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Funcionários do Metrô e da CPTM desistem de greve
Folha
Funcionários do Metrô e da CPTM desistem de greve
FABRICIO LOBEL
DE SÃO PAULO
23/05/2016 20h07
Diego Padgurschi/FolhapressAssembleia de metroviários na noite desta segunda (23) em SP; categoria decidiu adiar paralisação
Não haverá greve de funcionários do Metrô nem dos da CPTM nesta terça-feira (24).
Os metroviários adiaram a paralisação e decidiram continuar a negociação com o Metrô. Já os funcionários da CPTM aceitaram proposta da empresa e desistiram definitivamente de greve.
Nos dois casos, as decisões se deram em assembleia na noite desta segunda-feira (23).
Os metroviários aceitaram sugestão do TRT (Tribunal Regional do Trabalho), dada em audiência de conciliação, segundo a qual uma nova reunião ocorrerá na outra terça (31).
A categoria pede reajuste 10,82% (referente à inflação), mais 6,59% de aumento real. O Metrô propõe aumento de 7,5% no salário.
Na reunião de conciliação, o TRT propôs 10,03%, o que recompõe a inflação pelo índice Fipe. Tanto metroviários quanto o Metrô rejeitaram a proposta.
Fabio Braga/Folhapress
Usuários embarcam na linha 3-vermelha do metrô paulista, cuja aprovação caiu de 75% para 64%
GREVE DIA 1º
Na assembleia, ficou decidido que, se não chegarem a um acordo na próxima semana, os metroviários farão greve no dia 1º de junho, na outra quarta-feira.
"Se não tiver acordo na terça-feira da semana que vem, na quarta-feira a cidade de São Paulo pode parar", disse Altino Junior, presidente do sindicato.
"Vamos esgotar as negociações. Esgotou e não deu em nada? Vamos para a greve", afirmou.
O TRT havia estabelecido, em liminar, que 80% do efetivo do Metrô trabalhasse em caso de paralisação nesta terça (24), sob pena de multa. Decisões do tipo não necessariamente impediram a categoria de fazer greve.
CPTM
No caso da CPTM, houve uma reviravolta em relação ao começo do dia. Também em audiência no TRT, a empresa voltou atrás de proposta feita inicialmente, de 10,44%, e acenou com 7,5%.
Antes da assembleia, porém, a CPTM tornou a propor 10,44%, aceito pelos sindicatos que representam a categoria.
Trabalhadores discutem greve de Metrô e CPTM nesta segunda-feira
Funcionários pedem reajuste salarial; paralisação está marcada para terça-feira (24)
Os metroviários de São Paulo realizam nesta segunda-feira (23), a partir das 18h30, uma assembleia no Tatuapé, zona leste de São Paulo para definir se cruzam os braços na terça-feira (24). A categoria está em campanha salarial e na última assembleia, realizada na semana passada, os trabalhadores votaram por uma paralisação de 24 horas na terça. Como parte das atividades da campanha, os metroviários trabalham nesta segunda sem uniforme.
De acordo com o sindicato da categoria, foram realizadas quatro reuniões de negociação com o Metrô que, segundo eles, não apresentou proposta de reajuste salarial e irá "retirar direitos trabalhistas".
As principais reivindicações dos metroviários são reajuste salarial de 10,82% mais 6,59% de aumento real e reintegração imediata dos demitidos. A categoria também realiza uma campanha contra a privatização da Linha 5-Lilás do metrô.
Em nota, o Metrô informou que "lamenta a decisão do Sindicato dos Metroviários, que decretou, de forma prematura, Estado de Greve dentro do mês da data-base da categoria sem sequer ouvir as propostas da empresa". Ainda de acordo com o texto, "a empresa já manifestou a sua disposição para continuar as negociações, com a proposta de realizar mais uma reunião na próxima quarta-feira (25) para atender a uma solicitação feita pelo próprio Sindicato. Nesse encontro, seria apresentado o índice econômico, que reajusta salários, benefícios, auxílios, adicionais e gratificações, além da discussão de demais pendências do Acordo Coletivo de Trabalho". Por fim, declara que "continua buscando uma alternativa econômica que, ao mesmo tempo, atenda aos trabalhadores e seja suportada pela Companhia para não comprometer seu equilíbrio financeiro e espera que a entidade reveja sua posição".
