SITUAÇÕES DAS LINHAS
6 Linha 6-Laranja
Estações (Fase Inicial):
João Paulo I • Freguesia do Ó • Santa Marina • Água Branca • Sesc-Pompeia • Perdizes
Horário: Segunda a sexta, exceto feriados, 10h às 15h
Laranja
Fora de Operação
17 Linha 17-Ouro
Horário: Segunda a sexta, 9h às 16h
Ouro
Fora de Operação
AG Aeromovel GRU
Horário: Todos os dias, 17h às 23h59
Aeromovel GRU
Fora de Operação
7 Linha 7-Rubi
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Rubi
Operando
10 Linha 10-Turquesa
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Turquesa
Operando
11 Linha 11-Coral
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Coral
Operando
12 Linha 12-Safira
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Safira
Operando
13 Linha 13-Jade
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Jade
Operando
8 Linha 8-Diamante
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Diamante
Operando
9 Linha 9-Esmeralda
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Esmeralda
Operando
1 Linha 1-Azul
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Azul
Operando
2 Linha 2-Verde
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Verde
Operando
3 Linha 3-Vermelha
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Vermelha
Operando
4 Linha 4-Amarela
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Amarela
Operando
5 Linha 5-Lilás
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Lilás
Operando
15 Linha 15-Prata
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Prata
Operando
EA Expresso Aeroporto
Horário: 5h à meia-noite
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em: 28/08/2025, 06:47:00
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Jundiaí discute trem até Campinas

O conselho diretor do Aglomerado Urbano de Jundiaí (SP) se reuniu nesta segunda-feira (27) com o secretário de transportes metropolitanos de São Paulo. Entre os assuntos discutidos está o projeto da criação da linha de trem entre Jundiaí e Campinas (SP).

Na reunião, sete cidades estavam representadas. Além dos prefeitos, estavam presentes o secretário estadual de transportes metropolitanos, vereadores, empresários e autoridades civis e militares.

Na reunião, foi discutida a ligação de trilhos entre Jundiaí e Campinas, passando pelas cidades que estão no trajeto. Em um ano o projeto deve estar pronto, aponta levantamento feito na reunião.

O secretário também anunciou a contratação de uma pesquisa que identifica a origem e o destino das pessoas que passam pelas cidades que fazem parte do Aglomerado Urbano. A partir disso será feito um projeto para regionalizar o transporte. A previsão é de que o bilhete único regional seja criado até 2015.

Fonte: Revista Ferroviária 

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Metrô de SP lança edital para Linha 15-Prata


O Metrô de São Paulo publicou na última quinta-feira (18/04) o edital referente ao fornecimento e implantação dos sistemas de alimentação elétrica e auxiliares para o trecho São Lucas-Hospital Cidade Tiradentes da Linha 15-Prata, que será o monotrilho da extensão da Linha 2-Verde.

A licitação é do tipo menor preço. A vencedora da licitação terá 47 meses a partir da data da assinatura para efetuar a obra que esta orçada em R$ 700.758.994,07.

As propostas e os documentos para habilitação deverão ser entregues na sessão pública que será realizada no dia 17 de maio, na Rua Boa Vista, 175, 2º Andar.  O edital pode ser obtido gratuitamente por meio da Internet, no site www.metro.sp.gov.br.

A Linha 15-Prata do Metrô de São Paulo será uma linha de monotrilho com 24,6 quilômetros de extensão e 17 estações, ligará os distritos de Vila Prudente e Cidade Tiradentes e integrará os terminais de ônibus de Vila Prudente, Sapopemba, São Mateus e Cidade Tiradentes.



Passarela em Suzano começa a ser demolida, diz CPTM


A passarela que fica acima da linha férrea da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), em Suzano, já começou a ser demolida. Segundo a CPTM, o trabalho está em fase inicial. A primeira parte da demolição está concentrada nos acessos laterais e depois será feita a retirada da estrutura central, informou a companhia.
Os trabalhos que exigem interrupção total ou parcial da circulação dos trens estão sendo realizados durante a madrugada. Eles começam com o fechamento das linhas, à meia-noite,e segurem até por volta de 3h30, quando as primeiras composições começam a ser posicionadas para iniciar a operação comercial às 4h.
A CPTM informou ainda que os trabalhos de demolição serão realizados em até quatro meses. Segundo a CPTM, durante esse período, caso seja necessário, além dos trabalhos na madrugada, serão adotadas  outras estratégias, como intervenções nos períodos de menor movimentação de passageiros, aos finais de semana e feriados. Nesse caso, isso poderá exigir restrição de velocidade em determinados trechos.
A demolição ocorre por causa da construção da nova estação da CPTM em Suzano. Outra medida necessária para a realização da obra foi a retirada dos ambulantes que atuavam no local.

