Horário de operação da Linha 17-Ouro || De segunda a sexta-feira das 10h às 15h.
SITUAÇÕES DAS LINHAS
17 Linha 17-Ouro
Horário: Segunda a sexta, 10h às 15h
Ouro
Fora de Operação
AG Aeromovel GRU
Horário: Todos os dias, 17h às 23h59
Aeromovel GRU
Fora de Operação
7 Linha 7-Rubi
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Rubi
Operando
10 Linha 10-Turquesa
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Turquesa
Operando
11 Linha 11-Coral
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Coral
Operando
12 Linha 12-Safira
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Safira
Operando
13 Linha 13-Jade
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Jade
Operando
8 Linha 8-Diamante
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Diamante
Operando
9 Linha 9-Esmeralda
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Esmeralda
Operando
1 Linha 1-Azul
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Azul
Operando
2 Linha 2-Verde
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Verde
Operando
3 Linha 3-Vermelha
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Vermelha
Operando
4 Linha 4-Amarela
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Amarela
Operando
5 Linha 5-Lilás
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Lilás
Operando
15 Linha 15-Prata
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Prata
Operando
6 Linha 6-Laranja
Horário: Em Construção
Laranja
Em Construção
EA Expresso Aeroporto
Horário: 5h à meia-noite
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em: 28/08/2025, 06:47:00
Ocorrências são postadas e atualizadas no perfil do Diário no X.

Previsto para 2017, trem de Sorocaba a SP não tem data para sair do papel

Órgãos divergem sobre andamento de projeto e evitam novas datas. Ao G1, ANTT diz que o assunto sequer passou pela a agência.

As obras do trem regional que vai ligar Sorocaba (SP) a São Paulo e que deveriam começar neste ano ainda não tiveram início. A previsão era de que o novo serviço de transporte, que não saiu do papel, começasse a funcionar em 2017, mas os órgãos questionados pelo G1 evitam divulgar novos prazos. 

Anunciado pelo governo estadual em 2013, o projeto da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) prevê um investimento de R$ 4 bilhões na região, com a construção de trilhos e pontos de embarque em Sorocaba e São Roque (SP). Na época, duas empresas estariam interessadas em administrar o serviço. No entanto, de acordo com a CPTM, a Manifestação de Interesse da Iniciativa Privada (MIP) das duas empresas está em análise pelo Conselho Gestor das Parcerias Público Privadas (PPP´s) do governo estadual.

O documento envolve a construção de infraestrutura, implantação de equipamentos e sistemas e compra dos trens para operar uma rede integrada de linhas de trens, abrangendo, além de Sorocaba, as cidades Santos, Mauá, São Caetano do Sul, Santo André, Jundiaí, campinas, Americana, São José dos Campos e Taubaté.

Sem prazos

O conselho, de responsabilidade da Secretaria de Governo, explica que o Estado aguarda um retorno da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para dar continuidade ao projeto. Segundo o estado, a autorização é necessária porque o trem regional passará, em grande parte do trajeto, ao lado de trens de cargas, que estão na faixa de domínio do governo federal.

"Sem a autorização, o Estado não pode lançar o edital, em análise pelo Conselho Gestor das PPP’s. A documentação foi protocolada em abril de 2014, em Brasília", afirma o conselho. Já a ANTT diz que o assunto sequer passou pela a agência. “Não recebemos nada sobre esse projeto”, informou a assessoria de imprensa do órgão.

Os atrasos no projeto do trem regional ainda geram reflexos nos projetos do governo muncipal, já que algumas propostas da prefeitura aguardam o início das obras estaduais. De acordo com a Urbes, responsável pelos transportes na cidade, a expectativa é que um futuro Terminal Intermodal, contemplando uma nova rodoviária jundo com o terminal ferroviário, esteja contemplado no projeto e vinculado com a implantação do trem regional. "Outros projetos que deverão vincular-se ao projeto é a adequação da antiga Estação Ferroviária e estudos de viabilidade de um futuro sistema de VLT compartilhado no mesmo leito ferroviário", conclui a nota.

Projeto

Quando concluído, o trem regional entre São Paulo e Sorocaba deve ter pelo menos três pontos de embarque e desembarque dos passageiros construídos na região. A viagem de Sorocaba até a capital seria feita em 51 minutos, com saídas a cada 15 minutos. As estações ficarão no Centro, em Brigadeiro Tobias e a possibilidade de um terminal em São Roque. 