CPTM
Os trabalhadores da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) também decidirão em assembleia às 18h desta segunda-feira se cruzarão os braços amanhã. A reunião acontecerá na sede do STEFSP (Sindicato dos Trabalhadores de Empresas Ferroviárias de São Paulo).
De acordo com o vice-presidente do sindicato, Mauricio Alves de Matos, os trabalhadores querem reajuste salarial de 11,18% e 5% de aumento real. Na penúltima reunião realizada no TRT (Tribunal Regional do Trabalho), a CPTM propôs aumento de 10,44% e equiparação de benefícios dos ferroviários com os dos metroviários (como VR e auxilio materno-infantil). Esta última questão foi sugerida pelo próprio tribunal.
No entanto, no encontro realizado hoje no TRT, a companhia voltou atrás na proposta e sugeriu apenas 7,5%. O tribunal pediu que a CPTM repensasse a proposta e notificasse o sindicato com novos números. Caso os trabalhadores não aceitem a proposta, a greve começará à 0h de terça-feira, em todas as linhas.
R7
CPTM diminui proposta de reajuste a funcionários; categoria pode parar
Os funcionários da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) não aceitaram a proposta de reajuste salarial oferecida pela empresa durante uma nova reunião de conciliação no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) nesta segunda-feira (23).
Representantes da CPTM recuaram e fizeram uma nova proposta de reajuste de 7,5% sobre os salários e benefícios, retroativos a março de 2016. A nova proposta é inferior à oferta do encontro anterior, que previa reajuste de 10,44%, em duas parcelas, realizado no dia 23 de maio, e não equipara os benefícios aos valores pagos aos metroviários.
Os quatro sindicatos que representam os trabalhadores da CPTM vão realizar assembleias, em suas respectivas sedes, por volta das 18h desta segunda, para decidir se entram em greve nesta terça. A CPTM tem até o início das assembleias para se posicionar se volta a ofertar o reajuste de 10,44%.
O desembargador Wilson Fernandes, que mediou o encontro no TRT (Tribunal Regional do Trabalho), determinou que, caso haja greve da categoria, 80% do efetivo de maquinistas deverá ser mantido.
O juiz também determinou que 60% dos funcionários trabalhem nos horários de pico (entre 4h e 10h e entre 16h e 21h) e de 50% nos demais horários e proibiu a liberação de catracas. Em caso de descumprimento, haverá pagamento de multa diária no valor de R$100 mil.
Fernandes concedeu prazo de 24 horas para apresentação de defesa e documentos. Na sequência, o processo segue para análise do Ministério Público do Trabalho e, depois, para a relatoria, quando será marcado o julgamento.
Folha
CPTM e Sesc celebram o Dia do Desafio
Celebrado na próxima quarta-feira (25/5), o Dia do Desafio terá inúmeras atividades físicas em sete estações da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). Para incentivar a prática esportiva entre os usuários, circuitos para prática de boxe, minigolfe, basquete eletrônico, equipamentos de equilíbrio (bosus, skates e pranchas), além de bicicletas ergométricas, serão instalados nas estações participantes: Palmeiras-Barra Funda (linhas 7 e 8), Jundiaí (Linha 7), Santo Amaro (Linha 9) São Caetano e Mauá (Linha 10), Brás e Tatuapé (linhas 11 e 12).