G1

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Licitação de trem regional deve sair em outubro


Enquanto o projeto de construção do Trem de Alta Velocidade (TAV), conhecido como trem-bala, ainda está em discussão no âmbito do governo federal, outro projeto sobre trilhos, de iniciativa do setor privado, em parceria com o governo do Estado de São Paulo, já está com o processo licitatório definido para o mês de outubro e as obras estão previstas para serem iniciadas no ano que vem, com um prazo estimado de conclusão de três anos.
Denominado Trem Intercidades, o projeto consiste em uma malha ferroviária de 430 quilômetros - com aproveitamento da faixa de domínio da CPTM -, e terá velocidade média de 120 quilômetros por hora, podendo chegar a 160 quilômetros por hora. A informação foi dada pelo vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, em entrevista exclusiva ao Broadcast.
O Trem Intercidades vai interligar, inicialmente, dois principais eixos do Estado. O primeiro ligará a Capital a Campinas, Americana, Jundiaí, Santo André, São Bernardo, São Caetano e Santos e o outro ligará São Paulo a Sorocaba, São Roque, São José dos Campos, Taubaté e Pindamonhangaba. A estação na Capital deverá servir de ligação com o trem bala do governo federal e com o metrô paulistano.
O projeto foi idealizado pelo BTG Pactual e pela Estação da Luz Participações (EDLP). O montante a ser investido é de R$ 18 bilhões, no esquema de Parceria Público Privada (PPPs), sendo que cerca de R$ 4 bilhões do governo do Estado.
"A expectativa é fechar a concorrência pública em outubro, para começarmos as obras no ano que vem", disse Guilherme Afif, que também preside o Conselho Gestor de PPPs estadual. Ele ressaltou que os R$ 4 bilhões provenientes dos cofres do governo paulista "já estão previstos no Orçamento". E que este projeto "é a menina dos olhos do momento".
O controlador e presidente da Estação da Luz Participações, Guilherme Quintella, afirmou que o objetivo é entregar os estudos técnicos do projeto até o mês de julho. "Estamos trabalhando com uma grande equipe para isso", contou o empresário, afirmando estar 'animado' com este projeto.
A decisão da escolha da estação central em São Paulo, que integrará TAV, o Intercidades e o Metrô (futura linha 6), é uma das decisões mais aguardadas para o projeto. Empresários consultados pela reportagem afirmam que quanto melhor a conectividade dos sistemas, mas atrativo ele será.
Os locais mais cotados para receber essa estação central são a Estação da Luz (junto com o complexo Julio Prestes); a Água Branca e a região do Campo de Marte, que precisaria de uma extensão do metrô no local. A definição passa também pelo crivo da Prefeitura de São Paulo, que precisa acordar a questão dos terrenos a serem cedidos com os governos estadual e federal.

Saiba como é feita modernização de trens do Metrô SP na Bombardier

Antes e depois da modernização, um processo que leva aproximadamente 3 meses
O Brasil vive um período de retomada dos grandes investimentos no transporte ferroviário. Somados os planos do Governo Federal, de estados e municípios, a conta passa dos R$ 100 bilhões, nos próximos quatro anos.

São Paulo é a metrópole do país que mais investe no transporte ferroviário. Não à toa. É também a de trânsito mais caótico. O plano atual prevê R$ 27 bilhões até 2014. É um dinheiro que será usado na expansão do número de linhas e na modernização de outras.

O programa inclui também reformas, como a que está sendo feita em 26 trens da linha Azul do metrô, na fábrica da Bombardier, em Hortolândia – outras companhias, como a Alstom, Siemens e CAF também são fornecedoras de trens para outras linhas.

Descubra passo a passo como é o processo que transforma trens com cerca de 30 anos em modelos com cara de novos:
Primeiramente é selecionado um trem, e seus vagões são colocados
em caminhões, e estes seguem para a fabrica onde será feita a modernização
Chegando na fábrica vagão por vagão é totalmente desmontado,
peças velhas e danificada são mandadas para reciclagem.
Após ser desmontado, a estrutura metálica do trem é avaliada centímetro por centimetro para verificar se não há rachaduras ou trincas.

Após todo o trabalho de desmanche e avaliação o trem segue para a
próxima fase de modernização.


Começa ser montado o novo salão do trem.
Pode-se ver que o salão já está em fase bem adiantada, a modernização já está quase completa.
Salão do trem praticamente pronto, faltando apenas alguns ajustes na parte elétrica.

Frente do trem praticamente pronta, agora só resta serem colocados osadesivos e a  numeração do trem, e depois serão realizados testes e o trem está pronto para voltar a circular.

Após todo esse trabalho o trem volta para a sua linha de operação e é testado e colocado em operação, totalmente modernizado.
Resultado final
A modernização em curso visa obter padrão de desempenho, conforto e acessibilidade equivalente às unidades novas de trens recentemente entregues. O trem modernizado ganhou ar-condicionado, câmeras de vigilância (quatro por carro), sensores para detecção de fumaça, sistema de informação audiovisual (monitores e displays), monitoramento contínuo dos equipamentos pelo operador (data bus) e sistema de freios com controle de patinagem e deslizamento que melhora o desempenho em condições de baixa aderência, como sob chuva.

A reforma também trouxe mais eficiência ao sistema de tração (motores e componentes eletrônicos). A cabine do operador foi ampliada e recebeu novo banco ergométrico e equipamentos que permitem maior interação com o funcionamento do trem, possibilitando identificar falhas sem deixar o console de comando.

As normas de acessibilidade foram seguidas à risca, com espaços apropriados para cadeiras de rodas, sinalização audiovisual de abertura e fechamento de portas, saída de emergência sinalizada, comunicação em Braille, dispositivos de emergência para comunicação com o operador e uma série de pega-mãos fluorescentes para pessoas com deficiência visual.

Outras modificações importantes são a instalação de pega-mão central no teto do salão de passageiros e ventilação na região das portas.


