orfanato (região de Vila Prudente). As intervenções devem ocorrer por um período de 36 meses. Confira as mudanças:

Anália Franco

Alterações e interdições para as obras da futura estação Anália Franco:

- Avenida Ver. Abel Ferreira, sentido centro, entre Avenida Montemagno e Rua Eng. Cestari;

- Avenida Montemagno, entre as ruas Jorge Bittar e Engenheiro Cestari;

- Rua Santiago Rodrigues, entre as avenidas Montemagno e Ver. Abel Ferreira;

- Rua Jorge Bittar, próximo ao numeral 72; será permitido o tráfego local;

- Rua Ápio Cláudio, entre Avenida Montemagno e desvio construído;

Desvios e alternativas:

- Para quem segue pela Avenida Abel Ferreira sentido centro, o desvio será pela pista contrária, que estará operando em mão dupla desde o cruzamento da Avenida Montemagno até o cruzamento com a Rua Engenheiro Cestari, retornando ao caminho original;

- Quem segue pela Avenida Abel Ferreira, com destino à Avenida Eduardo Cotching, deverá virar à direita na Rua Engenheiro Cestari, à direita no novo acesso construído, à esquerda na Rua Ápio Cláudio e Avenida Eduardo Cotching, retornando ao caminho original.

Orfanato

Alterações e interdições para as obras da futura estação Orfanato:

- Rua Cananéia, entre a Rua Dr. Sanareli e 50 metros antes da Avenida Vila Ema, faixa da esquerda;

- Cruzamento da Rua Dr. Sanareli com a Rua do Orfanato - será permitido o trânsito local de veículos, entre as ruas do Orfanato e Cananéia.

Desvios e alternativas:

- O fluxo de trânsito da Rua Cananéia será direcionado para o lado direito da via;

Durante as interdições, os motoristas que circulam pela região serão orientados através de dispositivos de sinalização, além de agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) que também estarão no local. 

CPTM e Metrô passam a oferecer bilhete unitário com tecnologia digital QR Code

Passageiros de transporte sobre trilhos poderão adquirir o Bilhete Digital QR Code por meio de aplicativo de celular e máquinas de autoatendimento nas estações

O Governo do Estado de São Paulo lançou nesta sexta-feira o TOP, novo Bilhete Digital QR Code para embarque nas estações da CPTM e do Metrô. A novidade, que já passava por um teste piloto em algumas estações desde o ano passado, chega para substituir, a médio prazo, o bilhete unitário tradicional (conhecido como Edmonson), trazendo mais rapidez e comodidade para quem utiliza o transporte sobre trilhos. A cerimônia de lançamento, na Estação da Luz, contou com a presença do Governador João Doria e do Secretário de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy.

O novo Bilhete Digital QR Code tem o mesmo valor que o anterior, R﹩ 4,40 por passagem, e conta com a praticidade de poder ser comprado e utilizado direto pelo celular, por meio do aplicativo TOP, disponível para celulares Android e IOS. "Essa é a modernidade. Um sistema digital é um sistema mais rápido, mais eficiente, de menor custo e que também impede a fraude. Coloca o Estado de São Paulo dentro do patamar das principais regiões do mundo, sobretudo na Ásia, onde o sistema já é utilizado para facilitar o ingresso às estações e transporte", afirmou Doria.

O uso do QR Code em versão mobile para pagamento de tarifas torna-se um aliado para uma mobilidade mais segura, sem contato físico ou manuseio de dinheiro, uma vez que o pagamento é feito por cartão de débito ou crédito. Pelo aplicativo TOP, o cliente pode adquirir, diariamente, até 10 bilhetes que ficam disponíveis no app para quando ele precisar usar, sem prazo para expirar."Essa tecnologia visa facilitar a vida dos cidadãos no dia a dia. Esse meio é usado para substituir ao bilhete físico usado atualmente e complementa os demais bilhetes", disse o secretário Alexandre Baldy.

Além do aplicativo TOP, o passageiro também poderá comprar o Bilhete Digital QR Code nas máquinas de autoatendimento (ATM) localizadas dentro das estações, com cartão de débito, e, muito em breve, em estabelecimentos comerciais parceiros. O bilhete é então impresso para que a pessoa use nas catracas. Mesmo sem ter uma data de validade, no caso do Bilhete Digital QR Code impresso, a recomendação é de que ele seja utilizado em até 72 horas após a emissão para evitar que a impressão do código sofra danos. Para garantir o melhor uso na sua versão em impressa, também é recomendado que não o amasse, dobre, rasgue ou molhe, inclusive com álcool em gel, para evitar que o QR Code seja inutilizado, e que, após o uso, o papel seja descartado na lixeira mais próxima.

