SITUAÇÕES DAS LINHAS
6 Linha 6-Laranja
Estações (Fase Inicial):
João Paulo I • Freguesia do Ó • Santa Marina • Água Branca • Sesc-Pompeia • Perdizes
Horário: Segunda a sexta, exceto feriados, 10h às 15h
Laranja
Fora de Operação
17 Linha 17-Ouro
Horário: Segunda a sexta, 9h às 16h
Ouro
Fora de Operação
AG Aeromovel GRU
Horário: Todos os dias, 17h às 23h59
Aeromovel GRU
Fora de Operação
7 Linha 7-Rubi
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Rubi
Operando
10 Linha 10-Turquesa
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Turquesa
Operando
11 Linha 11-Coral
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Coral
Operando
12 Linha 12-Safira
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Safira
Operando
13 Linha 13-Jade
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Jade
Operando
8 Linha 8-Diamante
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Diamante
Operando
9 Linha 9-Esmeralda
Horário: Todos os dias, 4h às 0h
Esmeralda
Operando
1 Linha 1-Azul
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Azul
Operando
2 Linha 2-Verde
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Verde
Operando
3 Linha 3-Vermelha
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Vermelha
Operando
4 Linha 4-Amarela
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Amarela
Operando
5 Linha 5-Lilás
Horário: Todos os dias, 4h40 às 0h
Lilás
Operando
15 Linha 15-Prata
Horário normal: 4h40 às 0h
Sábado (28) → Domingo (29): 24 horas
Prata
Operando
EA Expresso Aeroporto
Horário: 5h à meia-noite
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em: 28/08/2025, 06:47:00
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Linha 6-Laranja inicia operação em São Paulo com obras ainda em andamento nas estações




A estreia da Linha 6-Laranja de Metrô de São Paulo foi marcada pelo início da operação assistida, mas os primeiros passageiros encontraram um cenário de estações ainda em fase de conclusão. Durante o percurso entre Água Branca e Perdizes, era possível observar tapumes, materiais de construção, tubulações aparentes, cabos espalhados, escadas rolantes inoperantes, elevadores desligados, infiltrações e áreas sem acabamento.

Em nota, o Governo do Estado informou que a linha opera normalmente dentro do cronograma previsto e que a abertura das estações ocorreu após a conclusão das etapas exigidas para o início da operação, incluindo a obtenção das autorizações dos órgãos competentes, como o Corpo de Bombeiros.

A reportagem percorreu as seis estações abertas ao público e encontrou equipes trabalhando na limpeza dos ambientes enquanto passageiros aguardavam a abertura dos portões na estação Água Branca. Em diversos pontos, equipamentos utilizados durante a construção permaneciam instalados e parte da infraestrutura ainda estava exposta.

Outro ponto observado foi a integração com a Linha 7-Rubi da CPTM. Como a ligação definitiva entre as estações ainda não está pronta, os usuários precisam sair da estação ferroviária, caminhar cerca de 100 metros pela Avenida Santa Marina e acessar a estação da Linha 6-Laranja pela rua.

Também foram registradas falhas na sinalização. Na entrada da estação Água Branca, por exemplo, ainda não havia placas indicando os sentidos Brasilândia e São Joaquim. Funcionários orientavam os passageiros e utilizavam até megafone para explicar como funcionava a operação assistida.

O acesso às plataformas também apresentou limitações. Algumas escadas rolantes permaneciam desligadas ou ainda estavam incompletas. Na estação mais profunda da linha, localizada a 47,8 metros de profundidade, parte das escadas funcionava apenas para descida, obrigando os passageiros a utilizar as escadas fixas para subir.

Durante esse trajeto, a aposentada Maria de Lourdes Alvarenga, de 73 anos, chegou a tropeçar em um lance de escadas, mas conseguiu se equilibrar e seguir viagem. Apesar do susto, afirmou que a chegada do metrô representa uma valorização para a região e que aguardava pela obra havia cerca de 15 anos.

Já a cozinheira Valéria Cristina Luciano de Oliveira, de 63 anos, que utiliza muletas, avaliou que a linha foi inaugurada antes da conclusão da infraestrutura necessária para garantir acessibilidade, destacando a ausência de elevadores e escadas rolantes em funcionamento.

Ao longo das estações, a impressão de que as obras continuam foi constante. Em Santa Marina, parte do teto permanecia aberta, com estruturas metálicas aparentes e protegidas por plástico. As portas de plataforma também apresentavam falhas no fechamento.

Na estação João Paulo I, tapumes ocupavam áreas de circulação, tubulações e fios de energia permaneciam expostos e funcionários orientavam os passageiros a terem cuidado ao passar pelos cabos. Uma caixa-d'água instalada dentro da estação, além de materiais de construção e equipes de trabalho, reforçavam o aspecto de obra em andamento.

Na estação Freguesia do Ó, elevadores continuavam desligados com avisos de que seriam liberados futuramente. Algumas escadas rolantes ainda estavam protegidas por plástico e outras sequer haviam sido finalizadas.