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Por: Diário da CPTM

CPTM e Metrô de SP terão intervalos menores em 2014


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou nesta quinta-feira (11) que os trens do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) terão intervalos menores em 2014. A estimativa é que o intervalo entre as composições caia de cinco para três minutos na CPTM. No Metrô, o tempo de espera cairá de 120 segundos para 85.
Questionado se as tarifas do Metrô e da CPTM serão reajustadas em junho, como o valor da passagem dos ônibus municipais, o governador disse acreditar que isso deve ocorrer na mesma data.
“Normalmente o reajuste de trem e metrô é em fevereiro, a cada 12 meses. No sentido de colaborar e evitar a alta da inflação, nós também estamos cobrindo um subsídio importante, provavelmente também será em junho”, afirmou Alckmin, após visita às obras do estádio do Corinthians, na Zona Leste de São Paulo.
Alckmin disse ainda que a adoção do Bilhete Único Mensal para os trens e Metrô está sendo estudado pela Secretaria de Transportes Metropolitanos.

Falhas

Na tarde de quarta-feira (10), um descarrilamento de trem interrompeu a circulação das composições na linha 12 - Safira (Brás-Calmon Viana). Acidente aconteceu em Poá, entre as estações Manoel Feio e Itaquaquecetuba. Ninguém ficou ferido.

No domingo (6), um princípio de incêndio no Centro de Controle de Operações (CCO) da Estação Brás da CPTM provocou a interrupção na circulação em cinco linhas e deixou uma sexta parcialmente paralisada na capital e da Grande São Paulo. As causas do incêndio serão apuradas por sindicância interna.



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Tarsila e Lina farão túneis para o Metrô de SP


No próximo dia 25, uma quinta-feira, "Tarsila" chegará ao Porto de São Sebastião, no litoral norte do Estado. Pesando cerca de 630 toneladas e medindo 6,9 metros de diâmetro, ela será uma das duas "artistas" que vão construir os túneis da Linha 5-Lilás do Metrô de São Paulo, que ligará Santo Amaro à Chácara Klabin, na zona sul da cidade.
"Tarsila" e "Lina" são os nomes que os engenheiros da Companhia do Metropolitano deram aos shields que escavam os túneis. Os equipamentos, também conhecidos por aqui como "tatuzões" (desta vez, tatuzetes, segundo o próprio Metrô) estão neste momento cruzando o Oceano Atlântico, vindos do Porto de Antuérpia, na Bélgica. Os nomes são em homenagem à pintora Tarsila do Amaral e à arquiteta Lina Bo Bardi. O barco que traz Lina chega em maio.
As duas vão se juntar a um terceiro tatuzão, que já está na cidade. Embora não tenha sido batizado com nome de artista, ele já tem uma obra "assinada": o túnel da Linha 4-Amarela, que hoje liga o Butantã, na zona oeste, à Luz, no centro. A máquina, que teve parte dos equipamentos trocados por causa do uso, é a mesma que fez a linha mais nova da cidade. Ele é maior: tem 10,5 metros de diâmetro e pesa 1.800 toneladas.
Será a primeira vez que três equipamentos do tipo estarão em operação simultânea na cidade. As máquinas, "xodós" dos engenheiros do Metrô, são admiradas pelos técnicos por causa da praticidade. Ao mesmo tempo que as gigantescas brocas vão cavando os túneis, o restante da estrutura das máquinas já vai fixando as placas de concreto que darão sustentação aos túneis, o que torna a obra muito mais rápida. E pressa é a palavra de ordem na construção dessa linha, cuja promessa original era que ficasse pronta até 2012.
Além disso, a máquina ameniza o "inferno" que é o subterrâneo: os túneis são úmidos, abafados e a diferença de pressão entre o nível do solo e a área de escavação piora ainda mais o ambiente. "Antigamente, para escavar um túnel, nós e os operários precisávamos passar por uma câmara de descompressão, às vezes alguém ficava até surdo", conta Luís Bastos Lemos, gerente do empreendimento da Linha 5. Com os shields, apenas uma pequena parte da obra, à frente das brocas, tem a pressão atmosférica diferente do nível do solo.
Além disso, os tatuzões dispensam o uso de explosões para abertura dos túneis, algo complicadíssimo de ser feito em uma área urbana como a capital.
Planejamento. As tatuzetes vão chegar por São Sebastião porque é o porto mais adaptado para equipamentos desse tipo; várias megamáquinas já entraram por ali. Outra vantagem é que o caminho para São Paulo não inclui túneis. Os equipamentos chegaram ao Porto de Antuérpia de trem. As máquinas foram fabricadas na Alemanha, pela empresa Herrenknecht. O trajeto entre o litoral e a capital será feito de caminhão.
A logística trabalhosa não é só no transporte. Cada shield vem em seis contêineres, e a montagem dura três meses. As paredes de concreto dos túneis, que saem de uma fábrica montada em um canteiro próximo da Estação Santo Amaro, são fabricadas, empilhadas, transportadas e montadas seguindo uma ordem numérica preestabelecida: quando uma é feita, os gerentes da obra sabem exatamente onde será fixada, em um processo controlado por computador. São 11 km de placas, cada uma tem 1,5 metro de largura.
Obras. O projeto da Linha 5 prevê que o trecho entre a Estação Adolfo Pinheiro, já em obras, e a futura Estação Eucaliptos, em frente ao Shopping Ibirapuera, será feito em um único túnel - aí a razão do tatuzão maior. Dali em diante, até Chácara Klabin, serão dois túneis, um para cada sentido do trem. Trabalho para as duas tatuzetes.
A promessa é entregar o prolongamento da Linha 5-Lilás em 2015. É a aposta do Metrô para aliviar as superlotadas Linha 4-Amarela e Linha 9-Esmeralda da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), além de facilitar a vida de quem mora na zona sul.

