SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Sindicato fará assembleia para decidir paralisação

Em estado de greve desde a última sexta-feira, os funcionários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) que trabalham nas linhas que cortam o Alto Tietê, a 11-Coral e 12-Safira, poderão cruzar os braços na próxima semana caso a empresa não atenda às reivindicações da categoria, entre elas o aumento real de 10% no salário, além de reajuste de 7,85%. Se a paralisação realmente acontecer, 980 mil passageiros poderão ser prejudicados diariamente.

 

De acordo com o secretário de Imprensa do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil, Lorival Júnior, os quatro sindicatos que atendem às linhas da CPTM se reunirão amanhã para decidir a data da assembleia geral, por meio da qual poderá ser deflagrada a greve. "Se a CPTM não se manifestar nos próximos dias para negociar nossos pedidos, vamos discutir a paralisação com a categoria", explicou.

 

Além do reajuste salarial, os funcionários, que somam 2,6 mil somente nas linhas 11 e 12, pedem vale-alimentação de R$ 400, sendo que hoje é pago R$ 247; vale refeição de R$ 30, o que renderia um aumento de R$ 5; e ainda reajuste no auxílio materno-infantil para R$ 600. "Nós queremos também melhores condições de trabalho, um quadro maior de colaboradores e mais segurança para a execução dos serviços", completou.

 

No ano passado, a categoria ameaçou parar por diversas vezes, inclusive durante a Copa do Mundo, mas acabou aceitando a proposta da CPTM. A negociação terminou em acordo após a companhia aumentar a proposta de reajuste dos salários de 7% para 7,5%, além de elevar o vale-alimentação de R$ 100 para R$ 247. A última greve geral dos funcionários aconteceu em 2013.

 

 

CPTM

 

A CPTM informou que na última reunião com os sindicatos, realizada dia 8 de maio, a empresa apresentou proposta para as cláusulas econômicas de reajuste de 6,65%. (C.M.)

 

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