SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Após pressão, secretaria suspende interdição de ciclovia do rio Pinheiros

Governo adiou fechamento que ocorreria a partir de segunda-feira para estudar alternativas a ciclistas, que convocaram protesto para o final de semana

Após a mobilização de cicloativistas pelas redes sociais, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos de São Paulo decidiu suspender a interdição de um trecho de 4 quilômetros da ciclovia que margeia o rio Pinheiros, na capital paulista. A medida seria aplicada a partir de segunda-feira, 7, por causa das obras do monotrilho da Linha 17-Ouro (Morumbi-Jabaquara) e deve durar dois anos.

Pelas redes sociais, mais de 2,3 mil pessoas já haviam confirmado presença num protesto organizado para este final de semana contra o fechamento da ciclovia entre as estações Granja Julieta e Vila Olímpia da Linha 9-Esmeralda da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Eles questionam o fato de a empresa não ter dado alternativas aos usuários da ciclofaixa, cerca de 600 ciclistas nos dias úteis.

Agora, a secretaria informou que vai estudar rotas alternativas antes de interditar o trecho da ciclofaixa, que possui 21,5 km de extensão e foi inaugurada em 2010 pela CPTM. Nos finais de semana, o número de ciclistas salta para 4 mil, segundo dados do Metrô de São Paulo.

"Eles não fizeram o básico, que é um planejamento. Ninguém é contra as obras do monotrilho, que é um transporte de massa. Mas tem gente que usa a ciclovia para trabalhar e será afetada por essa interdição", disse o bancário e cicloativista Roberto Santana, de 34 anos.

É o caso do motorista particular Rosivaldo Lucena Silva, de 30 anos, que há um ano pedala pela ciclovia entre Santo Amaro, onde mora, e o Morumbi, onde trabalha, na zona sul da capital. "Usando a ciclovia eu demoro 25 minutos da casa ao trabalho. De ônibus seria uma hora e meia. Estão querendo que a gente vá pela marginal?", indagou Silva.


Estadão

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