O percurso será de 92 quilômetros até a capital paulista. A parada final ainda não está definida e poderá ser nas estações Pinheiros ou Água Branca. A linha férrea será construída perto das rodovias Raposo Tavares e Castello Branco.

Por Jomar Bellini
Do G1 Sorocaba e Jundiaí

Obras de modernização alteram circulação dos trens da CPTM

Neste fim de semana, 23 e 24 de maio, a CPTM prosseguirá com as obras de modernização em suas linhas

 

​Neste fim de semana, 23 e 24 de maio, a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) prosseguirá com as obras de modernização em suas linhas. Por isso, os trens circularão com maiores intervalos em trechos e horários específicos. Confira a programação e antecipe sua viagem:

 

Linha 7-Rubi (Luz – Francisco Morato – Jundiaí)

 

Sábado: a partir das 23h, as composições com destino a Estação da Luz não vão parar na Estação Piqueri. O usuário deverá seguir viagem para desembarcar na Estação Lapa, onde fará transferência para outro trem no sentido Francisco Morato, a fim de retornar a Estação Piqueri. O intervalo médio será de 10 minutos em toda a linha.

 

Domingo: das 4h à meia-noite, a circulação de trens ficará interrompida entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Caieiras, devido as obras no sistema de rede aérea. Para atender aos usuários, serão disponibilizados ônibus de conexão, com paradas intermediárias para embarque e desembarque na Estação Pirituba. As senhas para utilização dos ônibus de conexão deverão ser retiradas no interior das estações. 

 

Das 8h às 20h, serão realizados serviços de infraestrutura na Estação da Luz. O intervalo médio será de 21 minutos entre as estações Luz e Palmeiras-Barra Funda, e 25 minutos entre Caieiras e Jundiaí.

 

Linha 8-Diamante (Júlio Prestes – Itapevi – Amador Bueno)

 

Domingo: das 4h à meia-noite, haverá intervenções no sistema de rede aérea entre as estações Carapicuíba e Antônio João. O intervalo médio será de 15 minutos entre as estações Júlio Prestes e Itapevi.

 

Linha 9-Esmeralda (Osasco – Grajaú)

 

Domingo: das 9h às 19h, os trabalhos ocorrerão nos equipamentos de via permanente entre as estações Ceasa e Pinheiros. O intervalo médio será de 20 minutos em toda a linha.

 

A partir das 23h, os trabalhos estarão concentrados nos equipamentos de sinalização na região da Estação Santo Amaro. O intervalo médio será de 15 minutos em toda a linha.

 

Linha 10-Turquesa (Brás – Rio Grande da Serra)

 

Domingo: das 8h às 17h, serão realizados serviços nos equipamentos de via permanente entre as estações Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. O intervalo médio será de 10 minutos entre as estações Brás e Mauá, e 30 minutos entre Mauá e Rio Grande da Serra.

 

Linha 11-Coral / Extensão (Guaianases – Estudantes)

 

Domingo: das 4h à meia-noite, haverá obras de infraestrutura na região da nova Estação Ferraz de Vasconcelos. O intervalo médio será de 15 minutos entre as estações Guaianases e Estudantes.

 

Linha 12-Safira (Brás – Calmon Viana)

 

Domingo: das 4h à meia-noite, a circulação de trens ficará interrompida em toda a linha, em razão das obras no sistema de rede aérea. Para atender aos usuários, serão disponibilizados ônibus de conexão, que percorrerão os seguintes itinerários.

 

Tatuapé – Itaim Paulista: os ônibus farão paradas intermediárias para embarque e desembarque nas estações USP Leste e São Miguel Paulista.

Itaim Paulista – Calmon Viana: os ônibus farão paradas intermediárias para embarque e desembarque nas estações Itaquaquecetuba e Aracaré.

Brás – Tatuapé: os usuários deverão utilizar os trens do Expresso Leste, na Linha 11-Coral.

 

As senhas para utilização dos ônibus deverão ser retiradas na área interna das estações.

