SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em:
Linhas ARTESP atualizadas em tempo real • EA e AG por horário fixo • Ocorrências no @DiariodaCPTM

CBTC e novos trens devem reduzir superlotação

O presidente do Metrô de São Paulo, Sérgio Avelleda, afirmou que a superlotação das linhas da rede metroviária paulistana deve ser amenizada com novos trens e a implantação da tecnologia CBTC (communication-based train control).

A resposta foi dada ao questionamento de como o governo está lidando com o número de passageiros, que aumenta à medida que a rede amplia sua extensão e abre novas estações.

 Caso exemplar é a Linha 2 – Verde, que inaugurou recentemente duas estações (Vila Prudente e Tamanduateí) e teve um aumento expressivo do número de usuários.

De acordo com Avelleda, o governo adquiriu 16 novos trens que já estão em operação na Linha 2 – Verde, sete novos trens para a Linha 1 – Azul e dez para a Linha 3 – Vermelha.

 Além disso, o sistema de sinalização CBTC, que reduz o tempo de intervalo entre trens, está sendo instalado em todas as linhas.

A inauguração das novas estações da Linha 4 – Amarela, chamada de ‘linha da integração’, também deverá ajudar a diminuir a superlotação, segundo o presidente. “Vai distribuir o fluxo. 

O fato é que, quanto mais gente usando o metrô, melhor. Menos trânsito, menos poluição e menos acidentes”, afirmou. Fonte: Revista Ferroviária 

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