SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em:
Linhas ARTESP atualizadas em tempo real • EA e AG por horário fixo • Ocorrências no @DiariodaCPTM

CPTM parabeniza seus 1.400 maquinistas nesta segunda-feira (17/10)


O maquinista comemora seu dia nesta segunda-feira (17/10). A profissão teve origem em 1804, com a invenção da primeira locomotiva a vapor pelo engenheiro inglês Richard Trevithick.

Na CPTM, são cerca de 1.400 profissionais, distribuídos pelas seis linhas, que têm a tarefa de conduzir o trem com segurança e dentro do horário previsto, em cerca de 2.500 viagens todos os dias.

Entre as atribuições da função do maquinista estão o controle de velocidade do trem, a abertura e o fechamento de portas, comunicação com os passageiros e com o CCO, constatação de falhas ou avarias do equipamento, entre outros. Além disso, ele auxilia na realização de testes e manobras e elabora relatórios das viagens realizadas.

Parabéns a esses profissionais que orgulham a CPTM ao contribuírem com o transporte de cerca de 2,5 milhões de usuários diariamente.

História

No Brasil, a profissão chegou em 1854, com a implantação da primeira ferrovia do Brasil, a Estrada de Ferro Petrópolis. Batizada de Baronesa, a locomotiva a vapor fez sua primeira viagem num trecho de 14,5 km entre a Baía da Guanabara e a Raiz da Serra, no Rio de Janeiro.

Ao longo dos anos, a profissão acompanhou a evolução do setor ferroviário e, no lugar de alimentar fornos com carvão, os maquinistas precisam conhecer a avançada tecnologia dos trens atuais.


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