Abrindo a programação, entre os dias 23 e 25, a Estação Palmeiras-Barra Funda terá circuito de boxe, das 9h às 17h. Professores darão dicas para os interessados utilizarem os equipamentos disponíveis como: saco de pancada, bob (boneco utilizado para receber os golpes), bola teto solo, além de luvas, cordas de pular e aparadores de socos.
No dia 25/05 as estações Brás e Tatuapé oferecerão circuito de minigolfe, das 10h às 17h. Já a Estação Jundiaí terá minigolfe das 10h às 17h. Serão disponibilizados tacos e bolinhas para o jogo e os usuários poderão testar suas habilidades com a ajuda de monitores.
Na Estação São Caetano, das 9h às 16h, além do minigolfe haverá basquete eletrônico. No mesmo horário, três bicicletas ergométricas estarão à disposição dos usuários da Estação Mauá que quiserem queimar algumas calorias pedalando.
Das 10h às 16h, coloridos equipamentos de equilíbrio desafiarão os usuários da Estação Santo Amaro, que poderão treinar usando bosu, prancha e skate de equilíbrio, auxiliados por um professor de educação física.
Coordenado pelo Sesc desde 1995, o Dia do Desafio está em sua 22ª edição. Desde 2013, tornou-se uma das ações da campanha Move Brasil, que visa ampliar o número de praticantes de esportes e atividades físicas no país. O evento é realizado sempre na última quarta-feira do mês de maio, com o objetivo de difundir a adoção de hábitos saudáveis.
Serviço
Dia do Desafio 2016
Segunda (23/5), Terça (24/5), Quarta (25/5)
Das 09h às 17h, Estação Palmeiras-Barra Funda (linhas 7-Rubi e 8-Diamante)
Quarta-feira, dia 25/5
Das 10h às 17h, Estação Jundiaí (Linha 7-Rubi)
Das 09h às 16h, Estações São Caetano e Mauá (Linha 10-Turquesa)
Das 10h às 17h, Estações Tatuapé e Brás (Linhas 11-Coral e 12-Safira)
Das 10h às 17h, Estação Santo Amaro (Linha 9-Esmeralda)
CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos
Dois são detidos por abuso de mulheres no Metrô em SP
Agentes à paisana perceberam a ação dentro de trens da Linha 3-Vermelha.
Denúncias podem ser feitas por meio de SMS.
Dois homens foram detidos suspeitos de abuso sexual de mulheres no Metrô de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (23). Os dois casos aconteceram por volta de 8h, na Linha 3-Vermelha, e foram percebidos por agentes de segurança que circulam à paisana nos trens.
De acordo com o metrô, o primeiro caso ocorreu dentro de um trem no trecho Belém - Pedro II. O outro caso ocorreu em um trem que fazia o trecho Brás - Sé.
Os agentes perceberam a ação e informaram, via rádio, a segurança uniformizada, que fez a detenção dos suspeitos
As vítimas e os dois homens foram levados para a Delegacia de Polícia do Metropolitano (Delpom).
Denúncia
Se você for vítima ou se perceber um caso de assédio nos trens, procure imediatamente um funcionário do Metrô ou da CPTM na estação mais próxima. As denúncias também podem ser feitas por meio de SMS. O número é (011) 97333-2252.
Casos dobram
Casos de assédio sexual em trens do Metrô e da CPTM dobraram nos últimos 4 anos. O número de casos de assédio passou de 80, em 2011, para 168, em 2015. Nesse período, foram registrados dez estupros e 564 suspeitos acabaram detidos.
Do G1 São Paulo
Metroviários de SP decidem nesta segunda se param por 24 horas
Em crise, Metrô mantém pelo menos 109 funcionários com 'supersalários'
Os 109 funcionários com salário acima do teto exercem cargos como "assessor técnico III", "especialista III", "chefe de departamento" e "gerente". Os vencimentos variam entre R$ 21,7 mil a R$ 35 mil. Por ano, esse grupo resulta em um custo de R$ 35 milhões à empresa - a folha de pagamento total é de R$ 1,7 bilhão.
