SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Justiça determina contingente mínimo em caso de greve do Metrô

O TRT (Tribunal Regional do Trabalho) estipulou na última quarta-feira (20) um contingente mínimo de funcionários que deverão permanecer em operação em caso de greve do metrô na capital paulista.

A categoria decidiu parar a partir da 0h da próxima quarta (27) caso não haja nova proposta salarial.

Segundo o do desembargador Mauro Vignotto, 100% do efetivo deverá manter as operações das 6h às 9h e das 16h às 19h e 70% nos demais horários, sob pena de multa diária de R$ 100mil.

Além dos metroviários, funcionários da CPTM também decidiram em assembleia realizada na noite passada em parar as operações no dia 27.

Até lá, no entanto, as duas categorias esperam negociar com o governo do Estado e farão uma nova assembleia na terça-feira à noite para confirmar a paralisação.

Os funcionários do metrô reivindicam 9,49% de reajuste salarial acima da inflação, além de uma reposição de 8,24%. Segundo o sindicato, o metrô ofereceu 7,21% de aumento à categoria.

Entre as reivindicações, os metroviários também pedem que os 38 funcionários demitidos durante uma greve no ano passado sejam readmitidos pela empresa. O último reajuste salarial dos metroviários, de 8,7%, ocorreu no mês de junho do ano passado.

Já os ferroviários reivindicam reajuste da inflação (7,89%) e mais 10% de aumento real. A CPTM, no entanto, oferece apenas o reajuste de 6,65%. A categoria reivindica tambémpagamento de R$ 5.000 de PPR (Programa de Participação nos Resultados), aumento do vale-alimentação de R$ 247 para R$ 400 e auxílio materno-infantil de R$ 500.

O último reajuste da categoria, que tem data-base em março, aconteceu em maio do ano passado e foi de 7,5%. Na ocasião, o acordo com os funcionário foi fechado no dia anterior ao marcado para iniciar a greve da categoria.

Fonte: UOL.com.br

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