SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Funcionários das linhas 7, 10, 11 e 12 da CPTM decidem entrar em greve

Funcionários de quatro das seis linhas da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) decidiram entrar em greve por aumento salarial a partir da 0h desta quarta-feira (3). Segundo sindicatos, a paralisação será de 24 horas.

Em assembleias realizadas pelos sindicatos que representam trabalhadores das linhas 7-rubi, 10-turquesa, 11-coral e 12-safira foram descartadas as propostas de reajuste oferecidas pela empresa, controlada pelo governo estadual.

Os trabalhadores das linhas 8-diamante e 9-esmeralda ainda estavam em assembleia às 20h desta terça, mas a diretoria do sindicato defende a paralisação.

Em tentativa de conciliação no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) da 2ª Região, na tarde desta terça-feira (2), representantes da CPTM fizeram duas propostas: a primeira de conceder reajuste de 7,72% nos salários e de 10% nos benefícios e a segunda de reajuste de 8,25% nos salários e benefícios.

O TRT sugeriu à empresa elevar a segunda proposta para 8,5%, mas o percentual não foi aceito e a reunião terminou sem acordo. Os trabalhadores pedem reajuste salarial de 9,29%.

"Faltou muito pouco para um acordo, mas a empresa não cedeu. Vamos para a greve porque continuamos sendo tratados como categoria de segunda classe no sistema metroferroviário", disse o presidente do Sindicato dos Ferroviários de São Paulo, Eluiz Matos.

Mesmo sem acordo, o tribunal pediu na reunião que os trabalhadores não entrassem em greve até uma nova tentativa de conciliação marcada para o dia 11.

Uma decisão liminar (provisória) concedida na semana passada pelo vice-presidente judicial do TRT-2, desembargador Wilson Fernandes, determina que seja respeitado um contingente mínimo de trabalhadores em operação em caso de greve.

A decisão determina que 90% dos maquinistas e 70% dos demais funcionários trabalhem nos horários de pico (das 4h às 10h e das 16h às 21h) e que 60% dos total de funcionários atuem nos demais períodos.

Matos diz que a decisão vale para funcionários e para a empresa, e que os trabalhadores estão à disposição da CPTM para discutir como cumprir a determinação. Os sindicatos agendaram novas assembleias para as 14h desta quarta para discutir a paralisação.

Procurada, a CPTM ainda não informou que medidas vai adotar em relação à greve.

O último reajuste da categoria, que tem data-base em março, aconteceu em maio do ano passado e foi de 7,5%. Na ocasião, o acordo com os funcionário foi fechado no dia anterior ao marcado para iniciar uma greve.

A CPTM tem cerca de 8.800 funcionários nas seis linhas de trem na região metropolitana. São transportados em em média 2,8 milhões de passageiros nos dias úteis.

METRÔ

Na segunda, os metroviários fecharam acordo de reajuste salarial com o Metrô, o que evitou a paralisação da categoria nesta terça. Pelo acordo, também feito em reunião no TRT, ficou definido o reajuste de 8,29%, além de 10% nos benefícios vale-refeição e vale-alimentação.

Folha

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