SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em:
Linhas ARTESP atualizadas em tempo real • EA e AG por horário fixo • Ocorrências no @DiariodaCPTM

Os desafios dos monotrilhos em São Paulo

Maquete em tamanho real do Monotrilho, Linha 15-Prata do Metrô SP
As obras dos monotrilhos das Linhas 15-Prata e 17-Ouro estão exigindo das equipes do metrô de São Paulo e seus parceiros o máximo de cuidados, são diversas considerações a se pensar. Os monotrilhos têm algumas particularidades quando comparado a construção de tuneis do metrô. A primeira, e de maior destaque, é a via, que além de ser elevada não utiliza os trilhos convencionais, mas sim uma grande viga guia de concreto.

O transporte das vigas é um dos grandes desafios, pois são peças com de cerca de 90 toneladas que devem passar pelas vias públicas, o que pode causar problemas com o transito. Para amenizar essa questão, no caso da linha 17, o transporte é realizado durante a madrugada com a colaboração da CET.

O fato de ter via elevada deixa em evidencia outra questão, e no caso de uma emergência? Como a parada dos trens entre as estações? Paulo Sérgio Meca, gerente de empreendimento da Linha 15-Prata, explica que diversas situações de emergência já estão previstas e as vias elevadas terão passarelas de segurança instaladas e, se for necessária, a circulação de passageiros por essas passarelas haverá a interrupção dos trens nas duas vias, para segurança dos passageiros.  “Estamos nos preocupando inclusive com questões meteorológicas, como rajadas de vento, teremos uma monitoração contínua da velocidade do vento, contaremos com a ajuda do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergência) e do SRPV (Serviço Regional de Proteção ao Voo)”, informou o gerente.

O material rodante também é diferente, os trens do monotrilho usam pneus, tem passagem entre os carros e não tem cabines (similar aos trens da Linha 4-Amarela), pois contarão com sistema driverless (sem condutor). Essas características geram desafios diferentes aos enfrentados pelo metrô e pela CPTM. Os trens da Linha 15-Prata estão sendo fabricados pela Bombardier, enquanto os da Linha 17-Ouro pela Scomi, junto com a MPE.

Meca diz que o maior desafio será a capacidade. A Linha 15-Prata tem a pretensão de realizar o transporte de 40.000 passageiros/hora/sentido. Segundo o gerente essa é a maior capacidade de um sistema como esse no mundo.

Revista Ferroviária 

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