SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Jovens dizem conseguir recarregar Bilhete Único sem pagar

Dois jovens sócios de uma empresa de segurança da informação com sede em São Paulo afirmam ter descoberto uma falha no sistema de recarga do Bilhete Único da SPTrans (empresa responsável pela administração dos ônibus municipais) que permite usar de graça ônibus, metrô e trens na capital paulista.


Segundo eles, a falha permite que um software restaure valores antigos do bilhete indefinidamente. É possível, por exemplo, carregar R$ 10 e, após usar R$ 3 numa viagem (preço da passagem de ônibus na cidade), restaurar o valor de R$ 10 com a ajuda de um computador.


De acordo com Gabriel Coutinho de Lima, de 21 anos, sócio da empresa, a descoberta da falha ocorreu após os sócios começarem a testar o sistema da SPTrans. Eles se inspiraram em ações semelhantes realizadas por especialistas em sistemas e hackers em várias cidades do mundo em 2008. Naquele ano, de acordo com Coutinho, a SPTrans afirmou que não era possível que isso ocorresse com o Bilhete Único de São Paulo porque o sistema de criptografia (proteção de dados) usado aqui era mais eficiente do que o utilizado fora do país. 


Assim mesmo, os sócios decidiram testar o sistema. No começo, eles tentaram simplesmente alterar os dados do cartão tentando colocar um saldo maior, mas não tiveram sucesso. Ao restaurar dados que já haviam sido gravados no Bilhete Único anteriormente, porém, eles descobriram a falha. 


Coutinho afirma que o trabalho de "quebrar a segurança" do cartão durou três semanas. 


Outro lado
O outro sócio da empresa de segurança da informação, Vinicius Max, disse que na última terça-feira (7),  técnicos da SP Trans foram até seu escritório para verificar a veracidade da falha. 


Segundo Max, após questionarem a fraude, eles concluiram que o sistema têm uma falha.
- Eles recarregaram aqui, foram até a catraca e conseguiram subtrair o valor do cartão. Logo depois, vieram novamente, recarregaram R$ 15 e constataram que o leitor leu. Eles repetiram a operação mais uma vez para não haver dúvidas de que é possível fraudar o bilhete. 


Max diz que sua empresa tem um vídeo com todos os detalhes técnicos e as ferramentas usadas para operação, mas não divulgará para "evitar que ele seja usado de forma indevida". 


Em nota, a empresa municipal que "abriu uma sindicância para investigar a possibilidade de tentativa de fraude contra o sistema do Bilhete Único" e que a investigação deverá estar concluída em 30 dias.


Fonte: R7


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