Metrô de SP está recebendo propostas para estações da nova Linha 17 - Ouro


A Companhia do Metropolitano de São Paulo receberá e abrirá as propostas para a execução das obras das estações da Linha 17-Ouro no dia 03 de abril, às 10h. A licitação contempla as obras, acabamento, comunicação visual, hidráulica e paisagismo de oito estações: Congonhas, Jardim Aeroporto, Brooklin Paulista, Vereador José Diniz, Água Espraiada, Vila Cordeiro, Chucri Zaidan e Morumbi/CPTM.

A primeira fase do monotrilho da Linha 17-Ouro terá 7,7 km de extensão, fazendo a ligação entre o Aeroporto de Congonhas à Estação Morumbi da Linha 9- Esmeralda da CPTM, e atenderá a um público estimado de quase 100 mil usuários por dia. As obras já estão em andamento.

No final de fevereiro, a MPE e a Scomi inauguraram a fábrica que produzirá os 24 monotrilhos que vão operar na linha.  Cada trem de monotrilho é composto por três carros e cada carro tem capacidade para transportar cerca de 150 pessoas.

A entrega e abertura das propostas  para as obras das estações serão no auditório térreo da Associação dos Advogados de São Paulo (AASP), na Rua Álvares Penteado, nº 151, Centro, São Paulo.

Recurso suspende licitação do trem para Aeroporto de Guarulhos


Um recurso administrativo suspendeu o processo de licitação para a construção da Linha 13-Jade, que vai ligar a estação Engenheiro Goulart, na zona leste de São Paulo, ao Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. O recurso foi apresentado por uma das empresas consideradas desqualificadas para executar a obra durante a análise prévia da documentação. A retomada do projeto ainda não tem data definida para ocorrer, de acordo com o secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes.
Ele afirma que a fase de pré-licitação da obra é lenta, pois enfrenta questionamentos das empresas. 'Paralisações podem durar uma semana ou meses. Nesse caso, já estamos analisando a liberação', disse.
Em dezembro, quando a linha foi lançada a intenção do governo do Estado era assinar o contrato com a empresa que seria responsável pela obra neste mês. 'É muito difícil prever agora', diz. Quando a obra foi lançada, a previsão era de conclusão até o fim de 2014, mas com o provável adiamento da assinatura do contrato o prazo não deve ser cumprido, já que a obra dura de 18 a 24 meses. O projeto vai custar R$ 900 milhões e os trens cerca de R$ 300 milhões. O projeto será financiado pela agência francesa ADF, que deve liberar 500 milhões de euros para o governo paulista. A linha 13-Jade da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) terá 11 quilômetros e demanda prevista de 120 mil passageiros por dia. O trajeto deve ser feito em 17 minutos.
Concessão
O secretário de transportes informou ainda que o governo do Estado deve conceder a linha para a iniciativa privada após a construção. 'Já há empresas interessadas. Vamos analisar o modelo. A empresa pode, por exemplo, comprar o trem e equipamentos para a linha férrea, além de operar a linha', afirma. Jurandir Fernandes diz ainda que a concessionária poderia construir a extensão da linha 13 para o bairro São João, um dos mais populosos de Guarulhos e que está localizado atrás do aeroporto.
O governo também deve conceder o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) da Baixada Santista e estuda a concessão dos monotrilhos da Linha 17-Linha Ouro (Jabaquara-Aeroporto de Congonhas-Morumbi) e Linha 15-Prata (Ipiranga-Cidade Tiradentes). Os três projetos são construídos pelo governo do Estado e seriam concedidos para um operador ao fim das obras.

Fonte: Revista Ferroviária 



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CPTM republicará edital dos 65 trens nesta semana


Segundo o secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) publicará o novo edital para a compra de 65 trens até a próxima sexta-feira (22/03).  A licitação que era nacional passará a ser internacional após a CPTM receber uma única proposta da indústria brasileira, com valor acima do previsto no edital anterior.

A reformulação do edital foi realizada após quatro adiamentos de entrega de propostas, onde apenas um consórcio apresentou proposta, o Frota CPTM (CAF Brasil Indústria e Comércio e Alstom Brasil Energia e Transporte), que foi desclassificado por apresentar orçamento acima do estimado pelo governo, que é de R$ 23,7 milhões por trem (R$ 2,96 milhões por carro). Os 65 trens serão compostos por oito carros, totalizando 520 carros. Essa é a maior encomenda de trens elétricos do país.

A licitação mudou seu formato após sofrer uma pressão da indústria, através da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), para que os trens fossem fabricados no Brasil. O fato da indústria nacional apresentar somente uma proposta e acima do valor de referência não foi bem recebida pelo Estado e incomodou membros do Governo. No inicio deste mês, Jurandir Fernandes definiu a maneira como a indústria fez a proposta como “belicosa, jocosa e estranha”.

Para acelerar o novo processo, o governo fez uma consulta ao mercado e seis empresas estrangeiras, entre elas a CAF da Espanha e a Alstom francesa, demonstraram interesse na nova licitação. O governo espera, antecipando os pagamentos aos fornecedores, que parte dos trens seja entregue ainda no governo Alckmin, que encerra no final de 2014.


O presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), Vicente Abate, disse que a entidade respeita o direito da CPTM de buscar o melhor serviço com melhor preço, assim como o dos fabricantes de preservar seus investimentos. Abate destaca que deve ser levada em conta a igualdade de condições entre as indústrias brasileiras e internacionais. O presidente da entidade citou que poderia ser levado em consideração o decreto Nº 7.812, que prestigia a indústria nacional com restabelecimento de isonomia tributária, dando uma margem de preferência de 20% na aquisição de material da indústria nacional.