Os Bilhetes Digitais QR Code poderão ser utilizados nas catracas sinalizadas e preparadas com a tecnologia, impresso ou digital direto da tela do celular, aproximando o código do leitor indicado. Neste período de transição, haverá a presença de profissionais identificados nas estações para auxiliar os usuários no uso das máquinas ATMs e oferecer suporte nos leitores instalados nas catracas. Os clientes do TOP também contarão com atendimento por WhatsApp, pelo telefone (11) 3888-2200, 24 horas por dia, todos os dias da semana.

O QR Code, sigla para Quick Response Code (Código de Resposta Rápida) é uma tendência nos meios de pagamento e a implantação dessa tecnologia significa um passo inovador para o transporte coletivo, pois, além de melhorar a experiência do usuário, proporciona mais controle e gestão de dados. Outra vantagem é a redução de custos operacionais, facilitando a logística, distribuição e armazenamento dos bilhetes unitários.

Para mais informações sobre o TOP: https://www.boradetop.com.br

Redes:




Lojas de apps:


Rua Heitor dos Prazeres na Vila Sônia é liberada para o tráfego

Via estava bloqueada para obras da estação Vila Sônia da Linha 4-Amarela

A Rua Heitor dos Prazeres, na Vila Sônia, será liberada para o tráfego a partir desta quinta-feira (10).

A via estava bloqueada entre a avenida Professor Francisco Morato e a rua Doutor Adolfo Melo Júnior para obras do Metrô, de construção da estação Vila Sônia da Linha 4-Amarela.

A operação terá o apoio da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), que vai orientar os motoristas.

MP pede esclarecimentos ao Metrô de SP por derrubada de 100 árvores em obra da Linha 2-Verde;

MP pede esclarecimentos ao Metrô de SP por derrubada de 100 árvores em obra da Linha 2-Verde; Cetesb diz que lei não proíbe corte

Área na Vila Formosa, Zona Leste, foi escolhida pela companhia para canteiro de obras de prolongamento da Linha Verde. Via deveria estar pronta com 27 estações em 2013, mas segue com 14.

Matéria Completa: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2020/12/07/mp-pede-esclarecimentos-ao-metro-de-sp-por-derrubada-de-100-arvores-em-obra-da-linha-2-verde-cetesb-diz-que-legislacao-nao-proibe-corte.ghtml

Três em cada dez objetos perdidos no Metrô de SP voltam aos donos


Em 2019, mais de 103 mil itens foram recolhidos nas estações. Entre os achados estão prótese de perna, dentaduras e aparelho de som 

Só em 2019, foram recolhidos 103.210 itens, um aumento de 13% em relação a 2018.  Desse total, 24.787 objetos foram devolvidos aos donos, cerca de 24%. Uma média de 3 a cada 10 que foram catalogados no sistema.

Matéria Completa https://noticias.r7.com/sao-paulo/tres-em-cada-dez-objetos-perdidos-no-metro-de-sp-voltam-aos-donos-24012020?amp

Após liderar grandes protestos, Passe Livre volta às ruas contra cartel no metrô de SP

A tarifa do transporte público volta a ser o tema central das ações do MPL (Movimento Passe Livre) na tarde desta quarta-feira (14), com a realização de uma manifestação em favor do transporte público gratuito e contra as denúncias de desvios de mais de R$ 570 milhões de dinheiro público nos contratos das licitações do Metrô e da CPTM. A concentração está marcada para as 15h, no Vale do Anhangabaú, no centro da capital, e mais de 7.000 pessoas confirmaram presença na página do ato, no Facebook.

Após encabeçar as grandes manifestações populares em junho e julho, o MPL seguiu participando de outros protestos, mas no papel de apoiador apenas, em questões envolvendo temas como saúde pública e moradia. Desde a redução da tarifa do transporte público em São Paulo, saindo de R$ 3,20 para voltar a R$ 3, o tema não era a principal força motriz dos eventos com participação do Passe Livre.

Marcelo Hotimsky, um dos líderes do MPL, disse em entrevista ao R7 que mais importante do que as reivindicações são as premissas que sempre regiram o movimento, que há alguns meses conseguiu aglutinar tantas vertentes distintas da sociedade em torno de um objetivo. Ele afirma que o ato desta quarta foi organizado pelo Sindicato dos Metroviários de São Paulo, organização parceira do grupo justamente pela luta contra a tarifa no transporte público e contra o modelo de gestão que está aí.

— A gente resolveu compor junto, tanto por ser um grupo parceiro quanto por ser uma pauta comum. É um ato diferente dos da jornada de junho porque ele não tem pauta fixa. Esse ato é muito mais como uma denúncia da situação, e a ideia dele é relacionar um pouco a pauta, porque a gente acredita que seja a corrupção, o desvio de dinheiro, o cartel sendo denunciado, seja o aumento da tarifa, todos seguem a mesma lógica. O problema não é a corrupção em si, o problema é que por trás do transporte público existem empresas que estão lucrando com isso.

