SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
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15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
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SP sofre com trânsito e superlotação do metrô

Devido à greve de motoristas e cobradores de ônibus e a suspensão do rodízio, há congestionamento

Por causa do protesto de motoristas e cobradores de ônibus, o rodízio para automóveis foi suspenso nesta terça-feira (20) em toda a cidade. A restrição para caminhões e transportes fretados foi mantida, assim como a circulação de ônibus em corredores e faixas exclusivas. Também por conta da greve, passageiros que utilizavam apenas ônibus lotam estações do metrô.

Segundo a Companhia de Engenharia de Trafego (CET), a cidade teve 261 km de vias congestionadas, o recorde deste ano no período da tarde. O maior congestionamento havia sido de 258 km, em 17 de abril.

Segundo a SPTrans, empresa municipal que administra o transporte público na cidade, treze dos 28 terminais de ônibus de São Paulo estão fechados neste momento por motoristas e cobradores de ônibus. Os trabalhadores estão insatisfeitos com o resultado de uma assembleia realizada nesta segunda-feira (19) pela categoria, quando foi aceita uma proposta salarial apresentada pelas empresas de ônibus, a qual prevê 10% de reajuste salarial.

Entenda:

Os terminais bloqueados são Barra Funda, Expresso Tiradentes, Pinheiros, Lapa, Pirituba, Princesa Isabel, Amaral Gurgel, Sacomã, Bandeira, Casa Verde, Santana, Cachoeirinha e Butantã. A paralisação dos terminais teve início por volta das 09h50 desta terça. O protesto cresceu ao longo do dia. Agora, na Avenida Francisco Morato, no Butantã, em São Paulo, por exemplo, há diversos passageiros indo para casa a pé, já que vários ônibus foram parados e estão estacionados na avenida, sem motoristas.

Por meio de nota à imprensa, o Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo informou ter sido surpreendido “na manhã de hoje com as manifestações realizadas na cidade por alguns trabalhadores (as) que se dizem contrários ao fechamento da Campanha Salarial 2014”. O sindicato informou que pretende investigar de onde partiu as manifestações e o motivo que levou os trabalhadores a tomarem essa atitude.

Segundo o sindicato, mais de 4 mil trabalhadores compareceram à assembleia, que ocorreu no final da tarde de ontem, e aprovaram a proposta apresentada. Ela, além do reajuste de 10% no salário, garante ticket alimentação mensal no valor de R$ 445,50, Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de R$ 850,00, melhoria dos produtos da cesta básica, 180 dias de licença maternidade e o reconhecimento da insalubridade, dando o direito à aposentadoria especial aos 25 anos de trabalho.

O número de ônibus e de passageiros prejudicados pelo protesto não foi informado. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), por volta das 17h, o congestionamento na cidade alcançou 123 km. A lentidão também é decorrente de um protesto de professores que acontece, neste momento, na Avenida Paulista.

A Secretaria Municipal de Transporte ainda não se pronunciou sobre o protesto.

Por: Diário SP Online e Agência Brasil 

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