SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Protesto de motoristas bloqueia 13 terminais em São Paulo

Um protesto de motoristas de ônibus que teve início na manhã desta terça-feira em São Paulo paralisou pelo menos 13 terminais na capital. De acordo com a São Paulo Transporte (SPTrans), sindicalistas organizaram o ato e interromperam a circulação de veículos nos terminais Barra Funda, Expresso Tiradentes, Pinheiros, Lapa, Pirituba, Princesa Isabel, Amaral Gurgel, Sacomã, Bandeira, Casa Verde, Santana, Cachoeirinha e Butantã.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) resolveu suspender o rodízio municipal de veículos - placas finais 3 e 4, no período das 17h às 20h. Estão mantidas as proibições de circulação nos corredores e faixas exclusivas de ônibus nos horários regulamentados, bem como a Zona Azul e a Zona de Máxima Restrição à Circulação de Caminhões (ZMRC). Segundo a CET, por volta das 17h, o congestionamento na cidade alcançou 123 km.

Mais cedo, por volta das 8h30, motoristas e cobradores pararam os ônibus e bloquearam um trecho no Largo do Paissandu, no centro de São Paulo. Por volta de 12h30, os ônibus continuavam parados no local. Segundo a viação Santa Brígida, que atua principalmente no centro da capital paulista, alguns manifestantes tomaram as chaves de veículos da empresa e furaram os pneus de ônibus para impedir que eles deixassem os terminais. A empresa informou que está tentando negociar com sindicatos e manifestantes, mas disse que ainda não há previsão de retorno à normalidade do sistema de transportes.

Por meio de nota, a direção do Sindicato dos Motoristas de São Paulo informou que foi surpreendida com as manifestações realizadas na cidade por alguns trabalhadores contrários ao acordo da campanha salarial deste ano.

Nesta segunda-feira, em Assembleia Geral, mais de 4 mil trabalhadores  aprovaram a proposta apresentada que prevê, entre outros, o aumento de 10% no salário; ticket mensal de R$ 445,50; PLR de R$ 850,00; 180 dias de licença maternidade. Ficou determinada a criação de uma Comissão para discutir outras questões como convênio médico e situação do setor de manutenção. Segundo o presidente do Sindicato, Valdevan Noventa, será apurada a origem das manifestações e o real motivo do movimento.

Por meio de nota, a SPTrans informou ter acionado a Polícia Militar e que vai solicitar ao Ministério Público a apuração de responsabilidade pelas ações. "A SPTrans repudia com veemência os fatos ocorridos, como a retirada de chaves dos coletivos, impedindo sua circulação, considera os atos sabotagem ao sistema e irá agir com o rigor necessário à apuração e punição dos envolvidos e responsáveis".

UOL

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