Se as denúncias em torno do cartel trazido a público pela empresa alemã Siemens, acerca das últimas licitações do Metrô e da CPTM, serviram como estopim, o MPL sabe que a grande dificuldade que enfrenta antes mesmo de voltar a tratar da tarifa do transporte nas ruas é justamente lidar com o dilema de não ser associado a um ou mais partidos. A escolha de ser apartidário, ou seja, sem se sentir representado por qualquer das siglas que hoje estão no poder, ainda gera discursos que, segundo Hotimsky, não são encampados pelo grupo.

— Não é que com esse ato a gente queira que o governador caia, como alguns setores têm entendido. Na verdade essa é a grande dificuldade da manifestação de quarta-feira. Não é questão do nome ou da sigla que está no poder. A questão é essa, o apartidarismo vai muito mais no sentido de poder resistir a essas formas de opressão, a essas formas de gestão do transporte público, que não estão vinculadas aos interesses dos usuários e dos trabalhadores do transporte, do que uma questão antipartidária a princípio. A questão é seguir resistindo, independente da sigla que estiver no poder.

O dirigente do MPL reforçou a posição ao afirmar que, independente de partido, quem está no poder hoje “não sabe as necessidades de locomoção da população”.

— A grande questão é que todo esse dinheiro [desviado] que foi usado para o lucro das empresas fosse investido em transporte público, com certeza a tarifa poderia ser muito menor, ou o salário dos trabalhadores do Metrô poderia ser maior. É isso. A gente não está buscando com esse ato uma reivindicação específica, não estamos dizendo que esse dinheiro deveria ter sido usado em A, X, Y ou Z. A escolha de como esse dinheiro deveria ser usado deveria partir dos usuários e dos trabalhadores, e não das empresas em conjunto com o governo.

Meta da tarifa zero

Embora praticamente rechaçada mais uma vez pelo prefeito Fernando Haddad nesta terça-feira, a tarifa zero e o
transporte público gratuito seguem como uma bandeira a ser mantida pelos líderes do MPL. O grupo inclusive promete aproveitar o protesto desta quarta para recolher assinaturas dos manifestantes, ajudando a alcançar o número de 500 mil. Com elas, o Passe Livre espera levar à Câmara Municipal um projeto de lei para ser discutido e, eventualmente, votado, a fim de encampar a perspectiva que é lema do grupo: “por uma vida sem catracas”.

— Para [o projeto] ser implantado precisa ser amplamente discutido pela população, e também a gente não acha que com 500 mil assinaturas ele será feito. Existe muita pressão política em torno disso. Os empresários de transporte ainda são muito fortes dentro do governo. Então a ideia é recolher essas assinaturas, discutir a questão e fazer atos, para que essa lei seja implantada. Acho que a questão da pressão popular é ainda muito forte. Por exemplo, você pega o Plano Diretor de São Paulo, pega as leis que existem hoje em dia, elas não são ruins, assim como supostamente reforma agrária é lei no Brasil. A questão é a política por trás da aplicação dessas leis.

Questionado se o MPL traça algum plano para dar o que muitos já chamaram de “passo seguinte”, levando o seu prestígio das ruas para outro nível, mais precisamente se inserindo na esfera política e das tomadas de decisão no País, Marcelo Hotimsky procurou não fazer previsões quanto ao futuro, preferindo debater o presente e os caminhos do movimento, regido sempre pelos mesmos preceitos e iniciativas.

— A gente não tem essa discussão ainda, nem pretende fazer algo nesses termos, mas sempre fez esse debate (da tarifa). Antes da eleição para prefeitura, nós fizemos um jornal, no qual falávamos das propostas de mobilidade de cada candidato. É isso, não dizíamos que determinada proposta era melhor ou pior, mas a gente mostrava o quanto eram inadequadas. Mas é claro que entre elas se podia ver as diferenças. A gente considera que o transporte tem ganhado uma centralidade no debate público. Não temos apenas um caminho [a seguir], temos vários.
Assista ao vídeo: http://r7.com/8JL8



FONTE R7

Governo Alckmin minimiza atraso em obras do Metrô e oferece mais R$ 37 bilhões em PPPs

Os R$ 37 bilhões são mais uma tentativa de resolver o problema da superlotação em trens e metrôs da região metropolitana de São Paulo (Foto: Guilherme Zühlke O'Connor. Flickr)
Durante exposição a empresas francesas, secretário de Transportes Metropolitanos defende parceria argumentando que estado não tem condições de concluir trabalhos no ritmo necessário

 O secretário estadual de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes, anunciou, na abertura do Congresso Franco-Brasileiro de Mobilidade Urbana, na manhã de hoje (18), que quatro projetos de expansão metroferroviária paulista serão realizados por meio de parcerias público-privadas (PPPs). As obras apresentadas pelo secretário, orçadas em R$ 37 bilhões, foram as linhas 6- Laranja (Freguesia do Ó-São Joaquim) e 20-Rosa do Metrô (Moema-Lapa), a linha 18-Bronze do trem metropolitano (Alvarengas-Tamanduateí), e os trens intercidades, os primeiros ligando São Paulo a Campinas e Sorocaba, no interior.

