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Metrô pode parar em greve marcada para dia 11

Funcionários decidem na quarta se aderem aos protestos programados por centrais sindicais no País

Os metroviários pretendem fazer greve em São Paulo na quinta-feira, data escolhida pelas centrais sindicais para uma mobilização nacional dos trabalhadores. Ao menos dez categorias confirmaram adesão aos protestos em todo o País. Funcionários da construção civil, do setor portuário, comerciantes e metalúrgicos também podem cruzar os braços.

A paralisação dos funcionários do Metrô foi decidida em assembleia da categoria realizada quinta-feira à noite, segundo o presidente do sindicato dos Metroviários, Altino de Melo. "Convidamos as centrais para saber como estava a mobilização dos outros setores. Não vamos parar sozinhos."

A decisão, no entanto, ainda não é definitiva. Uma nova assembleia dos metroviários está marcada para a noite do dia 10, quando os funcionários podem até recuar e optar por fazer uma paralisação parcial. Uma das propostas é parar até o meio-dia, por exemplo. Os ferroviários também devem decidir, até quarta-feira, se vão aderir à paralisação geral.

O trânsito também deve ser afetado por passeatas e atos que estão sendo preparados em vários pontos da cidade. Os motoboys, por exemplo, pretendem parar três importantes avenidas da capital - entre elas a Avenida Paulista e uma das Marginais. A concentração está marcada para acontecer a partir das 10h na sede do SindimotoSP, no Brooklin, zona sul. "Há na cidade atualmente mais de 220 mil motoboys regularizados. Devemos ter uma boa adesão", afirmou Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT).

Cerca de 500 mil comerciários concordaram com a paralisação, segundo a UGT. Os trabalhadores ligados ao setor sairão da Rua 25 de Março, no centro, às 9h, e devem caminhar em direção à Avenida Paulista. Haverá uma grande concentração de trabalhadores no vão livre do Masp a partir do meio-dia.

Encontro. Segundo a Central Única dos Trabalhadores (CUT), bancários, químicos e petroleiros são algumas das categorias que devem se reunir na Paulista. "A adesão está muito forte. Muitas categorias já decidiram pela paralisação", afirmou Adi Santos de Lima, presidente da CUT-SP. "A cidade estará tumultuada", completou o deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT), o Paulinho, presidente da Força Sindical.

O roteiro dos trabalhadores ligados à Força começará na Marginal do Pinheiros e seguirá pela Ponte Octavio Frias de Oliveira. Paulinho disse, ainda, que estão confirmados protestos em rodovias do Estado. "A única rodovia que ainda não tem ação confirmada é a Castelo Branco. Nas demais, há a confirmação de pelo menos um protesto", disse.

As centrais sindicais se comprometeram a entregar, no início da semana, o roteiro das manifestações para a Secretaria da Segurança Pública. No ABC, metalúrgicos de São Bernardo do Campo devem fazer panfletagem e paralisações pela cidade. Nos outros Estados, os operários das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) devem parar.

As centrais convocaram o "Dia Nacional de Lutas" para cobrar redução da carga de 40 horas semanais de trabalho, o fim do fator previdenciário, reajuste para os aposentados, além de pedir mais investimentos em áreas como saúde, educação e transporte. / CARLA ARAÚJO e T.D.



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