Horário de operação da Linha 17-Ouro || De segunda a sexta-feira das 10h às 15h.
SITUAÇÕES DAS LINHAS
17 Linha 17-Ouro
Horário: Segunda a sexta, 10h às 15h
Ouro
Fora de Operação
AG Aeromovel GRU
Horário: Todos os dias, 17h às 23h59
Aeromovel GRU
Fora de Operação
7 Linha 7-Rubi
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Rubi
Operando
10 Linha 10-Turquesa
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Turquesa
Operando
11 Linha 11-Coral
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Coral
Operando
12 Linha 12-Safira
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Safira
Operando
13 Linha 13-Jade
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Jade
Operando
8 Linha 8-Diamante
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Diamante
Operando
9 Linha 9-Esmeralda
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Esmeralda
Operando
1 Linha 1-Azul
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Azul
Operando
2 Linha 2-Verde
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Verde
Operando
3 Linha 3-Vermelha
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Vermelha
Operando
4 Linha 4-Amarela
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Amarela
Operando
5 Linha 5-Lilás
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Lilás
Operando
15 Linha 15-Prata
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Prata
Operando
6 Linha 6-Laranja
Horário: Em Construção
Laranja
Em Construção
EA Expresso Aeroporto
Horário: 5h à meia-noite
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em: 28/08/2025, 06:47:00
Ocorrências são postadas e atualizadas no perfil do Diário no X.

Mundo: Migrante morre no Eurotúnel após ser atropelado por trem

Homem de 20 anos foi atropelado por trem de carga perto de Calais. Ele era da Eritreia, segundo as autoridades.

Um migrante morreu nesta quarta-feira (30) ao ser atropelado por um um trem de carga nas imediações do túnel do Canal da Mancha, perto de Calais (norte da França), anunciou a prefeitura da região.

O migrante foi encontrado durante a madrugada por agente de segurança, segundo a prefeitura.

A vítima é um homem de 20 anos de origem eritreia, segundo as autoridades.

Treze imigrantes morreram desde 26 de junho na tentativa de chegar à Inglaterra a partir de Calais.

Quase 4.000 imigrantes, procedentes principalmente do leste da África, da Síria e do Afeganistão, estão na região do porto de Calais com a esperança de chegar à Inglaterra.

G1

Acesso da rod. Hélio Smidt será interditado nesta quinta para obras da Linha 13-Jade

Para executar o serviço de lançamento de vigas da obra de implantação da Linha 13-Jade da CPTM, será interditada nesta quinta-feira (01/10), das 7h às 17h, a alça de acesso à Base Aérea/Hotel Pullman/Locadoras da rodovia Hélio Smidt para quem vem do Aeroporto Internacional de Guarulhos.

A alternativa para esses motoristas será seguir até a alça de acesso à Rodovia Presidente Dutra, sentido Rio de Janeiro, onde farão o retorno para a rodovia Hélio Smidt sentido Aeroporto. Após realizarem o retorno, os veículos deverão seguir em frente na Smidt até o acesso à Base Aérea/Hotel Pullman/Locadoras. O desvio terá sinalização com placas e a alça de acesso será interditada com cones e barreiras.

A CPTM alerta que esse serviço de lançamento de vigas – cada uma pesa cem toneladas – poderá ser cancelado se houver chuva na véspera ou na data marcada, por medida de segurança. Nesse caso, também não ocorrerá a interdição da alça. 

A Linha 13 ligará a capital paulista ao município de Guarulhos e ao maior aeroporto da América do Sul. Serão 12,2 km de vias, com três novas estações: Engenheiro Goulart, que fará a conexão entre as linhas 12 Safira e 13 Jade, Guarulhos-CECAP e Aeroporto Guarulhos.

