SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Futuro de greve dos ferroviários será decido às 17h


Estação Brás da CPTM
Os sindicalistas que representam os ferroviários em greve na Grande São Paulo se comprometeram, em audiência conciliatória no Tribunal Regional do Trabalho, a realizar assembleias às 17h desta quinta-feira (2), para decidir se a paralisação continua.
A Justiça propôs que os ferroviários mantenham o estado de greve, mas voltem ao trabalho. Caso a categoria decida manter a paralisação, a legalidade do movimento será julgada por volta das 18h.
A Justiça do Trabalho determinou que, se os ferroviários grevistas não garantirem o funcionamento de 90% dos trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) durante o horário de pico e 70% nos demais momentos, os sindicatos terão de pagar multa de R$ 200 mil, o dobro do que foi decidido anteriormente. 
Mais cedo, em reunião com o secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, e diretoria da CPTM, os sindicalistas decidiram manter a paralisação. 
"A reunião começou tensa, mas aos poucos fomos nos entendendo. No entanto, ainda não há previsão para o retorno ao trabalho. Eles não estão cumprindo uma ordem judicial, mas isso terá de ser discutido no tribunal", afirmou Fernandes. 
A greve paralisa todas as 89 estações das seis linhas da malha ferroviária da região metropolitana de São Paulo e afeta cerca de 2,5 milhões de moradores das 22 cidades da Grande São Paulo. Segundo o presidente da CPTM, Mario Bandeira, não há como implantar um plano emergencial de transporte para aliviar a situação dos usuários.
"Não existe sistema para absorver esta demanda. O Plano de Apoio entre as Empresas em Situação de Emergência (Paese) - plano de emergência que prevê colocação de ônibus extras em circulação - só funciona para cobrir pequenos trechos", explicou, em entrevista ao "Bom Dia Brasil", da Rede Globo.
Os funcionários querem 5% de aumento nos salários e o governo oferece 3,7%.
De acordo com  o presidente do Sindicato dos Ferroviários de São Paulo, Eluiz Alves de Matos, a decisão do TRT não abalou os ânimos da categoria. “Aguardávamos uma proposta que atendesse as reivindicações, mas nem Estado nem CPTM ofertaram algo que os trabalhadores não entendessem ser de segunda classe, a greve vai ser geral --e a multa que o TRT coloca vale tanto para o sindicato quanto para a empresa”, disse o dirigente.
CPTMGreve paralisa todas as 89 estações
Ônibus em SPLinhas municipais funcionam normalmente
MetrôTodas as linhas funcionam normalmente
Rodízio em SPNormal para carros com placas final 7 e 8
Ônibus no ABCGreve afeta o transporte municipal e intermunicipal em Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Mauá, Rio Grande da Serra e Ribeirão Pires
Na noite de quarta-feira (2) houve registro de tumultos na estação Jurubatuba, gerados pelo acúmulo de passageiros que tiveram de optar pelo ônibus com a operação parcial da linha 9-Esmeralda. A CPTM admitiu o incidente, mas informou que se trata de "um dia atípico" e que o caso foi isolado. Em Guaianazes (zona leste), contudo, também houve relatos de pequenos tumultos.
O Comando de Policiamento de Área Metropolitano (CPAM-6), da Polícia Militar (PM), disse que reforçou a segurança nas estações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) no ABC paulista a fim de evitar tumultos por conta da greve deflagrada pelos funcionários da companhia.
O CPAM-6 é responsável pelas cidades da região. Não há informação se a PM reforçou o policiamento na capital paulista. 

Ônibus

No Grande ABC, motoristas e cobradores de ônibus de empresas particulares decidiram manter a greve iniciada ontem. A paralisação afeta o transporte municipal e intermunicipal em Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Mauá, Rio Grande da Serra e Ribeirão Pires.
De acordo com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), 850 ônibus de 130 linhas atendem os passageiros em toda a região. Os trabalhadores querem 15% de aumento nos salários, mas as companhias oferecem 8%.
O sindicato que representa os funcionários afirma que as empresas não apresentaram nova proposta. Hoje será realizada uma audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT).
A EMTU calcula que 200 mil passageiros estão sendo prejudicados com a greve.


Fonte: UOL

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