SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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CPTM mantém interdições de trechos próximos a favela incendiada


Bloqueio ocorre nas linhas 7 e 8 desde quinta-feira (22) na região central.
Fogo destruiu barracos, causou mortes e atingiu prédio que pode desabar

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) mantém nesta segunda-feira (26) a interdição das suas operações nos trechos das linhas férreas 7, entre as estações Barra Funda e Luz, e 8, entre a Barra Funda e Júlio Prestes, em razão de um incêndio que destruiu uma favela próxima na região central de São Paulo na semana passada. A CPTM informou que aguarda o resultado dos laudos dos bombeiros e da Defesa Civil Municipal para saber se um prédio vizinho às linhas, que foi atingido, corre o risco de desabar.
O bloqueio para a circulação de trens no local permanecia desde a quinta-feira (22), quando o fogo, de causa desconhecida, queimou barracos de madeira da Favela do Moinho e danificou a estrutura de um edifício. A CPTM informa que o prédio onde teve início o incêndio pode desabar. Duas pessoas morreram por conta do incêndio: uma criança e uma mulher.
Ainda, segundo a CPTM, “os trens operam normalmente entre Barra Funda e Jundiaí e entre Barra Funda e Itapevi. A alternativa para quem precisa acessar a região é pelo Metrô nas integrações nas estações Barra Funda e Luz.
Pelas contas da Defesa Civil, dos 600 barracos da favela, 380 foram atingidos. Ao menos 1.500 pessoas perderam as casas. Para os abrigos da Prefeitura só foram 96. A maioria preferiu ficar com parentes ou dormir na rua.

A perícia ainda não sabe o que provocou o fogo. Uma mulher pode ter colocado fogo no seu barraco e ele se alastrado.

Logo depois do incêndio, uma área próxima onde ocorreu a tragédia começou a ser ocupada. E novos barracos começaram a ser erguidos.

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