CPTM – Companhia Paulista de TrensMetropolitanos

SP: mulher é baleada durante assalto em ônibus

Ela desceu do coletivo e quando tentava correr acabou sendo baleada nas costas; vítima foi socorrida e não corre o risco de morrer

Uma mulher de 20 anos foi baleada durante assalto, na zona oeste de São Paulo, na noite desse sábado. A vítima estava no interior de um ônibus da Viação Norte Bus, que fazia a linha 938-P (Terminal Barra Funda-Vila Penteado), quando foi abordada por um casal de bandidos.

Não se sabe se a jovem tentou reagir. Ainda dentro do coletivo ocorreu um disparo, que atingiu o teto do ônibus. Após o tiro, o motorista dirigiu por alguns metros e parou o veículo na Rua Dona Ana Pimentel, próximo à Avenida Antártica e ao Shopping West Plaza.

A jovem desceu do coletivo e quando tentava correr acabou sendo baleada nas costas. Em seguida, a mulher que acompanhava o criminoso recolheu o celular da vítima e fugiu com o comparsa. 

A moça foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada ao Hospital das Clínicas. Segundo a equipe que fez o resgate, não corre o risco de morrer.

A Polícia Militar foi acionada e fez uma busca na região, mas o casal não foi encontrado. O caso foi registrado no 91º Distrito Policial da Vila Leopoldina.

 Band

Metrô quer que Delegacia da Mulher cuide dos casos de assédio

Em abril, um delegado da Delpom descreveu em um dos boletins de ocorrência que a vítima "estava trajando uma saia curta"

Em reunião com a Secretaria de Segurança Pública (SSP) na semana passada, o Metrô pediu que os casos de assédio sexual passem a ser registrados na Delegacia da Mulher, e não mais na Delegacia do Metropolitano (Delpom).

A ideia é que a vítima de assédio seja atendida por uma equipe especializada em casos assim. Em abril, um delegado da Delpom descreveu em um dos boletins de ocorrência que a vítima “estava trajando uma saia curta”. A SSP não comentou o caso. 

Rubens Menezes, chefe do Departamento de Segurança do Metrô, disse que a mudança é pertinente, já que a delegacia da mulher pode oferecer atendimento especializado. No início do mês, o Metrô distribuiu material de orientação para os funcionários com as formas adequadas de atender as vítimas.

A CPTM informou que entre suas estratégias de segurança estão rondas com agentes, que estão preparados para lidar com situações que “fujam à anormalidade” e identificar suspeitos. Além disso, há 7.100 câmeras e um sistema de denúncia por mensagem de celular. “O sucesso das ações deve-se principalmente ao fato de as vítimas imediatamente denunciarem os molestadores”, disse.

