SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Interior de São Paulo terá novo trem turístico

Maria Fumaça percorrerá trecho de 5,5 quilômetros no município de Guararema. 

O uso da malha ferroviária promove a integração regional, diminui a ociosidade de trechos ferroviários e ajuda gerar emprego e renda.

O interior de São Paulo ganhará uma nova opção de passeio turístico. O novo trecho autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) tem 5,5 quilômetros e percorre as estações Central e Luiz Carlos, no município de Guararema. De acordo com a Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF) a previsão é que a locomotiva comece a transportar turistas a partir do segundo semestre.

O trecho autorizado pela ANTT fazia parte da antiga linha que ligava o Rio de Janeiro a São Paulo no início do século XX e está localizado próximo a centros emissores de turistas como as cidades de Mogi das Cruzes e São José dos Campos, além da própria capital paulista. Foram reformados a Maria Fumaça 353, conhecida como “Velha Senhora”, e três vagões de passageiros que terão capacidade para transportar 130 turistas.

As duas estações que compõem o passeio também foram revitalizadas nos moldes das construções originais. Helio Gazetta, diretor administrativo da ABPF Campinas, afirma que a autorização para o passeio é uma conquista para o turismo e para a preservação da história local. “O passeio percorre uma região de montanhas e rios que oferece ao visitante a sensação voltar ao passado, na época das longas viagens de trem”, afirma.

Além de Guararema, há mais 24 autorizações para a operação de trens turísticos. Alguns deles contaram com apoio do Ministério do Turismo para serem implantados. Só para o de São José do Rio Preto, conhecido como Trem Caipira, a pasta repassou mais de R$ 700 mil. Mesmo desativadas, algumas estações ferroviárias atraem turistas e funcionam como polos culturais. 

A estação de Joinville, em Santa Catarina, por exemplo, é hoje patrimônio histórico do estado e ponto turístico da cidade. Ela recebeu R$ 220 mil do MTur para reforma e está aberta para visitações, com entrada gratuita.

O Ministério do Turismo (MTur) já investiu, desde 2004, cerca de R$ 20 milhões na recuperação de estações, implantação de trens turísticos e recuperação de trechos ferroviários, um segmento que ajuda a preservar o patrimônio histórico e movimenta o turismo brasileiro. O uso da malha ferroviária ajuda, ainda, a gerar emprego e renda, promove a integração regional e diminui a ociosidade de trechos ferroviários.

Por Gustavo Henrique Braga/Agência de notícias do turismo.

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