SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em:
Linhas ARTESP atualizadas em tempo real • EA e AG por horário fixo • Ocorrências no @DiariodaCPTM

CPTM intensifica uso de ferramenta MicroStrategy

BI ajuda Companhia Paulista de Trens Metropolitanos a reduzir furtos em estação no centro de São Paulo

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) vem colhendo frutos de uma ferramenta analítica da MicroStrategy que, por pouco, não acabou abandonada dentro das estruturas sistêmicas da organização. A tecnologia começou a operar na empresa em 2010. Contudo, devido a abordagem inicial de apenas levar painéis à diretoria adotada na época, caiu em desuso.

O projeto passou por revisão pouco mais de um ano depois da primeira experiência. “Começamos a tratar o assunto mais a sério, identificando possíveis aplicações internas e expandiu o uso”, comenta Nilson Roberto Brito dos Santos, que naquela época passou a ser responsável pela gerência de tecnologia da informação da empresa.

O novo foco consistia em trabalhar mais próximo aos usuários e trocar o parceiro de implementação. Com isso, a ferramenta ganhou corpo na operação. Hoje, a solução é utilizada em cinco grandes projetos dentro da CPTM e toca áreas como finanças, operações, presidência, recursos humanos.

A ferramenta analítica utiliza informações gerenciais para auxiliar a empresa em suas estratégias de negócio através de relatórios detalhados das áreas de custos, segurança operacional, financeiro, coordenação de empreendimentos e saúde ocupacional.

O executivo cita uma aplicação do business intelligence (BI) na área de segurança operacional. A ferramenta dá apoio mapeando toda diversas informações que ocorrem nas linhas. Com um rápido filtro permite extrair informações precisas sobre eventuais ocorrências.

“Com o uso da ferramenta foi possível mapear modalidades de ocorrência e em quais localidades elas aconteciam com mais frequência. Com a utilização da ferramenta, identificou-se que na região do Braz haviam muitos furtos. Foi possível colocar maior monitoramento no local e os registros de furtos caíram consideravelmente”, exemplifica Santos.

Além disso, a tecnologia permite que áreas da companhia criem suas próprias análises e relatórios com informações relacionadas, por exemplo, ao prazo de entrega e data limite de projetos; à quantidade de passageiros pagantes e de passageiros transportados; ao custo contábil e depurado da tarifa por passageiros pagantes; à quantidade de viagens vendidas; ao valor arrecadado; à tarifa média; à quantidade de ocorrências por linha e por milhão de passageiros.

A CPTM possui atualmente 92 estações ativas em seis linhas, que totalizam 260,8 km na sua malha ferroviária. Este sistema faz parte da Rede Metropolitana de São Paulo. O próximo passo traçado pela companhia é levar a ferramenta para plataformas móveis.



FELIPE DREHER


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