ISABELA PALHARES, JULIANA DIÓGENES
Estadão

A cada 48 horas, uma mulher se queixa de assédio sexual nos trens de SP

A cada dois dias, uma mulher registra um boletim de ocorrência por assédio na Companhia do Metropolitano (Metrô) e na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Dois em cada três casos (69%) ocorreram nos horários de pico. Dados obtidos pelo jornal "O Estado de S. Paulo", por meio da Lei de Acesso à Informação, mostram que de janeiro a agosto deste ano foram registrados cem casos de assédio sexual. No mesmo período do ano passado, foram 65. Apesar do aumento de 53%, os números podem até ser menores que a realidade, pois muitas não denunciam o assédio.
Entre as vítimas que procuraram a polícia, há mulheres de 11 a 57 anos que relataram ter sido perseguidas, ameaçadas, agredidas apalpadas e filmadas. Há ainda registro de homens que se masturbaram e ejacularam na roupa das vítimas e até um caso de estupro. 
Além de ocorrer em horários de maior circulação e nas linhas com o maior número de passageiros - Azul e Vermelha concentram 84% dos registros -, mesmo acompanhadas, as mulheres não estão seguras. Há relatos de crimes sexuais em que as vítimas estavam com a mãe ou com o marido.
Assediada no dia 15, às 6h30 em uma linha da CPTM, Paula Sionti, de 18 anos, tem o perfil da maioria das vítimas - 65% das mulheres assediadas têm entre 18 e 29 anos. “O vagão estava muito lotado, mal conseguia me mexer e comecei a sentir um homem se esfregando em mim. Ele chegou a passar a mão na minha genitália. Na hora eu travei, não consegui gritar, xingar ou fazer qualquer coisa. Tive medo da reação dele e das outras pessoas”, contou. O agressor não foi identificado.
Segurança da Linha Azul há 13 anos e um dos diretores do sindicato dos metroviários, Caio Peretti estima que a cada dez mulheres que relatam assédio sexual, oito desistem de registrar boletim de ocorrência por não acreditar que o agressor será preso. “Se não conseguimos identificar e localizar o autor para fazer o flagrante, a vítima não registra. É comum as pessoas serem assediadas e nós não conseguirmos (fazer o flagrante) porque falta efetivo”, afirmou. “Acaba não entrando na estatística, mas o número de casos de assédio é muito maior.” 
Paula, por exemplo, não entrou para as estatísticas porque não se sentiu segura em procurar ajuda. “Estava com uma calça legging na hora e achei que poderiam dizer que eu era culpada por isso. Lembrei dos casos em que os próprios guardas assediaram as meninas e não me senti segura.” Neste ano, dois agentes da CPTM foram demitidos por assediar passageiras.
Segundo o Metrô, dos 1.200 seguranças, 156 são mulheres, o que é “mais do que suficiente”, segundo a companhia, que assegura haver pelo menos uma mulher em cada estação. Também disse ter 3.900 câmeras espalhadas em 70% dos vagões e em todas as estações, com exceção da Conceição e Jabaquara, da Linha Azul, a mais antiga.
Campeã de registros, a Sé concentrou 19% dos casos deste ano. De acordo com o Metrô, não significa que a estação seja a que tem mais assédios, mas a que concentra o maior número de desembarques.
Luzia Margareth Rago, historiadora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), diz que os assédios são sustentados por uma cultura machista, que torna a mulher objeto, e pelo fato de que o autor dificilmente será punido. “Quem assedia dessa forma não quer lisonjear, quer intimidar.”
Em um dos casos registrados neste ano, um homem mostrou o pênis para uma estudante de 23 anos. Ele foi detido por seguranças e se constatou que já tinha outros dois boletins de ocorrência por importunação ofensiva ao pudor - que é a tipificação mais comum, registrada em 86% dos casos. Mesmo assim, o homem foi liberado.

Estadão

A cada 48 horas, uma mulher se queixa de assédio sexual nos trens de SP

A cada dois dias, uma mulher registra um boletim de ocorrência por assédio na Companhia do Metropolitano (Metrô) e na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Dois em cada três casos (69%) ocorreram nos horários de pico. Dados obtidos pelo jornal "O Estado de S. Paulo", por meio da Lei de Acesso à Informação, mostram que de janeiro a agosto deste ano foram registrados cem casos de assédio sexual. No mesmo período do ano passado, foram 65. Apesar do aumento de 53%, os números podem até ser menores que a realidade, pois muitas não denunciam o assédio.

Entre as vítimas que procuraram a polícia, há mulheres de 11 a 57 anos que relataram ter sido perseguidas, ameaçadas, agredidas, apalpadas e filmadas. Há ainda registro de homens que se masturbaram e ejacularam na roupa das vítimas e até um caso de estupro.

Além de ocorrer em horários de maior circulação e nas linhas com o maior número de passageiros - Azul e Vermelha concentram 84% dos registros -, mesmo acompanhadas, as mulheres não estão seguras. Há relatos de crimes sexuais em que as vítimas estavam com a mãe ou com o marido.

