SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em:
Linhas ARTESP atualizadas em tempo real • EA e AG por horário fixo • Ocorrências no @DiariodaCPTM

Metrô de SP admite que falha deixou cadeirante preso em plataforma

O Metrô de São Paulo admitiu que uma falha em um trem na Estação da Luz, no Centro, deixou o cadeirante Bruno Vilela, de 27 anos, preso por cerca de 30 minutos na plataforma. O incidente aconteceu na noite de sexta-feira (23) e foi divulgado nas redes sociais.
Na nota, o Metrô informa, porém, que funcionários da estação auxiliaram o cadeirante. "Apuramos que houve uma falha no local de parada automática do trem às 22h30 de 23 de março e o usuário encontrava-se no terceiro carro. Nossos empregados da Estação Luz estiveram junto do usuário todo o tempo e auxiliaram seu desembarque no terceiro trem após a ocorrência".
O Metrô, entretanto, informou que a orientação é que os portadores de deficiência ou com restrição de mobilidade utilizem o primeiro carro, "pois o embarque e desembarque é monitorado por câmeras e pelo operador, possibilitando uma atuação imediata no caso de qualquer anormalidade."
Como faz todas as semanas, o bancário e estudante Bruno Vilela voltava da faculdade onde cursa ciências contábeis, em Santana, na Zona Norte, e parou na Luz para pegar uma composição da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). “Desci de costas, porque o degrau do trem era alto e, quando faço assim, o impacto é menor. O problema é que o maquinista parou um pouco mais para frente”, disse nesta terça (27).
Quando percebeu, o jovem viu que estava na lateral do direcionador de fluxo - a barreira metálica usada para organizar a entrada dos passageiros nas estações mais movimentadas. “Quando me virei para voltar, a porta foi fechada”, contou.
Impossibilitado de se mover pela proximidade com o vão dos trilhos, ele pediu ajuda para outros passageiros, que acionaram funcionários do Metrô. Enquanto o auxílio não chegava, Vilela aguardava, ansioso, por outro equívoco. “Mas os outros maquinistas nunca paravam no lugar errado. Não conseguiam acertar o erro”, disse.
Entre as 22h30 e as 23h daquele dia, o jovem, cansado, viu ao menos dez trens passarem. “Não sabia se ria ou se chorava. Era uma situação tragicômica. Pedi para outro passageiro tirar foto, postei no Facebook e pedi para que as pessoas compartilhassem.”
Um dos funcionários destacados para ajudá-lo decidiu entrar em contato via rádio com o condutor de uma composição que, finalmente, conseguiu parar com a porta de um dos vagões em frente a Vilela. Ele entrou no vagão e o trem avançou alguns metros, até o ponto correto, onde desembarcou. De lá, seguiu viagem pela CPTM até o Jaraguá, bairro da Zona Norte onde mora.
Questionado, o bancário disse que, no geral, os serviços no Metrô e na CPTM são bons. “O problema maior é o maquinista não ter ideia do que pode acontecer [quando para fora do lugar]. Podia ser um cego, outro cadeirante. Tudo bem parar errado, o problema é abrir a porta depois.” De agora em diante, ele disse que irá redobrar a atenção ao descer nas estações.






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