SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em:
Linhas ARTESP atualizadas em tempo real • EA e AG por horário fixo • Ocorrências no @DiariodaCPTM

Obra de viaduto em Caieiras atrasa e morador para nos trilhos da CPTM


A população de Caieiras, na Grande São Paulo, aguarda a conclusão da obra do viaduto sobre a Linha 7-Rubi da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos),  com a esperança que ela diminua os problemas de trânsito na região.  Sem a passagem, a espera para transpor a linha férrea pode chegar a 30 minutos ao lado da estação de trem da cidade. A obra ficou parada por mais de seis meses e foi retomada há dez dias, segundo o prefeito Roberto Hamamoto. Ontem, a Operação Bairro a Bairro do DIÁRIO esteve na cidade para conhecer problema e ouvir os moradores.

O cobrador de ônibus Paulo Sergio, de 33 anos, passa pelo  local todo dia para chegar ao Terminal Alípio Martinho, a menos de 100 metros da obra. “Quando fecha a cancela, a demora é de quase 30 minutos para acessar a via na saída do terminal”, disse.

O motorista de ambulância Oswaldo parecido de França, de 55, também reclama do trânsito no local e tem pouca esperança de ver o novo viaduto concluído. Ele transporta pacientes para hemodiálise.
“Quando o transporte acontece no horário de pico a coisa piora muito”, desabafa.

Para os pedestre há ainda o perigo de atravessar a linha férrea a pé. A gestante Simone Rodrigues, de 22 anos, disse que tem utilizado a passarela da CPTM, mas antes  passava pela linha do trem como a maioria faz.
“Para idosos, gestantes e cadeirantes fica bem difícil usar a passarela devido à quantidade de degraus”. “Eu tenho certeza que, assim que concluírem as obras as pessoas sentirão mais segurança em transitar por aqui”, afirmou o comerciante Gilberto da Silva.

Fonte: DSP

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