SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em:
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Terceirizados da CPTM entram em greve por plano de cargos e salários

Foto/Eduardo Metroviche
Os metalúrgicos da CAF/Ctrens, de Osasco, estão em greve desde às 8h de ontem quinta-feira, 29, para cobrar a implantação de um plano de cargos e salários nas empresas que prestam serviço à CPTM (Companhia de Trens Metropolitanos). Os trabalhadores prestam manutenção para a frota das linhas 8 (Diamante) e 9 (Esmeralda).

A greve foi decretada depois de várias rodadas de negociação e assembleias, em que as propostas apresentadas pelas empresas não satisfizeram os interesses dos trabalhadores. Na última proposta, submetida à assembleia nesta quinta-feira, as empresas propuseram fazer mudanças nas nomenclaturas dos cargos, mas sem aumento de salários para a maioria dos trabalhadores. A proposta foi recusada.

Segundo os metalúrgicos, ao longo do dia, em média 15 trens param na oficina para passar por correções. Isto significa que hoje estes veículos não passarão pelos devidos reparos rotineiros.

Para o diretor do Sindicato Marcos Roca, a mobilização dos trabalhadores é necessária. “Os trabalhadores estão organizados e só vão retornar ao trabalhado com implantação de um acordo que beneficie a todos. As empresas informaram que vão recorrer ao tribunal”, explicou.

São cerca de 250 trabalhadores que cobram o reconhecimento de seu profissionalismo por meio do plano de cargos e salários. Os trabalhadores criticam o formato hoje aplicado nas empresas, já que não identificam nele critérios claros para reconhecimento, promoção e elevação salarial.

Fonte: Correio Paulista 

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