SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Obras de Metrô de SP derrubam quase 2,4 mil árvores na Zona Leste

Leis obrigam responsáveis a compensar prejuízo ao meio ambiente.
Maioria foi derrubada para instalação de vigas que sustentam monotrilho.

Na Zona Leste de São Paulo, quase 2,4 mil árvores foram derrubadas para a construção da linha 15 do Metrô, que vai ligar o bairro de Vila Prudente a Cidade Tiradentes. Segundo a lei, para compensar o impacto ambiental, o Metrô precisa plantar mais árvores do que as que cortou.

“No caso da Linha 17, é uma Área de Preservação Permanente, uma APP. Cada árvore que nós tiramos, nós tivemos que plantar dez. Dez árvores na região do empreendimento”, afirmou Luís Sérgio Vilarinho, gerente de meio ambiente do Metrô.


A proporção da compensação é elevada devido ao grande espaço de tempo necessário para que as novas árvores cresçam e possam oferecer os mesmos benefícios das que foram cortadas. Em determinados casos, a compensação é feita por transplante da árvore, em que ela é retirada de um lugar e plantada em outro.
A técnica está sendo utilizada na Avenida Roberto Marinho, em outra linha do monotrilho. Cerca de 560 árvores foram retiradas e plantadas em praças próximas do local. Quando não há espaço, elas precisam ser replantadas em outra região da cidade.

Segundo a associação SOS Mata Atlântica, esse tipo de compensação não é ideal. “A compensação ambiental já diz: é remediar algum estrago. O ideal é que seja feito no mesmo local. Quando não há nenhuma possibilidade e a obra for de interesse público, aí sim aceita-se trocar uma alternativa por outra”, disse Malu Ribeiro, coordenadora de projetos da associação. Segundo ela, porém, a população que foi afetada pela obra não será realmente compensada.

A maioria das árvores foi derrubada para a instalação das vigas que sustentam o monotrilho. Imagens mostram o impacto causado pelas obras na Avenida Sapopemba, em São Mateus. Há um ano, árvores dominavam o canteiro central da via. Hoje, não há mais nenhuma no local.

A previsão é que o projeto de paisagismo da linha do Metrô fique pronto até 2017.

G1

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