 

Desafio: a CPTM ressalta que executar as obras de modernização, mantendo simultaneamente o atendimento aos usuários, é um grande desafio. As ações exigem medidas como promover intervenções em horários de menor movimentação de passageiros aos finais de semana, feriados e madrugadas.

 

Em caso de dúvidas ou informações complementares, a CPTM coloca à disposição o Serviço de Atendimento ao Usuário: 0800 055 0121.

TRT determina 100% do efetivo de metroviários em horário de pico

Categoria decidiu por greve nesta quarta-feira e pede maior reajuste salarial além do que foi proposto pela Companhia do Metropolitano

 

O Tribunal Regional do Trabalho da 2.ª Região (TRT-2) determinou que 100% dos metroviários atuem nos horários de pico - das 6 horas às 9 horas e das 16 horas às 19 horas - e 70% nos demais horários, caso se confirme a greve marcada para quarta-feira. Os ferroviários também marcaram paralisação para a data. As greves podem prejudicar até 7,5 milhões de pessoas.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quinta-feira, 21, que ainda negocia para evitar a paralisação dos funcionários do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). “A greve só prejudica a população e quem mais precisa para trabalhar. Faremos o possível para não ter greve.” Segundo ele, os metroviários tiveram reajuste real nos últimos quatro anos, e a média salarial é de R$ 5.237. “O Estado já está negociando. Todo mundo sabe da dificuldade fiscal hoje no Brasil.”

 

Os metroviários criticam a proposta da estatal, que ofereceu reajuste de 7,21%. A categoria pede mais de 17%, entre compensação de inflação e aumento real. Já os ferroviários querem 7,89% para cobrir a inflação e outros 10% de aumento real. A empresa ofereceu 6,65%.

 

O governador garantiu que haverá transporte mesmo com uma eventual paralisação. “Já foi determinado pela Justiça”, disse, em referência à decisão, que estipulou em R$ 100 mil a multa diária por descumprimento. Só que a medida não atinge os ferroviários.

Segurança. A decisão da Justiça trabalhista atendeu à solicitação do Metrô, que alegou que o sindicato decidiu pela greve antes do término das negociações e estaria participando de ações que descumprem normas de segurança. Na decisão, o TRT considerou ainda o caráter essencial dos serviços, além de ter ponderado que a motivação da greve não envolveria atraso de salário nem descumprimento de obrigação contratual.

 

Caso ocorra interrupção nos serviços, a multa deverá ser revertida para alguma entidade a ser indicada pelo TRT.

 

Estadão

Metrô terá efetivo total em horários de pico durante greve

O Tribunal Regional do Trabalho da 2.ª Região (TRT-2) determinou que os metroviários respeitem o funcionamento de um contingente mínimo durante a greve programada para ocorrer a partir da próxima quarta-feira, 27. 

A decisão da Justiça trabalhista atendeu a pedido cautelar feito pela Companhia do Metropolitano e prevê que 100% dos trabalhadores atuem nos horários de pico - das 6h às 9h e das 16h às 19h - e 70% nos demais horários.

A ordem partiu do desembargador Mauro Vignotto, que apreciou o pedido do metrô nesta quinta-feira, 21. O magistrado estipulou em R$ 100 mil a multa diária em caso de descumprimento da decisão.

Na ação, o metrô alegou que os sindicatos decidiram pela greve antes do término das negociações e estariam participando de ações que descumprem normas de segurança da empresa.

Na decisão, o desembargador considerou o caráter essencial dos serviços, além de ter ponderado que a motivação da greve anunciada não envolveria mora salarial nem descumprimento de obrigação contratual pelo Metrô. Caso ocorra interrupção nos serviços, a multa deverá ser revertida a alguma entidade a ser indicada pelo TRT-2.

Reajuste

Os metroviários decidiram pela greve na noite desta quarta-feira, 20, em assembleia da categoria. Os trabalhadores criticam a proposta de reajuste salarial apresentada pela Companhia, que é de 7,21%. A categoria pede por mais de 17%, entre compensação de inflação e aumento real.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quinta que negocia para evitar uma paralisação dos funcionários do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). "A greve só prejudica a população e quem mais precisa para trabalhar. Faremos o possível para não ter greve", disse.