O secretário ressaltou que, em 2014, o estado terá em andamento sete obras do Metrô ao mesmo tempo. “Até o final deste ano teremos a contratação de boa parte das obras da linha 18-Bronze, da extensão da linha 2-Verde, com 15 quilômetros, e da primeira fase da linha 6-Laranja, também com 15 quilômetros. Além disso, teremos a continuidade do processo das linhas 5-Lilás (Capão Redondo-Chacará Klabin), que deverá ficar pronta até 2015, da linha 17-Ouro (Congonhas-Morumbi), da linha 4-Amarela (Luz-Vila Sônia) e da linha 15-Branca (Oratório-Cidade Tiradentes)."

Fernandes minimizou o atraso de obras em andamento no metrô, sobretudo na linha 4-Amarela, que também é uma PPP. “Os atrasos foram decorrentes de uma série de fatores, como desapropriações, pendências judiciais, e até o acidente de 2007 na estação Pinheiros, nenhum deles relacionado ao modelo de contratação por PPP. Muito pelo contrário, a parceria acabou afetada por fatores externos a ela. Além disso, a parceria é fundamental para que consigamos construir todas estas linhas ao mesmo tempo. Nós não temos condição de gestão no Metrô para realizar isso sozinhos”, explicou.

As linhas 4-Amarela e 5-Lilás acumulam vários anos de atraso. A primeira iniciada em 2001, tinha previsão de conclusão total em 2008, ligando o bairro da Luz à Vila Sônia. No entanto, o primeiro trecho, com seis estações operando entre a Luz e Pinheiros, só foi entregue no final de 2010. Em 2007, uma cratera se abriu no que viria a ser a estação Pinheiros, matando sete pessoas e levantando inúmeros questionamentos sobre a qualidade dos serviços realizados pelas empresas consorciadas.

A previsão atual de entrega da segunda fase, com as estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, Fradique Coutinho, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia e a ampliação do numero de trens em circulação, dos atuais 14 para 29, é entre junho e setembro de 2014, com pelo menos seis anos de atraso.

Já a linha Lilás, teve sua construção iniciada em 1998, gerida pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), sendo denominada Linha G. O primeiro trecho, entre Capão Redondo e Largo Treze, foi entregue em 2002. desde então nenhuma outra estação foi concluída. Em 2010, a licitação de seis lotes de construção da linha foram suspensas por suspeita de favorecimento de empresas e formação de cartel.

Os projetos foram apresentados a lideranças políticas e agências governamentais francesas, como a Ubifrance, responsável pela promoção do desenvolvimento internacional de empresas francesas. Além disso, estão participando do congresso 17 empresas que vêm apresentar casos de sucesso, entre elas a Alstom, que já sofreu denúncias de que realizava subornos para ganhar licitações da extensão do Metrô de São Paulo, a partir de uma investigação do Ministério Público da Suíça.

Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br
Por: Rodrigo Gomes, da Rede Brasil Atual


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As notícias veiculadas acima, na forma de clipping, são acompanhadas dos respectivos créditos quanto ao veículo e ao autor, não sendo de responsabilidade do Blog Diário da CPTM

Inacabada, linha amarela do Metrô de São Paulo deveria estar pronta desde 2003

Kassab e Alckmin, em foto que marcou inauguração das estações Luz e República da Linha 4, no ano passado (©Jorge Araújo/Folhapress)
Tratada como trunfo pelo governo estadual de São Paulo, a linha-4 Amarela do metrô paulistano, que ainda se encontra inacabada, já deveria estar em sua maioria concluída desde 2003. Os dados foram divulgados ontem (25) na Assembleia Legislativa. Foram colhidos dos planejamentos realizados pelas gestões anteriores, através dos planos plurianuais (PPA) e orçamentos.

A primeira vez que a linha amarela apareceu nos planos do governo estadual foi no PPA (2000-2003) feito pelo ex-governador Mário Covas, já morto. De acordo com sua previsão, 84,4% da linha deveria estar concluída e pronta para ser utilizada até 2003. As obras desta linha do metrô se iniciaram somente em 2004, na gestão do então governador Geraldo Alckmin.

A inauguração do primeiro trecho da linha se deu somente em 25 maio de 2010, com sete anos de atraso e apenas duas estações disponíveis. No PPA do ex-governador José Serra, a previsão era de entregar, até 2011, o trecho que ligaria a estação Taboão da Serra-Luz, ou 77% da obra.

A viabilização da linha, com 12,8 quilômetros de extensão, foi dividida em duas etapas: a primeira, já funcionando, com nove quilômetros e seis estações – Luz, República, Paulista, Faria Lima, Pinheiros e Butantã – e 14 trens operando. A segunda, com mais 3,8 quilômetros e cinco estações – Higienópolis, Oscar Freire, Fradique Coutinho, Morumbi e Vila Sônia.