Já na estação Sesc Pompeia, a primeira escada rolante após o desembarque permanecia parada, obrigando os passageiros a utilizarem as escadas convencionais. Também foram observados trechos do piso molhados por goteiras, sem sinalização de risco, além de materiais de construção espalhados pelo local.

Em Perdizes, a situação era semelhante, com tapumes isolando parte da estação, infiltrações nas paredes, piso encharcado e um grande canteiro de obras localizado atrás das áreas liberadas ao público.

A própria operação também apresentou restrições. Os passageiros não podiam aguardar nas plataformas e eram orientados a permanecer no piso superior até a chegada dos trens. Em alguns momentos, os intervalos chegaram a aproximadamente 20 minutos.

Apesar das limitações, muitos usuários destacaram os benefícios futuros da nova linha. O ajudante da construção civil Rodrigo Gregório da Silva, de 42 anos, afirmou acreditar que o novo ramal reduzirá significativamente o tempo de deslocamento e beneficiará milhares de pessoas quando estiver totalmente concluído.

A concessionária Linha Uni informou que a operação assistida faz parte da fase de testes em condições reais de utilização. Segundo a empresa, equipamentos e sistemas serão colocados em funcionamento de forma gradual conforme o aumento da demanda, permitindo ajustes ao longo desse período.

Até o fim do ano, a Linha 6-Laranja funcionará de segunda a sexta-feira, das 10h às 15h, sem cobrança de tarifa.

O Governo de São Paulo informou que a operação será ampliada progressivamente, priorizando a segurança dos passageiros e a validação dos sistemas. A administração estadual também afirmou que os serviços complementares ainda em execução são compatíveis com esta fase e não comprometem a segurança nem o funcionamento da linha.

Fonte: Folha de S. Paulo

Governo de SP entrega primeiro trecho da Linha 6-Laranja com seis estações e inicia operação assistida

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Trem da Linha 6-Laranja


O Governo de São Paulo entregou nesta quinta-feira (2) o primeiro trecho da Linha 6-Laranja do metrô, marcando a abertura das seis primeiras estações do novo ramal. A operação assistida para passageiros começa nesta sexta-feira (3), com viagens gratuitas entre João Paulo I e Perdizes, em um dos projetos de mobilidade mais importantes do estado.

A cerimônia foi realizada na Estação Santa Marina, na zona oeste da capital, e reuniu autoridades estaduais e representantes da concessionária responsável pelo empreendimento. Com investimento estimado em R$ 19 bilhões, a Linha 6-Laranja é fruto de uma parceria público-privada (PPP) entre o Governo de São Paulo e a Concessionária Linha Universidade.

Operação assistida começa nesta sexta-feira

Nesta primeira fase, os passageiros poderão utilizar gratuitamente a Linha 6-Laranja de segunda a sexta-feira, das 10h às 15h, durante um período de operação assistida de aproximadamente 180 dias.

As estações abertas ao público são:

  • João Paulo I

  • Freguesia do Ó

  • Santa Marina

  • Água Branca

  • Sesc-Pompeia

  • Perdizes

Durante esse período, serão realizados testes operacionais, monitoramento dos sistemas de sinalização, segurança e atendimento aos passageiros, permitindo ajustes antes da operação comercial definitiva.

Linha já supera 83% das obras concluídas

Segundo o Governo do Estado, o projeto completo já atingiu 83,17% de execução. Já o primeiro trecho, entre Brasilândia e Perdizes, alcançou 93,85% das obras concluídas, permitindo a antecipação da operação assistida.

Entre as estações mais avançadas estão:

  • Água Branca: 98,16%

  • Santa Marina: 95,76%

  • Perdizes: 94,57%

  • João Paulo I: 93,86%

A construção da linha já gerou mais de 11 mil empregos diretos.

Ligação entre a zona norte e o centro

Quando totalmente concluída, a Linha 6-Laranja terá 15 quilômetros de extensão e 15 estações, ligando Brasilândia à Estação São Joaquim.

O novo ramal permitirá integração com:

  • Linha 1-Azul

  • Linha 4-Amarela

  • Linha 7-Rubi

A expectativa é reduzir o tempo de deslocamento entre a zona norte e o centro da capital de cerca de 1h30 para aproximadamente 23 minutos.

Próximas etapas

A previsão é que o trecho entre Brasilândia e Perdizes entre em operação comercial no segundo semestre de 2026. Já a conclusão completa da Linha 6-Laranja, chegando até São Joaquim, está prevista para 2027.

A obra é executada pela Acciona, enquanto a operação será realizada pela Concessionária Linha Universidade por um período de 19 anos.

Parte do programa SP nos Trilhos

A Linha 6-Laranja faz parte do programa SP nos Trilhos, iniciativa lançada pelo Governo de São Paulo em 2024 para ampliar a malha ferroviária de passageiros no estado.