Segundo Alckmin, a categoria teve reajuste real nos últimos quatro anos e que a média salarial da categoria é de R$ 5.237. "O Metrô e a CPTM estão permanentemente negociando e já fizeram uma oferta em relação à reposição inflacionária", disse.

O TRT informou que a determinação de frota mínima circulando não atinge os ferroviários, que também optaram por greve na mesma data. Nova assembleias da categoria estão programadas para a véspera da paralisação, na terça-feira ,26.

EXAME

Justiça determina contingente mínimo em caso de greve do Metrô

O TRT (Tribunal Regional do Trabalho) estipulou na última quarta-feira (20) um contingente mínimo de funcionários que deverão permanecer em operação em caso de greve do metrô na capital paulista.

A categoria decidiu parar a partir da 0h da próxima quarta (27) caso não haja nova proposta salarial.

Segundo o do desembargador Mauro Vignotto, 100% do efetivo deverá manter as operações das 6h às 9h e das 16h às 19h e 70% nos demais horários, sob pena de multa diária de R$ 100mil.

Além dos metroviários, funcionários da CPTM também decidiram em assembleia realizada na noite passada em parar as operações no dia 27.

Até lá, no entanto, as duas categorias esperam negociar com o governo do Estado e farão uma nova assembleia na terça-feira à noite para confirmar a paralisação.

Os funcionários do metrô reivindicam 9,49% de reajuste salarial acima da inflação, além de uma reposição de 8,24%. Segundo o sindicato, o metrô ofereceu 7,21% de aumento à categoria.

Entre as reivindicações, os metroviários também pedem que os 38 funcionários demitidos durante uma greve no ano passado sejam readmitidos pela empresa. O último reajuste salarial dos metroviários, de 8,7%, ocorreu no mês de junho do ano passado.

Já os ferroviários reivindicam reajuste da inflação (7,89%) e mais 10% de aumento real. A CPTM, no entanto, oferece apenas o reajuste de 6,65%. A categoria reivindica tambémpagamento de R$ 5.000 de PPR (Programa de Participação nos Resultados), aumento do vale-alimentação de R$ 247 para R$ 400 e auxílio materno-infantil de R$ 500.

O último reajuste da categoria, que tem data-base em março, aconteceu em maio do ano passado e foi de 7,5%. Na ocasião, o acordo com os funcionário foi fechado no dia anterior ao marcado para iniciar a greve da categoria.

Fonte: UOL.com.br

Briga em frente à estação de Metrô termina em morte na capital

Outro envolvido na confusão foi levado a hospital; motivo da briga é desconhecido

 

Uma pessoa morreu depois se envolver em uma briga na avenida do Estado, em frente à estação Armênia da 1-Azul do Metrô, na região central de São Paulo. Segundo a Polícia Militar, aparentemente, a vítima foi esfaqueada.

 

De acordo com a polícia, por volta das 17h30, duas pessoas começaram a brigar no local. Alguém que presenciou a confusão acionou a PM porque pensou que se tratava de uma tentativa de assalto, o que foi descartado posteriormente.

 

Um dos envolvidos na briga acabou morrendo na hora. Outra pessoa sofreu cerca de oito perfurações e foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros. Não há informações sobre o estado de saúde do ferido nem o motivo da briga.

 

Roubo no Metrô

 

Dois homens roubaram celulares de três usuários do Metrô na estação Carrão, da linha 3-Vermelha, nesta manhã. Os suspeitos foram perseguidos pelos agentes de segurança, que conseguiram recuperar dois aparelhos.

 

Segundo a assessoria de imprensa do Metrô, os suspeitos conseguiram fugir pelos trilhos. Os usuários foram orientados a registrarem boletim de ocorrência na Delpom (Delegacia do Metropolitano), mas optaram por não fazê-lo.

Construção da linha 6 do metrô de SP afeta três teatros

A companhia Teatro do Incêndio anunciou o encerramento de suas atividades em sua sede atual - localizada na Rua da Consolação, na altura do número 1.219 - no domingo de 31 de maio. Na ocasião, o grupo dá fim à temporada do espetáculo O Pornosamba e a Bossa Nova Metafísica, em cartaz aos sábados (21h) e domingos (20h).