Assediada no dia 15, às 6h30 em uma linha da CPTM, Paula Sionti, de 18 anos, tem o perfil da maioria das vítimas - 65% das mulheres assediadas têm entre 18 e 29 anos. “O vagão estava muito lotado, mal conseguia me mexer e comecei a sentir um homem se esfregando em mim. Ele chegou a passar a mão na minha genitália. Na hora eu travei, não consegui gritar, xingar ou fazer qualquer coisa. Tive medo da reação dele e das outras pessoas”, contou. O agressor não foi identificado.

Segurança da Linha Azul há 13 anos e um dos diretores do sindicato dos metroviários, Caio Peretti estima que a cada dez mulheres que relatam assédio sexual, oito desistem de registrar boletim de ocorrência por não acreditar que o agressor será preso. “Se não conseguimos identificar e localizar o autor para fazer o flagrante, a vítima não registra. É comum as pessoas serem assediadas e nós não conseguirmos (fazer o flagrante) porque falta efetivo”, afirmou. “Acaba não entrando na estatística, mas o número de casos de assédio é muito maior.”

Paula, por exemplo, não entrou para as estatísticas porque não se sentiu segura em procurar ajuda. “Estava com uma calça legging na hora e achei que poderiam dizer que eu era culpada por isso. Lembrei dos casos em que os próprios guardas assediaram as meninas e não me senti segura.” Neste ano, dois agentes da CPTM foram demitidos por assediar passageiras.

Segundo o Metrô, dos 1.200 seguranças, 156 são mulheres, o que é “mais do que suficiente”, segundo a companhia, que assegura haver pelo menos uma mulher em cada estação. Também disse ter 3.900 câmeras espalhadas em 70% dos vagões e em todas as estações, com exceção da Conceição e Jabaquara, da Linha Azul, a mais antiga.

Campeã de registros, a Sé concentrou 19% dos casos deste ano. De acordo com o Metrô, não significa que a estação seja a que tem mais assédios, mas a que concentra o maior número de desembarques.

Luzia Margareth Rago, historiadora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), diz que os assédios são sustentados por uma cultura machista, que torna a mulher objeto, e pelo fato de que o autor dificilmente será punido. “Quem assedia dessa forma não quer lisonjear, quer intimidar.”

Em um dos casos registrados neste ano, um homem mostrou o pênis para uma estudante de 23 anos. Ele foi detido por seguranças e se constatou que já tinha outros dois boletins de ocorrência por importunação ofensiva ao pudor - que é a tipificação mais comum, registrada em 86% dos casos. Mesmo assim, o homem foi liberado.

Agência Estado

Maquinista morre atropelado por trem na Linha 7-Rubi da CPTM, em SP

Acidente aconteceu na madrugada deste sábado. 

Um maquinista da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) morreu atropelado por um trem da Linha 7-Rubi por volta da 0h30 deste sábado (26), perto da Estação Palmeiras-Barra Funda.

O maquinista atingido é Daniel Mendes Marcelino, de 36 anos, funcionário da companhia há 5 anos. A vítima fazia uma manobra conhecida como "volta de comando". 

 A assessoria de imprensa da CPTM informou em nota que "lamenta" o ocorrido, "está dando todo apoio aos familiares e apura as condições do acidente". O caso deve ser registrado na Delegacia do Metropolitano (Delpom).

A Linha 7-Rubi liga a cidade de Jundiaí, no interior paulista, à Estação da Luz, no Centro de São Paulo. O ramal operava 


Fonte: G1

​Obras de modernização alteram circulação dos trens da CPTM

Confira a programação e antecipe sua viagem

Neste fim de semana, 26 e 27 de setembro, a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) prosseguirá com as obras de modernização em suas linhas. Por isso, os trens circularão com maiores intervalos em trechos e horários específicos. Confira a programação e antecipe sua viagem: 

Linha 7-Rubi (Luz – Francisco Morato)

Sábado: das 15h até o fim da operação comercial, serão realizadas obras de modernização dos equipamentos de via permanente nas proximidades da Estação Franco da Rocha. A circulação não sofrerá interferência. 