Com a mudança de previsão para finalização das obras em 2014, se tudo sair como planejado, portanto, sem novos atrasos, a linha completaria dez anos para ser totalmente construída. Somando-se todos os avanços conquistados no metrô desde a gestão Covas, 30,9 quilômetros de linha foram construídos, uma média de 1,93 quilômetros por ano.

Todos os atrasos se uniram a um grave acidente durante a construção da estação Pinheiros, em 2007. Sete pessoas morreram, investigações foram abertas, entretanto, ninguém foi punido. O fato é um tabu para o governo, que não deu até hoje uma justificativa razoável.

Uma explicação viável para os repetidos atrasos pode estar fundamentada na falta de investimento do governo estadual. Dos R$ 22,8 bilhões orçados para se investir no metrô pelo executivo paulista, foram utilizados apenas R$ 12,5 bilhões, resultando em uma “economia” R$ 10,3 bilhões que poderiam ser gastos com o transporte metropolitano. Não é possível mapear o destino deste recurso não utilizado.

De acordo com dados levantados no Sistema de Informações Gerenciais da Execução Orçamentária (Sigeo), gerida pelo executivo estadual, somente em 2011, dos R$ 651 milhões orçados para a expansão da Linha 4-Amarela, o governador Geraldo Alckmin investiu R$ 91 milhões, poupando R$ 560 milhões.

Mesmo com a mobilidade urbana sendo uma atribuição dos estados, conforme prevê o artigo 21 da Constituição, o governo federal, somando as gestões dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, e a atual, de Dilma Rousseff, já emprestou R$ 19,8 bilhões ao governo de São Paulo. Nos governos Lula e Dilma, R$ 671 milhões já foram enviados para o metrô paulistano a fundo perdido, ou seja, sem necessidade de ser pagos.

O prefeito Gilberto Kassab (PSD) comprometeu-se em 2008 a repassar R$ 2 bilhões ao Metrô até 2012. No entanto, apenas R$ 641,3 milhões foram transferidos até o momento. Mais R$ 143,7 milhões estão previstos para este ano.

http://www.redebrasilatual.com.br


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Por falta de investimento, metrô de SP parece "uma lata de sardinhas", diz sindicalista


Quem viaja todo dia no metrô de São Paulo já incorporou à conversa as palavras: falha técnica, pane, superlotação... O termo "pane", vale esclarecer, é questionado como impreciso tecnicamente pelo secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes na entrevista concedida ao Mobilize.

Na visão do sindicato dos metroviários de São Paulo não há porque relativizar a situação atual, que deve ser considerada crítica, exigindo uma atuação mais firme do governo. O sindicalista Ciro Moraes, secretário de comunicação do sindicato, é enfático: "Os problemas de falhas e superlotação enfrentados pelo sistema metroferroviário se devem à negligência de consecutivos governos", diz, acrescentando que "se não houve investimento na expansão de linhas de metrô, por outro lado se gastou recursos públicos na ampliação da infraestrutura viária para o automóvel, na construção de viadutos e avenidas que atendem somente ao interesse do petróleo, da indústria automobilística", denuncia.

Segundo ele, para atenuar o sufoco, o metrô deveria ter pelo menos 200 km de extensão (o ideal seria 300 km, ou mais, completa), e não os tão-somente 74 km de linha atuais.

Mesmo a linha 4 Amarela, para a qual migraram usuários de todas as linhas (subindo a demanda em todo o sistema para algo em torno de 4,5 milhões de passageiros/dia), já apresenta problemas técnicos, o que tem levado a área técnica da empresa que controla o sistema a cogitar a introdução de um condutor nos trens, ou mais funcionários que possam orientar melhor os passageiros em caso de emergência, revela Moraes.

O próprio secretário Jurandir Fernandes reconhece que o metrô paulistano é recordista mundial de superlotação. E Moraes dispara: "São verdadeiras latas de sardinha, onde em cada vagão viajam onze pessoas por metro quadrado". E as obras seguem em ritmo aquém do esperado, avalia, dando o exemplo Santiago do Chile, onde para uma população que é a metade da de São Paulo, há quase 90 km de metrô.

Sistema CBTC

Para driblar problemas como o tempo de circulação entre os trens, a direção do metrô vem adotando, desde o ano passado, o sistema de sinalização CBTC, que possibilita às composições trafegarem mais próximas umas das outras.

Teoricamente, o sistema permitiria introduzir mais composições na linha, reduzindo em vinte metros o intervalo entre trens. Adiantando não ser contra a tecnologia, Moraes explica que, com o CBTC, o metrô evitou a compra de mais trens, e reformou as atuais composições. Mas a sua opinião é de que só isso não resolve: "Como o sistema funciona como um carrossel, a superlotação cria um problema de efeito cascata e os trens não têm como funcionar mais rapidamente", sustenta.