Fonte: Revista Ferroviária 


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Metrô SP conclui 85% das obras de sua nova estação na Linha 5


Cerca de 85% das obras civis da estação Adolfo Pinheiro, uma das 11 integrantes da extensão da Linha 5-Lilás entre as estações Largo Treze e Chácara Klabin, já foram concluídas. A previsão é que esses serviços, que incluem estruturas metálicas e de concreto, sejam finalizados no primeiro trimestre de 2013. A estimativa é que a estação entre em operação no final deste ano, após a instalação e testes de sistemas operacionais e equipamentos.

Além da estação Adolfo Pinheiro, as obras do chamado lote 1 do prolongamento da Linha 5-Lilás também incluem a realização de dois trechos de túneis, via permanente e o poço de ventilação e emergência Delmiro Sampaio. No caso dos túneis, aproximadamente 95% das obras civis (escavação, impermeabilização, revestimentos e acabamentos de concreto) estão prontas e já foi iniciada a preparação para receber os trilhos, com a execução de laje de regularização dos pisos.

Com 27 metros de profundidade, o equivalente a 10 andares, a saída de ventilação e emergência Delmiro Sampaio está com sua estrutura 100% feita (laje de fundo, paredes e pilares), restando apenas o acabamento.

Nas obras do lote 1, já foram utilizados cerca de 41.000 metros cúbicos de concreto, o equivalente a duas vezes e meia à quantidade que será utilizada na construção da Arena Corinthians, em Itaquera.  Também foram consumidas 4.200 toneladas de aço e retirados 194.000 metros cúbicos de terra. Trabalham atualmente na obra cerca de 620 operários.

Ao todo, 100% da laje das salas técnicas, área que abriga grupo gerador diesel, transformadores e equipamentos de sistemas, e 95% da laje de cobertura da estação, além de 40% das lajes das plataformas foram concluídas. Já o mezanino metálico tem 60% de suas estruturas prontas. Ainda foram feitos 80% da laje de regularização que receberá os trilhos dentro da estação e as paredes de separação entre as vias já foram erguidas. As estruturas de concreto dos acessos de ambos os lados da Av. Adolfo Pinheiro estão com 70% dos serviços terminados.

As obras de prolongamento da Linha 5-Lilás, entre Largo Treze e Chácara Klabin, estão divididas em oito lotes. Além do lote 1, também estão em andamento os serviços do lote 2 (estações Alto da Boa Vista e Borba Gato e dois poços de ventilação), do lote 3 (estação Brooklin, três poços de ventilação, um poço e dois túneis singelos), lote 4 (estação Campo Belo e um poço de ventilação), lote 5 (estações Eucaliptos e Moema e um poço de ventilação), lote 6 (estações AACD-Servidor e Hospital São Paulo, um poço de ventilação e um estacionamento de trens), lote 7 (estações Santa Cruz e Chácara Klabin, três poços de ventilação e um túnel duplo) e lote 8 (pátio de manutenção e manobras Guido Caloi).

Metrô de SP prevê construção de outro monotrilho para a extensão da Linha 6 - Laranja


A Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo - entre Brasilândia, na zona norte, e o centro da capital - nem começou a ser construída e o governo do Estado já fala em estendê-la. Na quarta-feira (30), no evento que lançou o edital para as obras do empreendimento, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que estuda alongá-la até a Rodovia dos Bandeirantes, na zona norte. Esse ramal, com 6 km de extensão, deverá ser um monotrilho, diferentemente do trecho inicial de 15,9 km e 15 estações, todo de metrô convencional. Será o 4.º monotrilho previsto para funcionar na cidade.
"Já estamos desenvolvendo o projeto de mais cinco estações", afirmou o governador, acrescentando que a escolha do modal monotrilho se deve pelo fato de esse tipo de obra ser mais rápida de ser executada que um sistema metroviário comum. Além disso, Alckmin alegou que a quantidade de passageiros não será tão grande. "Como é final da linha, você não tem mesma demanda."
As paradas mencionadas na quarta-feira (30) são Morro Grande, Velha Campinas, Centro de Convenções Pirituba, Vila Clarice e Bandeirantes. Mas o governo frisou que o benefício para os moradores dessa região da cidade, carente de transporte público de qualidade, só se materializará nesta década se São Paulo for escolhida a sede da Feira Mundial de 2020 - o terceiro maior evento do planeta, atrás apenas da Copa da Fifa e da Olimpíada. O resultado deve sair no fim deste ano.
Isso porque o provável monotrilho passaria pelo centro de exposições que o poder público quer construir em um terreno de 5 milhões de metros quadrados em Pirituba, na zona norte. Esse complexo será a sede da Expo 2020, caso a cidade seja eleita.
O secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, afirmou que, se essa extensão da linha sair do papel, a Estação Vila Clarice da Linha 7-Rubi da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) será reformulada, ganhando uma terceira plataforma, só para trens usados nos eventos da feira. O dirigente disse que se São Paulo perder a Expo 2020 terá "de repensar as prioridades" para fazer esse ramal.
Mas quem vive na região reclama da atual rede de transportes sobre trilhos, restrita à Linha 7. "O senhor tem de pegar o trem para saber, é péssimo!", gritou um morador para Alckmin.
Outra estação da Linha 6-Laranja pode ter a sua localização final alterada pelo Metrô. Trata-se da parada Brasilândia, a ser construída na Estrada do Sabão, na zona norte. Moradores do bairro querem evitar um número grande de desapropriados e, para isso, solicitaram ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) o deslocamento da obra para um terreno a150 metros do previsto no projeto.
É o que explica Walter Giacon, diretor da Sociedade Amigos do Jardim Guaraú e Gonçalves Centeno, que conseguiu uma audiência particular com Alckmin na manhã de quarta-feira (30) na Escola Estadual Cacilda Becker, onde houve a cerimônia para o lançamento do edital para a construção da linha.
"Tem como fazer essa estação sem desapropriar 300 famílias em dois quarteirões", diz ele, explicando que o número de imóveis afetados pelo decreto de utilidade pública, editado em maio de 2012, é menor que a quantidade real de residências existentes no espaço destinado à Estação Brasilândia. "São 80 casas, mas cada uma delas tem vários puxadinhos. Na minha própria casa existem cinco famílias."
Depois da pressão de Giacon, o Metrô agendou para esta quinta-feira uma reunião entre seus técnicos e representantes do bairro. "O governador foi muito atencioso e colocou o Metrô para nos ouvir e rever essa situação. Ele mesmo disse que ainda dá tempo." A intenção é fazer com que as obras ocupem um terreno vazio de 14 mil metros quadrados, poucas quadras mais para cima, na Estrada do Sabão.
"Fora que ali a densidade demográfica é maior, de 13,5 mil pessoas por quilômetro quadrado, sendo que no entorno de onde queriam fazer a estação são 6,5 mil." Giacon diz que a associação entrou com representação no Ministério Público.
Angélica
Em 2011, alguns moradores de Higienópolis, na região central, reclamaram da localização da Estação Angélica, na mesma linha. Tempos depois, o Metrô a retirou da esquina da Rua Sergipe. A empresa nega relação com a queixa de vizinhos.
Em nota, o Metrô informou que só o projeto executivo feito pela vencedora da licitação da Parceria Público-Privada da Linha 6, a ser definido neste ano, "trará o detalhamento de quais terrenos efetivamente serão desapropriados". 