O programa reúne cerca de 40 projetos entre metrôs, trens urbanos, VLTs e Trens Intercidades (TICs), com previsão de aproximadamente 1.000 quilômetros de novas linhas e investimentos estimados em R$ 194 bilhões. A expectativa é de geração de cerca de 150 mil empregos ao longo da implantação dos empreendimentos.


Fotos da Linha 6-Laranja

Linha 6-Laranja

Linha 6-Laranja

Linha 6-Laranja

Linha 6-Laranja

Linha 6-Laranja

Linha 6-Laranja

Linha 6-Laranja

Linha 6-Laranja

Linha 6-Laranja





Linha 6-Laranja terá trens com maior capacidade, operação autônoma e tecnologia de eficiência energética

 

Trem da Linha 6-Laranja

Linha 6-Laranja de Metrô de São Paulo contará com uma nova geração de trens com maior capacidade de transporte, condução autônoma e recursos voltados à redução do consumo de energia. Os primeiros veículos começam a circular nos próximos dias no trecho entre as estações João Paulo I e Perdizes, durante a fase inicial de operação assistida.

Os novos trens terão capacidade para transportar até 2.044 passageiros, número superior ao das composições utilizadas atualmente em linhas tradicionais do Metrô de São Paulo. Como comparação, um trem convencional da Linha 1-Azul comporta cerca de 1.600 passageiros, o que representa aproximadamente 28% a menos de capacidade.

Mesmo mantendo a quantidade de vagões, as composições da Linha 6-Laranja foram projetadas com mais espaço interno, incluindo maior presença de assentos laterais para ampliar a área útil e melhorar a circulação dos passageiros.

Os trens, fabricados pela Alstom em Taubaté (SP), podem alcançar velocidade de até 90 km/h. Durante a operação comercial, porém, a velocidade máxima será de 80 km/h. Quando a linha estiver em funcionamento completo, 22 trens estarão em operação com condução totalmente automática, sem necessidade de operador dentro da cabine.

As composições foram produzidas em aço inoxidável, material que aumenta a resistência e reduz o peso dos veículos. A tecnologia contribui para menor consumo de energia e maior vida útil dos trens, estimada em mais de 40 anos.

Outro destaque é o sistema de frenagem regenerativa, que transforma parte da energia gerada durante a desaceleração em eletricidade reutilizável pelo sistema. A expectativa é que cerca de 95% das frenagens utilizem essa tecnologia, reduzindo o gasto energético e o desgaste dos equipamentos.

Os trens também terão sistemas de segurança e informação aos passageiros, incluindo mapas dinâmicos, telas de comunicação, câmeras de monitoramento, contagem de passageiros, detecção de fumaça e sistemas de combate a incêndio. Todas as informações operacionais serão acompanhadas pelo Centro de Controle Operacional.

Além disso, os veículos terão intercomunicadores instalados em altura acessível para pessoas em cadeira de rodas, permitindo que passageiros com mobilidade reduzida solicitem atendimento de forma independente.

Operação assistida da Linha 6-Laranja

O primeiro trecho aberto ao público da Linha 6-Laranja será entre as estações João Paulo I e Perdizes. Nesta fase inicial, chamada de operação assistida, o funcionamento será de segunda a sexta-feira, das 10h às 15h, sem cobrança de tarifa.

Neste período, apenas dois trens estarão circulando, sendo um em cada sentido. O tempo estimado de viagem entre as estações será de aproximadamente 20 minutos.

Linha 6-Laranja de metrô será entregue nesta quinta-feira (2)

Trem da Linha 6-Laranja


O governador Tarcísio de Freitas realiza a entrega do novo ramal com a abertura das seis primeiras estações: João Paulo I, Freguesia do Ó, Santa Marina, Água Branca, Sesc-Pompeia e Perdizes

Com investimento estimado em R$ 19 bilhões, a Linha 6-Laranja faz parte do programa SP nos Trilhos e, quando concluída, vai ligar a Brasilândia ao centro de São Paulo, com integração às linhas 1-Azul, 4-Amarela e 7-Rubi

📍 Estação Santa Marina – Avenida Santa Marina, 1158 – Água Branca
🕙 10h
📅 2 de julho de 2026

​Metrô de SP ganha a estação mais profunda da América Latina com inauguração da Linha 6-Laranja

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As seis primeiras estações da Linha 6-Laranja funcionarão das 10h às 15h

Estação Água Branca, com 47,8 metros de profundidade, supera Santa Cruz e se torna a mais profunda em operação da rede metroviária

A Estação Água Branca, da Linha 6-Laranja de metrô, será a mais profunda em operação da América Latina com a inauguração do primeiro trecho da nova linha. Com 47,8 metros de profundidade, a estação supera a Santa Cruz, das linhas 1-Azul e 5-Lilás, que possui 41,5 metros.