Segundo ele, a solução seria investir em mais linhas, criando uma rede com rotas alternativas. O usuário poderia pegar variantes, conforme sua conveniência. A imagem é a de um diamante, diz ele, em que vários raios convergem para um destino. "É como está estruturado o metrô de Londres, Paris, Nova York, ou seja, em todas as metrópoles desenvolvidas".

Fonte: Mobilize



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As notícias veiculadas acima, na forma de clipping, são acompanhadas dos respectivos créditos quanto ao veículo e ao autor, não sendo de responsabilidade do Blog Diário da CPTM.


Governo SP lançará editais para 70 novos trens em maio

O Governo de São Paulo irá lançar, no início de maio, dois editais para a compra de 70 novos trens. Autorizada pelo governador Geraldo Alckmin, a compra irá adicionar 55 veículos à frota da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e 15 ao Metrô.

De acordo com o secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, a concorrência será nacional e do tipo menor preço. Além disso, a empresa vencedora terá 18 meses, a partir da assinatura do contrato, para entregar o primeiro veículo da encomenda. “Já estamos sondando o mercado. Será uma concorrência dura”, frisou o secretário.

Os 15 novos trens do Metrô irão integrar a frota atual, que conta com 150 unidades, e serão distribuídos entre as linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha. Já os 55 trens da CPTM serão um adicional aos 105 veículos adquiridos das empresas Alstom e CAF, e que terminarão de ser entregues no final desse ano.

Revista Ferroviária


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Metrô: novo presidente vira só interino

Após 'Estado' revelar que José Kalil Neto já foi condenado em 1ª instância por improbidade, governador diz que ele será substituído

Depois de anunciar oficialmente José Kalil Neto como novo presidente do Metrô de São Paulo anteontem, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse ontem que a nomeação do economista não é definitiva. "Ele vai responder pelo Metrô até a nomeação do novo presidente. Anunciaremos um novo nome depois da Páscoa", disse. "Mas nós vamos verificar com muito cuidado antes de qualquer nomeação."

A mudança de posição do governo ocorreu depois de o Estado revelar na edição de ontem que Kalil Neto tem problemas com a Justiça: ele foi condenado em primeira instância por improbidade administrativa quando era diretor da estatal Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa), em 2007.

O documento apresentado pelo Ministério Público Estadual (MPE) contra Kalil e outros quatro diretores da companhia denunciava a contratação sem licitação de um escritório de advocacia que daria suporte jurídico à Dersa durante a execução das obras do Rodoanel Mário Covas.

O processo, da 9.ª Vara da Fazenda Pública, começou em 1993 e a condenação não foi cumprida por causa de um recurso apresentado pelos condenados. O recurso ainda não foi julgado.

Além da Dersa e do Metrô, Kalil Neto trabalhou na Secretaria de Estado dos Transportes e no Departamento de Estradas de Rodagem (DER). É funcionário do Estado desde 1977.

Sobre a condenação por improbidade de um funcionário do governo, Alckmin disse que vai "verificar com cuidado".

"As jurisprudências vão mudando. Naquela época você podia contratar escritório de advocacia por notória especialidade, com dispensa de licitação. A jurisprudência mudou, agora tudo tem de ser licitado. Por isso, nós temos sempre colocado reiteradamente: 'olha, contratação por dispensa de licitação só muito bem justificada e com parecer da Procuradoria-Geral do Estado, para não ter nenhuma dúvida", afirmou ontem governador, durante um evento.

Fraude. Sérgio Avelleda, ex-presidente do Metrô, deixou o cargo anteontem em um ambiente de tensão - e também envolvido em questões judiciais. Em novembro, ele chegou a ser afastado por dez dias da presidência por suspeita de fraude na licitação da Linha 5-Lilás.

Avelleda vai para a Estação da Luz Participações (EDLP), empresa do setor de logística e transporte de cargas sobre trilhos, que tem dois projetos que dependem de parcerias e autorizações do poder público.

Folha.com

Novo chefe do Metrô foi condenado em 1ª instância por improbidade

José Kalil Neto teria feito contrato sem licitação na Dersa; Sérgio Avelleda deixou presidência para elaborar projetos para o governo


O advogado Sérgio Avelleda deixou ontem a presidência do Metrô. Ele havia sido afastado do cargo em novembro do ano passado por causa de suspeita de fraude na licitação da Linha 5-Lilás, mas foi reconduzido ao posto em menos de um mês. Já o novo presidente da companhia, José Kalil Neto, tem problemas com a Justiça. Ele foi condenado, em 2007, por improbidade administrativa, mas recorreu e a sentença final ainda não saiu.

O novo presidente do Metrô, que até ontem era diretor de Finanças, foi condenado em primeira instância, em 2007, à perda da função, dos direitos políticos e a ressarcir os cofres públicos em um processo sobre sua atuação como funcionário da estatal Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa).