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Governo eleva estimativa de custo do trem-bala para R$ 35,6 bilhões


O diretor da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Hélio Mauro França, disse nesta quarta-feira que o governo revisou de R$ 33,2 bilhões para R$ 35,637 bilhões o custo total do trem de alta velocidade (TAV) que ligará Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas (SP). 'Houve atualização do custo porque no estudo inicial o número de material rodante (trens) era inferior ao da demanda identificada', afirmou ele no seminário 'Trens de Passageiros - uma necessidade que se impõe', realizado na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em Brasília.
De acordo com a previsão atual, a primeira etapa da licitação do empreendimento, relacionada à compra de trens, vagões e serviços complementares, envolverá custos de R$ 8,7 bilhões. Essa fase inclui a contração da empresa que será responsável por implementar a tecnologia do trem de alta velocidade e operar o serviço pelo prazo de concessão de 40 anos. Concluída essa etapa da licitação o governo lançará novo leilão pelo qual assinará o contrato das obras de construção civil. A instalação das estruturas de pontes e viadutos consumirá R$ 26,9 bilhões.
Apesar da atualização, a maioria dos números referentes ao projeto é de setembro de 2008, quando foram concluídos os estudos de viabilidade técnica e econômica do trem-bala, que consideram demanda, custo de implementação e operação.
De acordo com o balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), apresentado na terça-feira, a EPL publicará o edital e a minuta de contrato na próxima segunda-feira, dia 26. Depois disso, a expectativa é que o leilão seja realizado em prazo de oito meses, segundo Hélio Mauro França.

Metrô de SP estreia daqui a 90 dias novo sistema antilotação


O Metrô vai entregar em 90 dias um novo sistema de controle de trens que promete reduzir em até 20% o intervalo das composições e é tido como a principal arma para reduzir a superlotação da rede - inclusive na Linha 3-Vermelha, caminho para o Itaquerão, estádio da zona leste que abrirá a Copa do Mundo de 2014.
A Linha 2-Verde, que vinha sendo testada desde o ano passado, será a primeira a receber o sistema. Os testes nas Linhas 1-Azul e 3-Vermelha serão no ano que vem. Para terminar o processo, as estações da Avenida Paulista serão fechadas nas manhãs de domingo, em dias alternados, até o fim do ano (leia na C3).
Chamado CBTC (sigla em inglês para Controle de Trens Baseado em Comunicação), o novo sistema permite que a distância entre os trens seja reduzida sem comprometer a segurança. A distância mínima, hoje de 200 metros, cairá para 70 metros. Assim, caberão mais oito trens na Linha 2, o que aumentará a oferta de assentos e reduzirá a lotação. Cada trem carrega até 2 mil pessoas por viagem.
Os contratos para instalação da nova sinalização foram assinados com a empresa Alstom em 2008. A promessa inicial era que o processo estaria concluído em dezembro de 2009. O custo foi R$ 750 milhões. Mas o Metrô enfrentou uma sequência de problemas técnicos para adaptar os trens à nova tecnologia.
"O teste é um processo interativo. Você faz o teste, valida e, se tiver algum problema, volta ao trecho de novo. O começo foi um processo difícil, mas agora estamos em uma fase consolidada", afirmou o gerente de Concepção de Projetos e Sistemas do Metrô, David Turbuk. "Nos testes, a segurança vem em primeiro lugar. Depois, avaliamos os recursos de controle. Colocamos o maior número de trens no trecho em teste e simulamos todas as alternativas de manobras, para aí validar o teste", explicou.
Os testes vinham sendo feitos no trecho entre as Estações Sacomã e Vila Prudente da Linha 2, na zona leste, as últimas entregues. Só agora o Metrô validou a operação para expandi-la ao resto da linha.