O Governo de São Paulo entrega nesta semana o primeiro trecho da Linha 6-Laranja, entre as estações João Paulo I e Perdizes. Quando estiver totalmente concluída, a linha fará a ligação entre Brasilândia, na Zona Norte, e São Joaquim, no Centro de São Paulo.

A nova conexão vai transformar os deslocamentos na região. Um trajeto que atualmente pode levar cerca de 1h30 de ônibus será reduzido para aproximadamente 23 minutos com a operação completa da linha.

Nesta primeira fase, não haverá cobrança de tarifa e o funcionamento será realizado em horário reduzido, de segunda a sexta-feira.

A estação mais profunda do metrô de São Paulo

A Estação Água Branca faz parte do primeiro trecho inaugurado da Linha 6-Laranja. A profundidade de quase 50 metros equivale a aproximadamente um prédio de 15 andares.

O local supera a Estação Santa Cruz e assume o posto de estação mais profunda em operação da rede metroviária.

Com a conclusão das próximas etapas da Linha 6-Laranja, outras estações também estarão entre as mais profundas do metrô de São Paulo:

  • Itaberaba-Hospital Vila Penteado: 65,71 metros

  • Higienópolis-Mackenzie: 64,86 metros

  • Bela Vista: 60,68 metros

  • PUC-Cardoso de Almeida: 60,51 metros

  • São Joaquim: 52,08 metros

Profundidade e integração com outros transportes

A Estação Água Branca não se destaca apenas pela profundidade. Localizada na Zona Oeste da capital, ela terá integração com a Linha 7-Rubi da CPTM.

No futuro, a estação também será conectada ao Trem Intercidades, projeto que ligará Campinas a São Paulo com viagem estimada em 64 minutos.

A grande profundidade das estações da Linha 6-Laranja está relacionada às características do subsolo da região e ao traçado da linha, que passa por baixo do Rio Tietê e também do túnel da Linha 4-Amarela.

Operação do primeiro trecho

A primeira fase da Linha 6-Laranja terá seis estações em funcionamento:

  • João Paulo I

  • Freguesia do Ó

  • Santa Marina

  • Água Branca

  • Sesc-Pompeia

  • Perdizes

O empreendimento é uma Parceria Público-Privada (PPP) entre o Governo de São Paulo e a concessionária Linha Uni, com contrato no valor de R$ 19 bilhões.

As seis estações funcionarão das 10h às 15h, de segunda a sexta-feira, exceto feriados.

Nesta etapa inicial, a operação será realizada no sistema Shuttle, com dois trens circulando, sendo um em cada via. O intervalo médio será de 19 minutos.

Inicialmente, os trens contarão com operação manual e presença de condutor. Futuramente, a Linha 6-Laranja terá operação com condução autônoma.

Acessos e integração

Cada estação da Linha 6-Laranja contará com mais de uma entrada e saída. Porém, durante o período inaugural, será disponibilizado apenas o acesso principal de cada estação.

Os passageiros terão orientação por meio da comunicação visual instalada nas estações e nos trens.

Na Estação Água Branca, a integração com a Linha 7-Rubi da CPTM terá cobrança de tarifa, enquanto o acesso às estações da Linha 6-Laranja será gratuito durante a fase inicial de operação.

Próximas entregas da Linha 6-Laranja

Ainda em 2026, o Governo de São Paulo prevê a entrega de mais duas estações da Linha 6-Laranja: Brasilândia e Itaberaba-Hospital Vila Penteado, ampliando o atendimento até a Zona Norte da capital.

A Linha 6-Laranja também representa um novo modelo de implantação no metrô paulista. O projeto utiliza uma PPP integral, em que a concessionária é responsável tanto pela construção quanto pela operação da linha.

Após a paralisação das obras, o projeto foi retomado em 2020 com a entrada da Linha Uni/Acciona e agora avança para o início da operação do primeiro trecho.

O modelo reúne em um único contrato as responsabilidades pela implantação, sistemas e manutenção, buscando garantir maior integração entre a construção e o funcionamento do serviço ao longo dos anos.

​Conheça os números que fazem da Linha 6-Laranja a maior obra de mobilidade urbana da América Latina

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Trens da Linha 6-Laranja

Projeto reúne R$ 19 bilhões em investimentos, mais de 11 mil empregos diretos e túneis escavados por tatuzões de 2 mil toneladas

A Linha 6-Laranja de metrô entra em uma nova fase nesta semana com a inauguração do primeiro trecho da maior obra de mobilidade urbana em implantação na América Latina. O projeto, realizado em parceria público-privada, representa um dos maiores investimentos já realizados no transporte público de São Paulo, com R$ 19 bilhões destinados à construção da nova ligação metroviária.

Quando estiver totalmente concluída, a Linha 6-Laranja terá 15,3 quilômetros de extensão, 15 estações, 22 trens e capacidade para transportar aproximadamente 633 mil passageiros por dia, conectando a região de Brasilândia, na Zona Norte, até São Joaquim, no Centro da capital.

