SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em:
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Manifestantes invadem prédio do Metrô em São Paulo

Manifestantes ocuparam o prédio na região central de São Paulo

Cerca de 30 pessoas invadiram o prédio administrativo do Metrô por volta das 10h desta segunda-feira, na rua Augustas, região central de São Paulo. A reivindicação dos manifestantes é contra a desapropriação das famílias na chamada favela do Buraco Quente, na zona sul da capital paulista, para a construção da Linha 17-Ouro.

Os manifestantes só deixaram o saguão do prédio por volta das 12h45, após negociação com a empresa, que prometeu começar a atender todas as famílias a partir da próxima semana. Segundo a administração do Metrô, uma reunião com membros da diretoria será feita ainda nesta semana para agilizar o processo.
Milene Souza, 23 anos, morou no local por 22 anos e é filha de uma das moradoras da comunidade. Segundo ela, o valor oferecido às famílias é muito baixo. "Sair de uma favela para entrar em outra ninguém quer. Se estamos tendo a oportunidade de sair vamos mudar para o melhor", disse.

Milene afirmou ainda que os manifestantes buscam apenas uma resposta. "Só queremos algo digno para morar. Estamos há quase dois anos fazendo milhares de reuniões, só queremos o melhor para nós".
Ela explicou que já houve reunião com o Ministério Público, mas até agora nada foi resolvido. Dois policiais permaneceram no local apenas para observar a situação, mas não houve intervenção. Os manifestantes entraram no prédio munidos de cartazes e faixas e gritavam pedindo moradia popular.

Terra
Foto: J. Duran Machfee / Futura Press
Thiago Tufano
Direto de São Paulo

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