Após várias panes, Estado vai investir 6% mais em trens


Após registrar mais de 20 grandes panes na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) ao longo deste ano e anunciar um grande programa de modernização, o governo do Estado apresentou na terça-feira (02) a Proposta Orçamentária de 2013 com aumento de 6% em investimentos nos trens. A previsão é de que sejam gastos R$ 2,9 bilhões nos trens no ano que vem.
A Proposta Orçamentária de 2013 foi apresentada na terça-feira (02) e precisa ser aprovada pela Assembleia Legislativa, onde pode sofrer mudanças. No caso da CPTM, a linha que mais terá aumento nos investimentos será a 9-Esmeralda (Osasco-Grajaú, que passa pela Marginal do Pinheiros). O crescimento é de 40% em relação a este ano, passando de R$ 72 milhões para R$ 101 milhões. É justamente a linha que mais apresentou problemas. Fora os recursos para modernização, há também previsão de R$ 71,5 milhões para prolongar o ramal até Varginha, no extremo sul da cidade, com mais três estações.
Por outro lado, a Linha 8-Diamante (Júlio Prestes-Itapevi), que também registra panes frequentes, terá o ritmo de investimentos reduzido a mais da metade no ano que vem. A proposta prevê R$ 127 milhões em gastos, contra R$ 243 milhões neste ano.
Além desses gastos, que estão sendo usados para troca de sistemas elétricos e melhoria das vias, há previsão de investimento de R$ 1,1 bilhão para a compra de trens. O governo do Estado tem uma licitação em andamento que pretende comprar mais 65 trens para a CPTM, em um processo que só deve terminar no fim dessa gestão.
Metrô
No total, os recursos para o transporte público da Região Metropolitana de São Paulo devem crescer 20% - de R$ 6 bilhões no ano passado para R$ 7,2 bilhões. Mas o Metrô vai ter menos dinheiro para melhorar a rede. O orçamento aprovado para 2012 previu R$ 4,9 bilhões. A proposta para 2013 é de R$ 4,84 bilhões (queda de 1,2%, sem correção da inflação).
O governo do Estado argumenta que o gasto global dos transportes está aumentando e garante que as três novas linhas previstas para o ano que vem - 6-Laranja (entre o centro e Brasilândia), 18-Bronze (monotrilho para o ABC) e o prolongamento da Linha 2-Verde (da Vila Prudente à Rodovia Presidente Dutra) vão ocorrer.
Os investimentos para o transporte individual rodoviário vão consumir quase tanto quanto o Metrô. A previsão é de R$ 4,6 bilhões. Os principais recursos vão para o Trecho Norte do Rodoanel e a Rodovia dos Tamoios.

Ferroanel em SP poderá desafogar CPTM


 O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, avaliou nesta quinta-feira que a concessão do ferroanel de São Paulo poderá desafogar o transporte de passageiros pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). O projeto faz parte do pacote de logística anunciado pelo governo na semana e a intenção do ministério é de que as obras do tramo Norte comecem já em 2013.
"Os estudos estão bastante adiantados e imaginamos que o ferroanel paulista poderá ser um dos primeiros projetos a serem executados", disse Passos durante o programa de rádio Bom Dia Ministro, na Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
"Com isso, acreditamos que a CPTM poderá avançar na qualidade do serviço de passageiros, sem a disputa de espaço pela mesma linha com o transporte de cargas", completou. Segundo ele, o tramo Norte deve começar a ser feito antes do tramo Sul, e ambos os trechos serão construídos em paralelo ao rodoanel.

Novos trens do Metrô terão grafite na lataria


Um concurso cultural aberto nesta quinta-feira é a nova aposta do Metrô para reduzir críticas quanto à "feiura" que o projeto do monotrilho da Linha 2-Verde pode levar à zona leste da cidade.
A companhia vai escolher grafites ou outros desenhos para enfeitar os 54 trens que circularão pelas vias que estão sendo construídas entre a Vila Prudente e a Cidade Tiradentes.
O monotrilho precisa andar em vias elevadas, sustentadas por vigas de até 10 metros de altura. Moradores da zona leste e, principalmente, do Morumbi, na zona sul, que também vai receber obra parecida, temem que o novo meio de transporte se transforme em um "minhocão", prejudicando a paisagem dos bairros e degradando áreas do entorno.
Os grafites não vão retirar esse risco, mas podem deixar os trens - que serão brancos - mais coloridos.
O concurso para embelezar as composições foi aberto ontem e as inscrições podem ser feitas até o próximo dia 3 pela internet. O site é o www.tapintandoumnovometro.com.br.
Uma comissão formada por integrantes do Metrô, do governo do Estado, da Bombardier (empresa que está fabricando os trens) e por profissionais de arte e design vai escolher 20 finalistas. Os trabalhos serão submetidos então a votação popular no mesmo site.
Segundo o Metrô, o primeiro carro de cada composição vai receber o desenho. Para participar, o interessado precisará baixar um croqui do envelope que será usado no trem, fazer seu desenho e enviá-lo de volta ao Metrô. Só pessoas com mais de 18 anos podem participar do concurso.

CPTM lança edital para compra de 65 novos trens


A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) lança nesta sexta-feira (03/08) a licitação nacional para a compra de 65 trens, totalizando 520 carros. O anúncio será feito pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, em uma cerimônia no Palácio dos Bandeirantes, às 10h30. Os trens serão financiados pelo Tesouro do Estado de São Paulo.