 

O Teatro do Incêndio deixa o espaço, que ocupa desde janeiro de 2014, após receber uma notificação sobre o processo de desapropriação do local, que vai dar lugar ao respiro da estação Higienópolis-Mackenzie, integrante da Linha 6 - Laranja do metrô. "Quando alugamos o imóvel, não fomos informados nem pela imobiliária, nem pelo proprietário de que havia o processo de desapropriação", diz Marcelo Marcus Fonseca, diretor do Teatro do Incêndio.

 

Segundo Fonseca, o grupo teatral iniciou uma negociação com a concessionária Move São Paulo, responsável pela construção da linha, e encaminhou uma proposta de ressarcimento. A ideia é que o Incêndio tenha apoio financeiro para construir uma nova sede. Fonseca alega, no entanto, que a concessionária não contatou mais o grupo.

 

Com apoio dos programas Municipal de Fomento e de Ação Cultural (ProAC), a companhia inaugura um novo espaço, localizado na Rua Treze de Maio, no dia 4 de julho, quando estreia a peça Pano de Boca, texto de Fauzi Arap. "Não sei se consigo levantar um teatro sem apoio, mas preciso cumprir com o que propus no ProAC", pondera ainda Fonseca.

 

A Linha 6 afeta dois outros teatros. Na Lapa, a sede d'A Próxima Companhia vai dar espaço ao respiro entre as estações Água Branca e Sesc Pompeia. Localizado na Bela Vista, o teatro Ágora não será desapropriado, mas as obras da estação homônima à região vão ocorrer ao lado do prédio. "Engenheiros explicaram o tipo de incômodo que teremos", conta o gestor do teatro, Celso Frateschi. "Até agora, estão agindo de maneira bem transparente."

 

Em nota, a Move São Paulo afirma que o governo enviou cartas, em 2012, a todos os proprietários de imóveis que seriam desapropriados. A concessionária diz ter, desde o início de 2014, uma equipe que mantém contato com os proprietários, tendo aberto canais para apoio e informação sobre os processos.

 

Estadão

Funcionários do Metrô e CPTM ameaçam greve na próxima semana

Funcionários do Metrô e da CPTM decidiram, em assembleia realizada nesta noite, entrar em greve a partir da 0h da próxima quarta-feira (27).

Até lá, os sindicalistas esperam negociar com o governo do Estado e farão uma nova assembleia na terça-feira para confirmar a paralisação.

Os funcionários do metrô reivindicam 9,49% de reajuste salarial acima da inflação, além de uma reposição de 8,24%. Segundo o sindicato, o metrô ofereceu 7,21% de aumento à categoria.

Entre as reivindicações, os metroviários também pedem que os 38 funcionários demitidos durante uma greve no ano passado sejam readmitidos pela empresa. Uma nova assembleia da categoria ocorrerá no dia 26, às vésperas da greve.

O último reajuste salarial dos metroviários, de 8,7%, ocorreu no mês de junho do ano passado.

Já os ferroviários reivindica reajuste da inflação (7,89%) e mais 10% de aumento real. A CPTM, no entanto, oferece apenas o reajuste de 6,65%. A categoria também terá outra assembleia, na terça (26), para discutir uma possível nova proposta da empresa.

As assembleias desta quarta aconteceram simultaneamente no Sindicato dos Ferroviários de São Paulo, responsável pelas linhas 7 e 10; no Sindicato Central do Brasil, responsável pelas linhas 11 e 12; e no Sindicato da Zona Sorocabana, responsável pelas linhas 8 e 9.

Além do reajuste salarial, a categoria reivindica também pagamento de R$ 5.000 de PPR (Programa de Participação nos Resultados), aumento do vale-alimentação de R$ 247 para R$ 400 e auxílio materno-infantil de R$ 500.

Funcionários da CPTM decidem entrar em greve a partir da 0h da próxima quarta-feira (27)

O último reajuste da categoria, que tem data-base em março, aconteceu em maio do ano passado e foi de 7,5%. Na ocasião, o acordo com os funcionário foi fechado no dia anterior ao marcado para iniciar a greve da categoria.

Segundo a Secretaria Estadual de Transportes Metropolitanos, 7,5 milhões de passageiros serão afetados pela greve. A secretaria diz que ofereceu aos sindicatos o reajuste salarial baseado na inflação no período, segundo o IPC-Fipe

FOLHA DE S.PAULO

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