Nesta primeira etapa, serão entregues seis estações, no trecho entre João Paulo I e Perdizes. A operação inicial será gratuita para os passageiros.

A Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo terá algumas das estações mais profundas da América Latina, com estruturas construídas em grandes profundidades devido às características do projeto e do terreno da região.

A estação Itaberaba-Hospital Vila Penteado será a mais profunda da linha, com 65,71 metros de profundidade. Na sequência aparecem Higienópolis-Mackenzie, com 64,86 metros, e Bela Vista, com 60,68 metros.

Confira a profundidade das estações da Linha 6-Laranja:

Itaberaba-Hospital Vila Penteado: 65,71 metros
Higienópolis-Mackenzie: 64,86 metros
Bela Vista: 60,68 metros
PUC-Cardoso de Almeida: 60,51 metros
São Joaquim: 52,08 metros
Água Branca: 47,80 metros
FAAP-Pacaembu: 45,71 metros

Investimentos e retomada das obras

A construção da Linha 6-Laranja recebeu investimento total de R$ 19 bilhões. O projeto passou por uma paralisação em 2016 e teve as obras retomadas em 2020 com uma nova concessionária responsável pela implantação da linha.

Durante o período de construção, a obra gerou mais de 11 mil empregos diretos, movimentando diferentes áreas profissionais, como engenharia, operação de máquinas, manutenção, segurança e serviços especializados.

Em 2025, um dos principais marcos da obra foi alcançado: a conclusão da escavação dos túneis e a entrega do primeiro trem destinado à operação da linha.

Mais rapidez nos deslocamentos

A Linha 6-Laranja foi planejada para transformar a mobilidade entre a Zona Norte e o Centro de São Paulo. Atualmente, o trajeto entre Brasilândia e São Joaquim pode levar cerca de 1h30 utilizando ônibus.

Com a operação completa da nova linha, esse deslocamento deverá ser reduzido para aproximadamente 23 minutos, proporcionando mais agilidade aos passageiros e contribuindo para a redução do trânsito e da emissão de poluentes.

Ao todo, serão 15 estações distribuídas ao longo de 15,3 quilômetros de extensão. Nesta primeira fase, seis estações serão abertas ao público, enquanto a operação completa será implantada gradualmente.

Tecnologia dos tatuzões

Uma das grandes marcas da construção da Linha 6-Laranja foi o uso de duas tuneladoras, equipamentos conhecidos popularmente como “tatuzões”.

As máquinas são responsáveis por escavar o solo e instalar, ao mesmo tempo, o revestimento estrutural dos túneis por onde os trens irão circular.

Um dos equipamentos recebeu o nome de Maria Leopoldina, em homenagem à imperatriz do Brasil durante o período da Independência. O tatuzão tinha 2 mil toneladas, 109 metros de comprimento e 10,6 metros de diâmetro de escavação.

A máquina contava com estrutura semelhante a uma pequena operação subterrânea, incluindo cabine de comando, esteira para retirada do material escavado, refeitório e cabine de enfermagem.

O Tatuzão Sul percorreu aproximadamente 8,9 quilômetros desde a região da Marginal Tietê até a Estação São Joaquim, concluindo a escavação do trecho sul da linha em fevereiro de 2025.

Em outubro de 2024, o equipamento estabeleceu um recorde ao escavar 41,3 metros em apenas 24 horas.

Dos aproximadamente 15 quilômetros de via da Linha 6-Laranja, cerca de 13 quilômetros foram construídos utilizando os tatuzões. Outros métodos também foram aplicados, como o NATM (Novo Método Austríaco de Tunelamento) e a vala a céu aberto.

A operação dos equipamentos envolveu cerca de 50 profissionais divididos em três turnos de trabalho, incluindo operadores, técnicos de manutenção mecânica e elétrica, engenheiros, agrimensores e equipes de saúde e segurança.

Nova frota de trens

A Linha 6-Laranja contará com uma frota formada por 22 trens. Cada composição terá capacidade para transportar até 2.044 passageiros e poderá alcançar velocidade máxima de 90 km/h.

Durante a operação comercial, a velocidade prevista será de até 80 km/h, garantindo maior rapidez nos deslocamentos dos passageiros.

Estações mais profundas do metrô

A nova linha também contará com algumas das estações mais profundas do metrô de São Paulo.

Neste primeiro trecho, a Estação Água Branca será a mais profunda em operação, com 47,8 metros de profundidade, superando a Estação Santa Cruz, da Linha 5-Lilás.

Com a conclusão de toda a linha, a Estação Itaberaba-Hospital Vila Penteado será a mais profunda da rede metroviária paulista, com aproximadamente 65 metros de profundidade.

Operação assistida

O primeiro trecho da Linha 6-Laranja será inaugurado em operação assistida, ligando as estações João Paulo I e Perdizes.

Nesta fase inicial, o funcionamento será de segunda a sexta-feira, das 10h às 15h, sem cobrança de tarifa.