Segundo o presidente da CPTM, Mário Bandeira, a escolha da concorrência nacional tem como objetivo incentivar a produção brasileira. Durante apresentação do projeto da nova escola ferroviária do Senai, nesta quinta-feira (02/08),  Bandeira defendeu a produção nacional dizendo que os 13% de diferença de preço obtida pelo governo do Rio em relação aos trens chineses comprados para a Supervia não cobre o que seria gerado de receita com os impostos aqui no Brasil, além da geração de empregos.  O presidente da CPTM disse que o Brasil tem cinco fábricas de trens (Alstom, Siemens, CAF, Bombardier e Hitachi/Iesa)  e que é ‘absurdo’ comprar trens do exterior.  Ele foi aplaudido pelo presidente da Fiesp, Paulo Skaf, e pelo do Simefre, José Martins.


Os trens começarão a ser entregues pelo vencedor da concorrência em 18 meses. Eles serão equipados com Automatic Train Control (ATC), Automatic Train Operation (ATO) eCommunications-Based Train Control (CBTC).


Com os novos trens, a CPTM passará a ter 242 trens, totalizando 1.872 carros. Hoje, a frota é composta por 177 trens, somando 1.352 carros.




Fonte: R.F.

CPTM adia abertura de propostas para manutenção de trens


A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) adiou a abertura das propostas para a prestação de serviços de manutenção preventiva e corretiva de 196 trens, totalizando 736 carros.  Além da manutenção, os futuros contratos englobarão fornecimento de materiais, insumos e equipamentos.


Os serviços serão para as séries 2000, 2100, 3000, 2070, 7000 e 7500. A série com o maior número de trens para manutenção é a 7000, com 80 trens de quatro carros cada. Em seguida vem à série 2100, com 48 trens de três carros cada; a série 2000, com 30 trens de quatro carros cada; a série 7500, com 16 trens de quatro carros cada; depois a série 2070, com 12 trens de quatro carros cada; e por último a série 3000, com 10 trens de quatro carros cada.


As entregas e aberturas de propostas acontecerão em dias diferentes, confira as novas datas:


Série 2000 - 07 de agosto;
Série 2100 - 08 de agosto;
Série 3000 - 09 de agosto;
Série 2070 - 10 de agosto;
Série 7000 - 13 de agosto;
Série 7500 - 14 de agosto.



O recebimento e abertura dos envelopes de todas as licitações serão na Rua Boa Vista, 175, Centro, São Paulo.  Outras informações podem ser obtidas através do fax (11)3293-4687.

Os editais estão disponíveis nos sites www.cptm.sp.gov.br e www.e-negociospublicos.com.br. As empresas interessadas em participar das licitações deverão, obrigatoriamente, realizar visitas técnicas, que devem ser agendadas conforme o item 5.3 dos editais.




Fonte: R.F.

CPTM leiloará 12 trens da Série 5000


A CPTM publicou o edital para o leilão de 12 trens unidades elétricas da Série 5.000. Os TUEs de aço inox são compostos por três carros cada - um carro motor e dois carros reboques. Ao todo, são 36 carros. Os trens estão estacionados no pátio Ceasa, em Presidente Altino, em Osasco. Eles foram fabricados pelo consórcio CCTU (formado por Francorail, Société MTE ,Brown Boveri, Traction Cem Oerlikon e Jeumont Schneider), no final da década de 70. Os trens circulavam na Linha 8-Diamante.

A venda dos trens faz parte do processo de padronização e modernização dos trens da CPTM, que antes eram formados por 12 carros e agora utilizam oito carros. Os TUEs estão sendo substituídos pelos novos trens Série 8.000.

Esse é o primeiro leilão de trens operacionais que a companhia realiza. Com a chegada dos novos trens, outros lotes serão leiloados. De acordo com a CPTM, o público alvo são as ferrovias de outros estados, já que os trens passaram por avaliação e ainda estão em condições de prestarem serviço.

A ideia era doar os TUEs para o Estado do Rio de Janeiro. Por conta de questões jurídicas, a CPTM optou pelo leilão e estabeleceu o lance inicial mínimo de R$ 10,9 milhões, o que criou dificuldades para a transferência dos trens para a capital fluminense. A SuperVia, que opera os trens do Rio de Janeiro, demonstrou interesse nos trens, mas não pretende participar do leilão.

A abertura do leilão será no dia 09 de agosto, às 13h, no auditório do Leiloeiro, na Avenida  Fagundes Filho, 191, no térreo, em São Paulo. Os trens serão vendidos para quem der o maior lance. Caso o maior lance não atinja o valor mínimo estipulado pela CPTM, a liberação dos trens ficará sujeita a aprovação da companhia.

O evento é aberto à participação de qualquer interessado.  Os lances também poderão ser feitos através do site do leiloeiro.
O edital com as condições gerais do leilão poderá ser retirado na Rua Boa Vista, nº 175, 5º andar, no Centro de São Paulo. Ou obtido através nos siteswww.cptm.sp.gov.br/licitações/editais;  www.leilaoonline.net; rossileiloes.blogspot.com. Outras informações sobre o leilão podem ser obtidos através do fax  (11) 3105-0703, ou com o Leiloeiro, Sr. Ugo Rossi Filho, pelo fax (11) 5594-7785.

Os trens estão disponíveis para visitação, que deve ser agendada até o dia 08 de agosto. O agendamento pode ser feito pelos telefones (11) 3689-9325, 3689-9163 ou 3689-9269.


CPTM.