SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em:
Linhas ARTESP atualizadas em tempo real • EA e AG por horário fixo • Ocorrências no @DiariodaCPTM

Os trens e a dança dos discursos


*Éverson Paulo dos Santos Craveiro 


Com a saturação do trânsito em São Paulo e demais regiões metropolitanas paulistas, e a consequente grita geral por mais meios de transportes de pessoas sobre trilhos, Metrô e CPTM estão no centro das atenções.


Essa discussão teve, em boa parte, origem nas falhas e acidentes na CPTM, inicialmente atribuídas - pelo governo do estado, CPTM e “especialistas” a serviço do governo - a fatores humanos. Aos mortos em acidentes foram atribuídas responsabilidades pelas próprias mortes. Ferroviários foram demitidos por justa causa etc.


Esses argumentos perderam eficácia, principalmente quando, em um mesmo dia, Metrô e CPTM apresentaram falhas. Pior para a estratégia escapista adotada até aquele momento, pois, no dia do duplo “apagão”, não havia a quem culpar.


Passaram, sob a batuta aparentemente insuspeita de “especialistas”, a reconhecer “certos limites” no sistema metroferroviário, devido dificuldade de operar e manter o tal “sistema” ao mesmo tempo. A solução foi fechar a circulação de trens da linha 9 em certos horários nos finais de semana.


Se ocorrer outra falha ou acidente nessa linha, resta a explicação que os trabalhos da via não estão concluídos.


Agora, os especialistas apareceram com uma novidade, a ser repetida por governo e gestores da CPTM: a de que serão necessários 10 anos para que o “sistema” funcione a contento.


Enquanto la nave va, colecionamos os argumentos empregados por representantes do governo, CPTM e especialistas, para posterior publicação de um dicionário de argumentos em torno de problemas da CPTM. Está ficando instigante.


*Éverson Paulo dos Santos Craveiro é presidente do Sindicato dos Ferroviários de Trens de Passageiros da Sorocabana (SINFERP)

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