A operação contará com um trem em cada via e intervalo estimado de 13 minutos entre as composições, permitindo ajustes e acompanhamento técnico antes da ampliação do funcionamento da linha.









Veja como vai funcionar a operação do primeiro trecho da Linha 6-Laranja

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Trem da Linha 6-Laranja


O Governo de São Paulo entrega na próxima semana o primeiro trecho da Linha 6-Laranja de metrô, considerada a maior obra de mobilidade urbana em execução na América Latina. Neste primeiro momento, as seis primeiras estações, entre João Paulo I e Perdizes, funcionarão em operação assistida, sem cobrança de tarifa.

A operação inicial será realizada de segunda a sexta-feira, das 10h às 15h, exceto feriados. Durante esse período, os passageiros poderão utilizar gratuitamente as estações João Paulo I, Freguesia do Ó, Santa Marina, Água Branca, Sesc-Pompeia e Perdizes.

O funcionamento será realizado no modelo Shuttle, com dois trens operando no trecho, sendo um trem em cada via. O intervalo médio será de 19 minutos. Nesta fase inicial, os trens serão conduzidos manualmente por operadores, enquanto futuramente a Linha 6-Laranja contará com operação autônoma.

Cada estação possui mais de uma entrada e saída previstas, mas durante a operação assistida haverá apenas um acesso aberto por estação, com sinalização indicando o caminho aos passageiros.

Conheça as seis estações do primeiro trecho da Linha 6-Laranja:

João Paulo I

Localizada na Avenida Miguel Conejo, na Freguesia do Ó, a estação João Paulo I possui 41,45 metros de profundidade e contará com integração a um terminal de ônibus municipal.

A estação também fica próxima da UPA 21 de Junho e da AMA/UBS Integrada Vila Palmeiras.

Freguesia do Ó

A estação Freguesia do Ó está localizada na Avenida Miguel Conejo, com 39,92 metros de profundidade.

A unidade fica próxima ao Cemitério da Freguesia do Ó e ao Largo da Matriz de Nossa Senhora do Ó, uma das regiões históricas da zona norte de São Paulo.

Santa Marina

Localizada na Avenida Santa Marina, a estação Santa Marina terá acessos pela Avenida Santa Marina, Praça Dr. Pedro Corazza e Avenida Marquês de São Vicente.

Com 30,14 metros de profundidade, a estação ficará próxima ao centro de treinamento do São Paulo FC, à Academia de Futebol do Palmeiras, à TV Cultura e à Unip.

Água Branca

A estação Água Branca, com 47,80 metros de profundidade, será um dos principais pontos de integração da Linha 6-Laranja.

A unidade permitirá a conexão com a Linha 7-Rubi da TIC Trens. Durante a operação assistida, o uso do metrô será gratuito, mas a integração com a linha de trens metropolitanos terá cobrança de tarifa.

No futuro, a estação também será estratégica para o Trem Intercidades São Paulo-Campinas, que terá Água Branca como ponto de chegada e saída na capital paulista.

Sesc-Pompeia

Localizada na Avenida Pompeia, com acesso também pela Rua Venâncio Aires, a estação Sesc-Pompeia ficará próxima ao Sesc Pompeia, ao estádio do Palmeiras e ao Bourbon Shopping.

A nova estação deve facilitar o acesso a uma das regiões mais movimentadas da zona oeste, especialmente em dias de jogos, eventos, compras e atividades culturais.

Perdizes

A estação Perdizes fica na Rua Apiacás e será, neste primeiro momento, o limite do trecho inaugurado em direção ao centro.

Com 29 metros de profundidade, a estação fica próxima ao Museu das Culturas Indígenas e ao Parque da Água Branca.

Depois de Perdizes, a Linha 6-Laranja seguirá futuramente com as estações PUC-Cardoso de Almeida, FAAP-Pacaembu, Higienópolis-Mackenzie, 14 Bis-Saracura, Bela Vista e São Joaquim.

A Linha 6-Laranja será uma ligação estratégica entre a zona norte e o centro de São Paulo. Quando estiver totalmente concluída, entre Brasilândia e São Joaquim, a linha terá cerca de 15 quilômetros de extensão, 15 estações e reduzirá um deslocamento que atualmente pode levar cerca de 1h30 de ônibus para aproximadamente 23 minutos.

Próximas entregas da Linha 6-Laranja

Ainda em 2026, o Governo de São Paulo prevê a entrega das estações Brasilândia e Itaberaba-Hospital Vila Penteado, ampliando o atendimento do novo ramal na zona norte da capital.

A Linha 6-Laranja é implantada por meio de uma PPP integral entre o Governo de São Paulo e a concessionária Linha Uni, modelo em que a empresa é responsável tanto pela construção quanto pela operação da linha.

O projeto foi retomado em 2020 após uma paralisação, com a entrada da Linha Uni/Acciona, e agora se aproxima do início da operação do primeiro trecho.