A denúncia apresentada pelo Ministério Público Estadual contra Kalil foi sobre a contratação sem licitação de um escritório de advocacia que faria suporte jurídico à Dersa durante a execução das obras do Rodoanel Mário Covas.

O processo, da 9.ª Vara da Fazenda Pública, começou em 1993 e a condenação não foi cumprida por causa de um recurso apresentado pelos condenados - além dele, outros quatro diretores da Dersa. O processo ainda está em andamento.

Consultoria. A saída de Avelleda já era especulada por funcionários do Metrô havia pelo menos três semanas. Mas a informação que circulava era que a saída do ex-presidente teria sido uma decisão do governo do Estado - o que é negado categoricamente pelo Palácio dos Bandeirantes.

O ex-presidente do Metrô vai trabalhar na empresa Estação da Luz Participações (EDLP), do empresário Guilherme Quintella. A empresa atua no setor de logística e transporte de cargas sobre trilhos e tem dois projetos, ainda em fase de planejamento, que dependem de parcerias a autorizações do poder público. Um deles é a ligação das cidades do interior do Estado por meio de trens - por meio da Agência de Desenvolvimento de Trens Rápidos entre Municípios (AD-Trem). O outro é o Trem de Alta Velocidade (TAV).

Quintella diz que, atualmente, não tem nenhuma ligação com governos. "Zero por cento do meu faturamento vem do poder público." E, por isso, não vê nenhum problema em contratar o ex-presidente do Metrô. Segundo o empresário, Avelleda foi convidado a trabalhar na empresa por causa do seu currículo. "Já o conhecíamos e procurávamos por um profissional diferenciado", disse Quintella.

O Estado solicitou entrevista com Avelleda à Assessoria de Imprensa do Metrô, que disse que ele não falaria. Questionada sobre a situação do novo presidente, a companhia confirmou o processo, mas ressaltou que a condenação não é em última instância.

Histórico. Avelleda foi presidente da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) entre 2008 e 2010 e estava no Metrô desde o início da atual gestão Geraldo Alckmin (PSDB), no ano passado. Ele já havia trabalhado no Departamento Jurídico do Metrô.

Em novembro do ano passado, o Ministério Público Estadual solicitou que o presidente fosse afastado do cargo e que as obras do prolongamento da Linha 5-Lilás fossem suspensas. Os dois pedidos foram aceitos em caráter liminar, mas derrubados com recursos. O processo ainda está em andamento.

A suspeita - que também resultou no indiciamento criminal de 14 representantes das maiores empreiteiras do País - é que a licitação das obras tenha sido fraudada. As empresas teriam combinado o resultado da licitação, amparadas por regras que, na prática, tornaram a empreitada mais cara, segundo a Promotoria. Avelleda foi afastado por ter descumprido a orientação do MP de não suspender a licitação, feita antes de ele assumir.

Folha.com

SP: Moradores protestam contra monotrilho


Cerca de 300 pessoas (segundo estimativa da PM) ainda protestavam na zona sul de São Paulo, por volta das 9h50 desta quarta-feira, por melhores condições do transporte público. Devido à manifestação, a rua Túlio Mugnaini estava bloqueada, além de uma faixa da avenida Carlos Caldeira Filho, na altura da estrada de Itapecerica, sentido centro.


Os manifestantes estavam em frente ao metrô Capão Redondo. Representantes das subprefeituras de M'Boi Mirim e Campo Limpo estavam no local, e, de acordo com os manifestantes, uma reunião deverá ser marcada para discutir as reivindicações que inclui a alteração do projeto do monotrilho para metrô.


A manifestação começou por volta das 7h, na estrada do M'Boi Mirim, também na zona sul. Inicialmente, foi informado que os manifestantes iriam até a subprefeitura, mas o grupo desistiu. Apesar da estimativa da PM apontar cerca de 300 pessoas durante a passeata, manifestantes apontam que chega a 1.500 pessoas.






Fonte: RF.


A via mais congestionada de São Paulo no horário ainda era a pista expressa da marginal Pinheiros, com 5,6 km de filas no sentido Interlagos. A retenção ia da Castello Branco até a ponte Cidade Universitária, e era resultado do excesso de veículos.
O trânsito estava abaixo da média na cidade de São Paulo, com 51 km de lentidão, o que representa 5,9% dos 868 km de vias monitoradas. A média do horário é de 6,9%. A pior região era a zona oeste, com 20 km de congestionamento.

SP retoma construção da Linha 4 - Amarela do metrô



As obras das cinco estações que faltam ser entregues da Linha 4-Amarela do Metrô, que ligará a Vila Sônia, na zona sul, à Estação da Luz, no centro, serão retomadas a partir do próximo sábado. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou ontem que vai assinar, neste dia, a ordem de serviço para a retomada das obras nos dois lotes restantes da linha.


