SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em:
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Monotrilho é alvo de ato no Morumbi



Cerca de 50 moradores do Morumbi, zona sul de São Paulo, protestaram ontem de manhã contra a obra do monotrilho da Linha 17-Ouro do Metrô. O principal argumento do grupo é de que o trem suspenso a 15 metros teria efeito semelhante ao do Minhocão, na região central, e deterioraria o bairro.


"É melhor enobrecer a área deteriorada do que deteriorar uma área nobre", afirmou o administrador de empresas Yves Jadoul, de 49 anos, um dos manifestantes. O protesto foi marcado por uma rede social e reuniu as comunidades "Moradores do Morumbi" e "Morumbi contra o Monotrilho", às 11 horas, em frente ao Estádio do Morumbi.


"Queremos o metrô subterrâneo. Precisamos de transporte público de qualidade", disse Júlia Titz de Rezende, de 66 anos, presidente do Conselho de Segurança Comunitária (Conseg) do Morumbi. Para ela, o monotrilho era uma demanda para a Copa de 2014. "Como o Morumbi não será mais sede da copa, não há necessidade da construção de um transporte inferior", disse.


Uma das organizadoras do protesto, a diretora comercial Ana Paula Freitas, de 35 anos, alegou que o meio de transporte, com capacidade menor que a do metrô, beneficiaria apenas uma pequena parcela dos moradores da favela de Paraisópolis.


"Eu quero saber quem é que vai sair da Vila Andrade e descer o ladeirão para pegar o monotrilho em Paraisópolis", disse Ana Paula. Ela afirma ainda temer que o monotrilho piore a segurança. "Traz tráfico, várias coisas. A gente já está sofrendo com a situação de segurança, o monotrilho só vai piorar essa situação. E outra: e se tem uma briga de torcida lá no alto?"


Na semana passada, a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente concedeu a licença para o início das obras.
Para a construção da linha que ligará o bairro ao Jabaquara e ao Aeroporto de Congonhas, 51 imóveis serão desapropriados.
Terrenos em vias residenciais do Morumbi, como a Senador Otávio Mangabeira e a Doutor Flávio Américo Maurano (ao lado da comunidade de Paraisópolis), onde há casas, serão usados na obra do monotrilho. As desapropriações seguem para áreas mais ao norte, na Avenida Jorge João Saad.


Moradora da via, a advogada Maria Costa, de 60 anos, afirma que será uma das pessoas que terá a casa desapropriada. "Aí te pagam 80% do valor, e o resto vira precatório", disse.






Fonte: RF

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