🚇 Linha 6-Laranja - Metrô de São Paulo

✅ Primeiro trecho inaugura em breve (junho/julho 2026)
De João Paulo I até Perdizes (6 estações)

📍 Trajeto Completo da Linha (Norte → Sul)

🔴 Trecho Norte (Previsão: final de 2026)

  1. Pátio Morro Grande (pátio de manutenção - sem embarque de passageiros)
  2. Brasilândia (terminal norte)
  3. Maristela (prevista apenas para 2027)
  4. Itaberaba - Hospital Vila Penteado

🟢 Trecho Inaugural (Próxima Semana) – João Paulo I ↔ Perdizes

  1. João Paulo I – Integração com terminal de ônibus
  2. Freguesia do Ó
  3. Santa Marina
  4. Água Branca – Integração com Linha 7-Rubi 
  5. Sesc-Pompeia
  6. Perdizes (limite atual)

🔜 Trecho Centro (Previsão: 2027)

  1. PUC-Cardoso de Almeida
  2. FAAP-Pacaembu
  3. Higienópolis-Mackenzie (integração Linha 4-Amarela)
  4. 14 Bis–Saracura
  5. Bela Vista
  6. São Joaquim (integração Linha 1-Azul – terminal sul)

Extensão total: 15,3 km | Tempo total estimado: ≈ 23 minutos

Linha Uni • Inauguração parcial: junho/julho de 2026

Estação São Joaquim inicia obras de ampliação para integração com a Linha 6-Laranja

Estação São Joaquim inicia obras de ampliação para integração com a Linha 6-Laranja
Estação São Joaquim

As obras de ampliação e modernização da estação São Joaquim, da Linha 1-Azul do Metrô de São Paulo, continuam avançando. Nesta semana, começaram os trabalhos para ampliar as plataformas da estação, uma ação essencial para absorver o aumento de demanda previsto com a futura integração da Linha 6-Laranja.

Para minimizar impactos na operação e garantir a segurança dos passageiros, a ampliação será feita de forma gradativa, nas extremidades das plataformas, com instalação de tapumes que segregam os trechos em obras. O início das atividades ocorreu na extremidade norte da plataforma sentido Jabaquara, e os trabalhos devem se estender pelos próximos dois meses nesta área.

Durante a execução das obras, especialmente nos horários de pico, funcionários do Metrô orientarão os passageiros no embarque e desembarque. Além disso, colaboradores de empresas contratadas estarão presentes na área isolada pelos tapumes para garantir a segurança e orientar os usuários.

Além da ampliação das plataformas, a modernização da estação inclui:

  • Novo mezanino;

  • Remodelação dos acessos;

  • Edifício técnico operacional de sete andares;

  • Instalação de 15 novas escadas rolantes;

  • Instalação de 6 elevadores.

Com essas melhorias, a capacidade de atendimento da estação São Joaquim passará dos atuais 30 mil passageiros diários para 200 mil passageiros por dia, promovendo maior conforto e acessibilidade aos usuários.

Fonte: Metrô 

Chegada do Primeiro Trem da Linha 6-Laranja: Um Marco para a Mobilidade em São Paulo

Chegada do Primeiro Trem da Linha 6-Laranja: Um Marco para a Mobilidade em São Paulo
Trem da Linha 6-Laranja

 No dia 10 de julho de 2025, a Zona Norte de São Paulo testemunhou um marco histórico para a mobilidade urbana do estado: a chegada do primeiro trem da Linha 6-Laranja do Metrô, no Pátio Morro Grande. O evento, que contou com a presença do governador Tarcísio de Freitas, simbolizou um passo significativo rumo à modernização do transporte público na capital paulista, prometendo transformar a vida de milhares de paulistanos.

O trem, fabricado pela Alstom na cidade de Taubaté, no interior de São Paulo, impressiona por sua tecnologia de ponta. Construído em aço inoxidável, mais leve e com durabilidade superior a 40 anos, a composição de seis carros tem capacidade para transportar até 2.044 passageiros por viagem. Equipado com frenagem regenerativa, que otimiza o consumo de energia, o trem opera de forma totalmente automatizada, sem condutor, e pode atingir velocidades de até 90 km/h. Essas características reforçam o compromisso com a sustentabilidade e a eficiência no transporte público.


Chegada do Primeiro trem da Linha 6-Laranja
Chegada do Primeiro trem da Linha 6-Laranja

Chegada do Primeiro trem da Linha 6-Laranja
Chegada do Primeiro trem da Linha 6-Laranja

Chegada do Primeiro trem da Linha 6-Laranja
Chegada do Primeiro trem da Linha 6-Laranja

A Linha 6-Laranja, apelidada de "Linha das Universidades" por conectar regiões próximas a instituições como PUC-SP, Mackenzie e FAAP, terá 15,3 km de extensão e 15 estações, ligando Brasilândia à Estação São Joaquim, no centro da cidade. Quando concluída, reduzirá o tempo de viagem de 1h30, comum em trajetos feitos por ônibus, para apenas 23 minutos, beneficiando cerca de 630 mil passageiros diariamente. A operação parcial, do trecho Brasilândia a Perdizes, está prevista para o segundo semestre de 2026, com a linha completa entrando em funcionamento até 2027.