Domingo: das 4h à meia-noite, as intervenções nos equipamentos de via permanente serão retomadas entre as estações Franco da Rocha e Francisco Morato. Durante toda a operação, o intervalo médio será de 15 minutos entre as estações Luz e Caieiras, e 30 minutos entre Caieiras e Francisco Morato. 

 

Linha 8-Diamante (Júlio Prestes – Itapevi)

Sábado: das 23h30 até o fim da operação comercial, haverá serviços no sistema de sinalização entre as estações Domingos de Moraes e Imperatriz Leopoldina. O intervalo médio será de 20 minutos em toda a linha.

Domingo: das 4h à meia-noite, serão executadas intervenções no sistema de rede aérea entre as estações entre Jandira e Itapevi. Das 10h às 18h, os trabalhos também ocorrerão no sistema de sinalização no trecho entre as estações Osasco e Domingos de Moraes. Portanto, o intervalo médio entre 4h e 10h, será de 10 minutos entre as estações Júlio Prestes e Barueri, e 20 minutos entre Barueri e Itapevi. Das 10h às 18h, o intervalo médio será de 25 minutos em toda a linha e, a partir das 18h, voltará a ser de 10 minutos entre as estações Júlio Prestes e Barueri, e 20 minutos entre Barueri e Itapevi.

 

Linha 9-Esmeralda (Osasco – Grajaú)

Domingo: das 9h às 19h, haverá serviços nos equipamentos de via permanente entre as estações Pinheiros e Berrini.  Das 10h às 18h, a circulação ficará interrompida entre as estações Osasco e Presidente Altino para obras no sistema de sinalização. Para prosseguir viagem, os usuários deverão utilizar os trens da Linha 8-Diamante.‎ Durante a execução dos trabalhos, o intervalo médio será de 25 minutos.

Linha 10-Turquesa (Brás – Rio Grande da Serra)

Domingo: das 8h às 17h, os trabalhos ocorrerão nos equipamentos de via permanente nas imediações da Estação Rio Grande da Serra. O intervalo médio será de 10 minutos entre as estações Brás e Mauá, e 20 minutos entre Mauá e Rio Grande da Serra.

Linha 11-Coral/ Expresso Leste (Luz – Guaianases)

Domingo: das 4h à meia noite, o intervalo médio será de 20 minutos entre as estações Luz e Guaianases, em razão das intervenções que serão realizadas no trecho entre Guaianases e Estudantes. Das‎  7h às 19h, haverá serviços de infraestrutura na Estação da Luz. 

 

Linha 11-Coral/ Extensão (Guaianases – Estudantes)

Domingo: das 4h à meia-noite, começarão os trabalhos de desmontagem da Estação Ferraz de Vasconcelos. Das 6h às 21h, haverá obras de modernização da Estação Poá. Das 8h às 20h, os serviços ocorrerão nos equipamentos de via permanente nas imediações da Estação Antônio Gianetti Neto. Portanto, durante toda a operação comercial, o intervalo médio será de 35 minutos em toda a linha. 

 

Linha 12-Safira (Brás – Calmon Viana)

Das 21h de sábado até a meia-noite de domingo: haverá obras de modernização do sistema de rede aérea entre as estações Engenheiro Goulart e USP Leste e entre Itaquaquecetuba e Aracaré. Durante a realização dos serviços o intervalo médio será de 35 minutos em toda a linha. 

Desafio: A CPTM ressalta que executar as obras de modernização, mantendo simultaneamente o atendimento aos usuários, é um grande desafio. As ações exigem medidas como promover intervenções em horários de menor movimentação de passageiros aos finais de semana, feriados e madrugadas.

Em caso de dúvidas ou informações complementares, a CPTM coloca à disposição o Serviço de Atendimento ao Usuário: 0800 055 0121.

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