SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em:
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Manifestantes protestam contra agressões em trem

Manifestantes se reuniram na noite do último  dia (7/05) em frente à estação ferroviária do Centro de Santo André para protestar contra as agressões cometidas por seguranças da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) contra passageiros que teriam pulado as catracas para não pagar a tarifa, de R$ 3. O episódio ocorreu no dia 27 de abril e as imagens da violência tiveram grande repercussão na internet, por meio de redes sociais.

 

O protesto teve início por volta das 17h30 na Rua Itambé e atraiu cerca de 100 pessoas, entre manifestantes e curiosos. Com instrumentos musicais, o grupo gritava palavras de ordem contra a cobrança de tarifas no transporte público e o uso de violência policial. Com um projetor, os vídeos eram exibidos em uma parede da estação. O ato foi organizado por pessoas ligadas a movimentos populares, como o MPL (Movimento Passe Livre) e o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra).

 

Forte aparato policial foi montado para evitar invasões à estação. Cinco viaturas da PM (Polícia Militar) ficaram estacionadas em frente à entrada, no lado oposto da rua. Cordão de policiais ferroviários federais foi posicionado junto à vidraça. A farda dos agentes tinha estampado o logotipo da CPTM, mas a identificação dos profissionais havia sido retirada. Depois que o Diário entrou em contato com a assessoria de imprensa da companhia, os nomes foram colocados no uniforme. Apesar do policiamento ostensivo, não houve conflito.

 

A CPTM informa que ainda não foi concluído o procedimento interno para apuração da conduta dos agentes envolvidos no tumulto. Na semana da confusão, a PM prometeu que também iria analisar a atuação dos policiais. A corporação admitiu que houve ‘conduta indesejada’, mas que o fato não representava ‘transgressão grave’ aos padrões adotados.

 

Fábio Munhoz

Do Diário do Grande ABC

 

 

 

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