Os testes do primeiro trem começarão em setembro de 2025, marcando o início de uma nova fase de preparação para a operação. A chegada desse trem não é apenas um avanço técnico, mas um símbolo de esperança para os moradores da Zona Norte e outras regiões atendidas, que terão acesso a um transporte mais rápido, seguro e confortável. A Linha 6-Laranja representa o futuro da mobilidade em São Paulo, conectando pessoas, reduzindo distâncias e promovendo o desenvolvimento da cidade.

Alstom entrega o primeiro trem da Linha 6-Laranja em São Paulo



Um marco importante para a mobilidade de São Paulo acaba de acontecer: a Alstom entregou oficialmente o primeiro trem da futura Linha 6-Laranja do metrô. Produzido na fábrica da empresa em Taubaté (SP), esse é o primeiro de um total de 22 trens que vão circular no novo ramal, conectando a zona norte ao centro da cidade.

Cada composição tem seis carros, estrutura em aço inoxidável e capacidade para transportar até 2.044 passageiros. Além disso, os trens foram pensados para serem mais leves, consumirem menos energia elétrica e oferecerem mais conforto aos passageiros. A expectativa é que a linha atenda cerca de 630 mil pessoas por dia.

Tecnologia a favor do passageiro

O projeto foi desenvolvido com o apoio do Lab 4.0 da Alstom, um laboratório de realidade virtual onde tudo é simulado antes mesmo da fabricação. Isso permitiu ajustes finos no design dos assentos, altura de barras de apoio, itens de segurança e até na posição dos motores. Resultado: trens mais modernos, eficientes e com vida útil estimada em mais de 40 anos.

Segundo Suely Sola, diretora-geral da Alstom Brasil, esse é um projeto que reforça o compromisso da empresa com o Estado e com o país:

"A Alstom é líder em mobilidade ferroviária no Brasil há 70 anos e este projeto comprova que continuamos investindo e inovando neste mercado vital. Estamos muito orgulhosos de ter a Linha 6-Laranja em nosso portfólio. Esse projeto é um marco na mobilidade urbana da América Latina e reforça nosso compromisso com o Estado de São Paulo e com o Brasil. Seguimos dedicados a oferecer soluções de transporte público que sejam eficientes, seguras e de alta qualidade."

Linha das universidades

Apelidada de linha das universidades, a Linha 6-Laranja vai conectar pelo menos sete instituições de ensino superior da capital, além de várias escolas na região da Avenida Paulista. Uma pesquisa do Governo do Estado mostrou que mais de 40% dos passageiros previstos são estudantes entre 18 e 24 anos.

Com 15 quilômetros de extensão e 15 estações, a linha vai ligar o bairro da Brasilândia, na zona norte, até a estação São Joaquim, no centro. Um trajeto que hoje leva até uma hora e meia de ônibus será feito em apenas 23 minutos de metrô.

O projeto é a maior obra de infraestrutura em andamento na América Latina e está sendo realizado em formato de parceria público-privada (PPP) entre o Governo do Estado de São Paulo e a Concessionária Linha Universidade. A obra está a cargo da Acciona e, quando finalizada, a linha será operada pela concessionária por 19 anos. Mais de 10 mil empregos estão sendo gerados com a construção.

 Taubaté no mapa da mobilidade global

A fábrica da Alstom em Taubaté tem ganhado cada vez mais relevância internacional. Inaugurada em 2015, ela já fabricou os trens do VLT do Rio de Janeiro para as Olimpíadas, produziu trens para o metrô de Santiago (Chile) e, mais recentemente, passou por uma ampliação após um investimento de 100 milhões de reais.

Hoje, a unidade é responsável por fabricar mais de 170 trens (mais de 940 carros) que estão sendo enviados para São Paulo, Santiago, Taipei e Bucareste. A planta é referência global em trens com estrutura em aço inoxidável e está localizada em um ponto estratégico, entre duas importantes rodovias e próxima ao Porto de Santos.

Presença forte no Brasil

Com mais de 70 anos de atuação no Brasil, a Alstom está presente em diversos projetos de mobilidade urbana no país, com sistemas de transporte operando em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Fortaleza, Recife e Brasília. A empresa também é a maior fornecedora de sistemas de sinalização da América Latina, com mais de 6.000 km de linhas sinalizadas.


A chegada do primeiro trem da Linha 6-Laranja é só o começo. Aos poucos, a cidade vai ganhando mais opções de transporte rápido, eficiente e acessível — e quem depende do metrô para estudar, trabalhar e viver, agradece.

Quer saber mais sobre o projeto e a fábrica da Alstom? Acesse: [www.alstom.com](http://www.alstom.com)


Por: Alstom