Citando as Estações Vila Sônia, São Paulo-Morumbi, Fradique Coutinho, Oscar Freire e Mackenzie-Higienópolis, Alckmin disse que vai "entregar todas em 18 meses" - em setembro de 2013. O anúncio foi feito durante o 3.º Seminário sobre Gestão de Cidades em Tempos de Sustentabilidade, na Faculdade Armando Álvares Penteado (Faap).


Atualmente, a linha já tem túneis prontos e seis estações em funcionamento (mais informações no mapa ao lado). As novas obras serão para a construção das estações restantes. A licitação para esse serviço havia sido dividida em dois lotes: um para construção das estações São Paulo-Morumbi, Fradique Coutinho, Oscar Freire e Mackenzie-Higienópolis e outro para a Estação Vila Sônia, com previsão de ligação para Taboão da Serra, por um túnel de 1,5 quilômetro, e um terminal de ônibus.


Espanha. Um único grupo, entretanto, venceu os dois lotes. É o consórcio Corsán-Corvian Construcción, S. A., com sede na Espanha. O valor a ser pago ao grupo é de cerca de R$ 1,58 bilhão, segundo o orçamento do Metrô. No sábado, apenas a ordem de serviço para o primeiro lote, com a maior parte das estações, será assinado. O Metrô não confirmou a data de assinatura do segundo lote.


A obra reforça a ligação do sistema metroferroviário paulistano com o país europeu: conforme o Estado informou no sábado, o vice-governador Guilherme Afif Domingos esteve na Espanha na semana passada para costurar um convênio com o governo daquele país e com as empresas Metro Madrid, Renfe e Aves - responsáveis pelo sistema de transporte por trens em Madri -, para que elas participem das obras de ampliação do transporte sobre trilhos. A meta é investir R$ 60 bilhões até 2018 e aumentar de 2 para 13 a média de quilômetros de linha construídos por ano.


Atrasos. As obras da Linha 4-Amarela estão sendo retomadas seis meses após a entrega total da primeira fase. As últimas estações, Luz e República, foram abertas em setembro do ano passado. Mas a linha já nasceu superlotada e hoje transporta mais de 550 mil pessoas por dia - o que provoca, por exemplo, filas nas conexões com as outras linhas, sobretudo na Estação Consolação, da Linha 2-Verde.


A previsão original era de que toda a linha, com as 11 estações, estivesse pronta em 2008. Mas houve uma série de atrasos - um deles, consequência do acidente na Estação Pinheiros, em 2007, que matou sete pessoas. As novas estações também serão operadas pela empresa ViaQuatro, que já gerencia a linha por meio de uma Parceria Público-Privada.




Fonte: Revista Ferroviária


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Licença para início da obra do monotrilho que chegará a Congonhas sai nesta quarta-feira

O governador Geraldo Alckmin anunciou, nesta terça-feira (20), que a licença ambiental para a instalação das obras da linha 17-Ouro sairá nesta quarta-feira (21). O primeiro trecho será de monotrilho e ligará o aeroporto de Congonhas à rede da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), na estação Morumbi. A obra deverá ficar pronto até a Copa de 2014.

- Nós já tínhamos a licença prévia, mas a licença para instalação vai sair amanhã.

A assinatura da ordem de serviço para o início imediato das obras da linha 17 deverá acontecer na manhã deste sábado (24), quando será assinada a ordem para a retomada das obras da linha 4-Amarela do Metrô. Segundo o secretário de transportes metropolitanos Jurandir Fernandes, a construção estava parada por causa de ações administrativas entre as participantes da licitação.

- Agora, vamos reiniciar a segunda fase da linha, que inclui as estações Fradique Coutinho, Oscar Freire, Morumbi SP e Higienópolis. Tem também uma quinta estação, a da Vila Sônia, mas é outro contrato. 



No evento Terceiro Seminário sobre Gestão de Cidades em Tempos de Sustentabilidade, realizado nesta terça-feira (20), na Faap (Fundação Armando Álvares Penteado), Jurandir Fernandes falou sobre a importância da construção do primeiro trecho da linha 17-Ouro.

- Esse primeiro trecho com 8 km, além de ligar o aeroporto à CPTM, vai servir boa parte da rede hoteleira da capital para a Copa.

Expresso Aeroporto



Além do anúncio do início dessa construção da linha-17 ouro, o governador e o secretário afirmaram que, até a metade do ano, deverá sair o edital para a licitação das obras do Expresso Aeroporto, um trem que vai ligar o centro de São Paulo ao aeroporto de Guarulhos. A concorrência já havia sido aberta há cerca de três anos, mas a licitação não foi feita. 

Jurandir Fernandes disse que a expectativa é de que todas essas obras estejam prontas até a Copa de 2014.

- Esperamos que até 2014 a gente tenha os dois aeroportos de São Paulo ligados à ferrovia.