SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Justiça mantém sentença da CPTM a jovem ferido


Empresa tem de pagar R$ 400 mil a Flávio Cordeiro por ele ser forçado por skinheads a pular do trem

O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) manteve a condenação da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) de pagar R$ 400 mil ao assistente administrativo Flávio Augusto do Nascimento Cordeiro, de 24 anos. Em 7 de dezembro de 2003, ele, então com 16 anos, foi forçado por um grupo de skinheads a pular de um trem em movimento próximo à Estação Brás Cubas, da Linha 11-Coral, na época Linha E-Laranja. Ele estava com o colega, o repositor de mercadorias Clayton da Silva Leite, que tinha 20 anos, e morreu com traumatismo craniano (leia mais abaixo). Flávio teve o braço direito decepado.

Os desembargadores Sebastião Junqueira, Ricardo Negrão e João Camilo de Almeida Prado Costa, da 19 Câmara de Direito Privado do TJ, entenderam que a CPTM deve pagar à vítima R$ 250 mil por dano moral, R$ 100 mil por dano estético, além de todos os honorários do seu advogado. Na sentença, os juízes alegam que a vítima “sofreu sério prejuízo estético permanente, com a perda do braço direito” e “sofreu redução na capacidade motora e de inúmeros atos da vida cotidiana”.

CONTRATO VERBAL/ Para o advogado de Flávio, Paulo Roberto da Silva Passos, a CPTM é culpada, pois as vítimas não acharam nenhum segurança. “A CPTM tem uma força policial de 1,3 mil homens para combater crimes violentos. No momento que alguém compra um bilhete da empresa, há contrato verbal no qual ela se propõe a transportar o passageiro ileso. Nesse caso, os meninos, quando foram agredidos, procuraram um segurança e não o encontraram.”

A CPTM informou que “ainda não foi notificada da sentença e só vai se manifestar após conhecer o teor da decisão judicial”.

FILIPE SANSONE 
filipe.sansone@diariosp.com.br

Fonte: Dia  a Dia

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