SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Greve: Metrô deve operar nos horários de pico

A determinação foi feita pelo TRT e os operários deverão trabalhar das 6h às 9h e das 16h às 19h

Os metroviários paulistas escalados para os horários de pico, das 6h às 9h e das 16h às 19h, deverão comparecer ao trabalho, na quarta-feira (27) quando a categoria decidiu iniciar uma greve. A determinação é do desembargador Mauro Vignotto, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região, em atendimento a uma solicitação da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô).

Para os demais horários, a Justiça fixou o total de 70% dos trabalhadores em atividade. Caso a medida seja descumprida, haverá a aplicação de multa diária de R$ 100 mil. Em seu despacho, o desembargador levou em consideração a necessidade de manter o serviço essencial à população e também o fato de não tratar-se de uma greve por atraso salarial ou descumprimento de obrigação contratual pelo Metrô.

De acordo com o TRT da 2ª Região,  ao fazer o pedido, o Metrô alegou que “os sindicatos decidiram entrar em estado de greve antes do término das negociações coletivas e vêm participando de ações que descumprem normas de segurança da empresa”. Entre essas normas, a companhia citou a participação da categoria na paralisação geral, no próximo dia 29, contra Projeto de Lei 4.330, que trata das terceirizações.

Na quarta-feira (20), os metroviários e funcionários do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos decidiram parar as atividades a partir do dia 27 de maio. A categoria justificou falta de retorno das empresas sobre as reivindicações salariais. Eles querem um reajuste de 8,24%, enquanto o Metrô oferece 7,21%.

Diário de SP

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