SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
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Diamante
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9Linha 9-Esmeralda
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Esmeralda
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1Linha 1-Azul
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Azul
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2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
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3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
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4h40–0h
Amarela
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Lilás
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15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
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Em Construção
Laranja
Em Construção
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Em Construção
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Aeromovel GRU
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Expresso Aeroporto
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Metroviários de SP ameaçam liberar catracas na 4a. feira

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo ameaçaram nesta segunda-feira que poderão trabalhar com as catracas liberadas na próxima quarta-feira, dia 23, em protesto contra a negativa da Companhia do Metropolitano de São Paulo - Metrô em permitir uma paralisação da categoria. Na data, os metroviários planejavam uma greve para protestar contra a rejeição, pelo governo do Estado, da proposta de reajuste salarial. Mas o Metrô exigiu que 100% da frota trabalhasse a fim de não prejudicar a população paulista que utiliza o transporte público e pode recorrer à Justiça.

De acordo com nota do Metrô, caso haja tentativa de liberação das catracas, a companhia tomará todas as medidas, com apoio de força policial, para garantir a segurança das pessoas e do patrimônio. Mas destacou que se trata de uma prática ilegal, em razão dos danos que pode causar aos usuários do transporte e ao patrimônio público.

Os metroviários reivindicam reajuste salarial de 5,13% e aumento real de 14,99%. O governo estadual, no entanto, apresentou contraproposta de aumento de 4,15%, aumento real de 0,5% e participação nos resultados a partir de fevereiro de 2013.

O sindicato dos Metroviários considerou esses números são inaceitáveis e afirmou que a greve só pode ser evitada com uma segunda proposta, o que não teria ocorrido até a manhã desta segunda-feira, de acordo com o diretor executivo Alexandre Carvalho Leme.

O Metrô esclarece, em nota, que mantém canal de diálogo aberto com as entidades sindicais representativas da categoria e espera chegar a um acordo. Segundo a empresa, uma medida cautelar foi solicitada no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) para garantir a prestação de serviços e evitar prejuízos para os usuários e para a cidade de São Paulo. A Companhia diz ainda que aguarda decisão da Justiça.

Fonte: Estadão


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