SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
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Estações ferroviárias podem ser tombadas


Símbolos da modernidade industrial e marcos fundadores de dezenas de cidades, as estações ferroviárias estão ganhando o reconhecimento e a proteção do patrimônio histórico estadual. Já são 66 protegidas em diversas ferrovias e cidades do Estado de São Paulo.
Entre elas, 24 já foram tombadas, como a da antiga São Paulo Railway em Jundiaí. Outras 44 estão provisoriamente a salvo de modificações enquanto seu valor arquitetônico, histórico e cultural é avaliado.
Na semana passada, o Condephaat, órgão estadual do patrimônio histórico, protegeu com abertura de estudo de tombamento 12 complexos ferroviários.
Entre eles está o de Taubaté, inaugurado em 1876, no auge do ciclo do café. Fazia parte do tronco principal da antiga estrada de ferro Central do Brasil, então única ligação entre Rio e São Paulo.
A ferrovia ainda serve ao transporte de carga. Mas, como o transporte de passageiros foi desativado, a estação ficou sem manutenção. Hoje, apresenta problemas estruturais e de conservação.
A Prefeitura de Taubaté afirma que tenta, desde a década de 1980, transferir a propriedade da estação para o município, ainda quando ela pertencia à RFFSA (antiga Rede Ferroviária Federal).
O patrimônio hoje pertence ao governo federal. A cidade tem um projeto para restaurar o local e criar ali um centro cultural em 2012.
Critérios
Há cerca de mil estações ferroviárias no Estado. Segundo o arquiteto José Antonio Zagato, da UPPH (órgão técnico do patrimônio histórico), há diversos critérios para avaliar se uma estação deve ser protegida, entre eles, a relevância para o desenvolvimento da região, suas características arquitetônicas, o estado de conservação dos edifícios, entre outros itens.
Os tombamentos nem sempre se limitam às estações. Em Vinhedo, por exemplo, foram protegidas, em agosto, além da estação, uma cabine de controle e a vila ferroviária com cinco casas.
O tombamento, no entanto, não garante a preservação. Mas, para o secretário de Estado da Cultura, Andrea Matarazzo, “quando uma estação é tombada, ela passa a chamar a atenção, e as prefeituras ficam interessadas em restaurar e transformar as áreas, por exemplo, em centros culturais”.
Fonte: Folha de S. Paulo,

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