O Conselho de Defesa de Capitais do governo do Estado (Codec), órgão ligado à Secretaria de Estado da Fazenda, tem um parecer de 2012 que estabelece um teto para diretores de empresas públicas. É de R$ 20,5 mil, atualmente. Mas o documento não estabelece limite para os subordinados dos diretores. Na prática, eles ganhariam mais do que o chefe, de acordo com as políticas da empresa.
Em campanha salarial, com assembleia da categoria marcada para hoje e proposta de paralisação para amanhã, o presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino de Melo Prazeres Filho, afirma que as ações salariais da empresa são forma de "legislar em causa própria". "O Metrô não precisa dessas pessoas, nesses cargos e ganhando esse salário. Se eles não trabalhassem, ninguém iria notar. O que falta são seguranças, agentes de estação, condutores. Há déficit de pessoal na empresa." Ainda segundo o sindicalista, "esses salários não correspondem às argumentações de dificuldade financeira".
O secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, afirma que os salários iniciais mais altos no Metrô hoje estão em R$ 25 mil. Mas observa que a empresa tem muitos funcionários antigos, que ao longo da carreira receberam vários benefícios, e assim foram acumulando vencimentos maiores. "A gente é obrigado a reajustar os salários", diz.
Segundo Pelissioni, quando esses servidores são alçados ao cargo de diretores da empresa, têm a opção de manter os vencimentos originais. Assim, contrariando a prática da empresa, acabam ganhando mais do que determina a Secretaria de Estado da Fazenda. "No Metrô, é uma prática nossa: todos os cargos de confiança são preenchidos por funcionários de carreira", explica. "O teto valeria se trouxéssemos uma pessoa de fora. Aí teríamos de pagar dentro desse limite. É o que chamamos de ‘salário Codec’", argumenta Pelissioni.
Teto. O parecer da secretaria que terminou um limite para diretores de empresas tentou trazer para as empresas de economia mista, que não dependem de receitas diretas do Estado, os mesmo limites de pagamento admitidos no setor público: no caso do Poder Executivo, o salário do governador Geraldo Alckmin (PSDB) - R$ 21,6 mil. O processo cita manifestação do Comitê de Qualidade da Gestão Pública (CQGP) do governo nesse sentido.
No caso do Metrô, entretanto, a empresa entende que não precisa respeitar o teto do funcionalismo, uma vez que sua receita não depende do governo do Estado - a companhia é estruturada para ter sua operação custeada 100% pela venda de passagens. "A empresa não é dependente do Tesouro do Estado e tem seu regime de contratações regido pela CLT", argumenta, em nota.
A empresa lembra ainda que, neste ano, passou-se a estabelecer limites de pagamento para os casos da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) - empresa que depende de financiamento do governo para operar, uma vez que a receita tarifária não cobre o custo de operação de seus quase 260quilômetros de linhas.
Greve
A paralisação prevista para esta terça-feira, 24 depende do resultado de uma assembleia que deve ocorrer às 17 horas na sede do sindicato, no Tatuapé, zona leste. Prazeres diz que a paralisação foi decidida quando havia expectativa de que motoristas de ônibus também parassem. "Agora, vamos ver se a categoria mantém a proposta." Em protesto, funcionários devem trabalhar hoje sem uniforme.
PDV
O Programa de Demissões Voluntárias da empresa vem sofrendo oposição do sindicato, mas é apontado pela companhia como forma de reduzir o número de funcionários que recebem supersalários. A proposta prevê pagamento de três anos de convênio médico para quem aderir, além dos benefícios regulares para quem é mandado embora sem justa causa.
O alvo são justamente os empregados mais antigos da empresa - há alguns deles com mais de 70 anos, segundo a companhia. A empresa estima que, em dois anos, é possível recuperar os custos das demissões e reduzir a folha de pagamento.
As informações são do jornal
O Estado de S. Paulo.
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