SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Metrô de SP estuda o uso de painéis solares

Considerado um meio de transporte limpo, por exigir menos emissão de gás carbônico em seu consumo energético, o metrô pode tornar-se ainda mais "verde", com a instalação de painéis solares. A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) vem estudando a adoção dessas placas nas estações e nos pátios de manutenção. Elas captam a radiação do sol e a transformam em eletricidade, reduzindo o consumo de energia convencional.

Um projeto apresentado anteontem na 19.ª Semana Metroferroviária, evento na região central da capital que reuniu empresas públicas e privadas do setor, mostra que o Metrô planeja colocar os painéis fotovoltaicos em ao menos três estações. Uma delas, a Água Rasa, ainda será construída - na extensão da Linha 2-Verde, na zona leste. Não há, porém, estimativa de custos.

O terminal de ônibus anexo a essa parada poderá receber painéis em uma área de 5,8 mil metros quadrados, no teto. Essa central deve gerar, na média anual, 236 megawatts por hora, de acordo com as estimativas preliminares.

Dois futuros pátios de manobra e estacionamento de trens também vêm sendo cogitados para ter as placas. Um deles, o Pátio Oratório, na Vila Prudente, zona leste, já está em construção e passará a abrigar os trens do monotrilho da Linha 15-Prata no fim deste ano. O outro é o Paulo Freire, na região do Parque Novo Mundo, zona norte, da extensão da Linha 2-Verde, que deve começar a ser construída em 2014.

Na mesma região, a Estação Vila Prudente, aberta em 2010, pode ganhar placas fotovoltaicas no telhado. Com um teto bem maior, a Estação Palmeiras-Barra Funda, na Linha 3-Vermelha, na zona oeste, também é pleiteada para ganhar os painéis. Esses equipamentos, no Metrô de São Paulo, não serão usados para a tração dos trens, que precisa de muita eletricidade, mas para a iluminação e para outros sistemas auxiliares das estações e dos pátios de manutenção.

Longo prazo. O estudo, assinado pelos engenheiros Fabio Bernardes e Laércio Monteiro e pelos arquitetos Ivan Piccoli e Massaru Saito, todos do Metrô, indica que, considerando "a comparação direta da tarifa de energia" que a empresa "paga no mercado livre, no momento", parece não ser vantajoso o uso de energia solar - o Metrô desembolsa cerca de 25% a menos por sua energia do que outros consumidores.

Entretanto, o levantamento conclui que "deve ser fortemente considerado o atual cenário dos projetos da expansão da rede para viabilizar um projeto-piloto que auxilie na eficaz definição da aplicabilidade do sistema de aproveitamento de energia solar no Metrô". A ideia de usar energia fotovoltaica em estações de metrô surgiu em Nova York, onde a tecnologia é empregada desde 2005. / C.V.


Estadão 

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