SITUAÇÕES DAS LINHAS
7Linha 7-Rubi
4h–0h
Rubi
Operando
10Linha 10-Turquesa
4h–0h
Turquesa
Operando
11Linha 11-Coral
4h–0h
Coral
Operando
12Linha 12-Safira
4h–0h
Safira
Operando
13Linha 13-Jade
4h–0h
Jade
Operando
8Linha 8-Diamante
4h–0h
Diamante
Operando
9Linha 9-Esmeralda
4h–0h
Esmeralda
Operando
1Linha 1-Azul
4h40–0h
Azul
Operando
2Linha 2-Verde
4h40–0h
Verde
Operando
3Linha 3-Vermelha
4h40–0h
Vermelha
Operando
4Linha 4-Amarela
4h40–0h
Amarela
Operando
5Linha 5-Lilás
4h40–0h
Lilás
Operando
15Linha 15-Prata
4h40–0h
Prata
Operando
6Linha 6-Laranja
Em Construção
Laranja
Em Construção
17Linha 17-Ouro
Em Construção
Ouro
Em Construção
AGAeromovel GRU
16h–0h
Aeromovel GRU
Fora de Operação
EAExpresso Aeroporto
5h–0h
Expresso Aeroporto
Operando
Atualizado em:
Linhas ARTESP atualizadas em tempo real • EA e AG por horário fixo • Ocorrências no @DiariodaCPTM

Trens voltam a circular em São Paulo


As linhas 7-Rubi e 8-Diamante da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) voltaram a funcionar por volta das 6h05 desta terça-feira (3) no Bom Retiro, na região central de São Paulo. Elas estavam parcialmente interditadas desde um incêndio ocorrido na Favela do Moinho em 22 de dezembro, na região central de São Paulo. 

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, fez uma nova vistoria no prédio nesta manhã antes da liberação e afirmou que foi restabelecida "normalmente a circulação de passageiros e cargas" no trecho.

Kassab rebateu as críticas feitas à implosão, já que apenas parte do prédio veio abaixo. “Foram críticas levianas e irresponsáveis. É muito fácil a pessoa fazer uma crítica quando está distante. O objetivo desta ação não era implodir esse prédio. Para a implosão dele e para sua demolição, tanto fazia para a Prefeitura fazer em uma semana, duas semanas, ou um mês. 

O objetivo era o restabelecimento da circulação dos trens. Para isso, nós tínhamos que acabar com o risco de o imóvel tombar para as linhas. Não era necessário fazer uma grande implosão que poderia afetar as linhas além de causar um risco maior para as famílias que moram no entorno", disse. Segundo Kassab, a demolição deve terminar nos próximos dias. Ele não deu um prazo para o término dos trabalhos, afirmando que isso é "indiferente".

Em relação às famílias que tiveram prejuízos com a implosão, a Prefeitura afirma que todas elas serão ressarcidas. Elas devem procurar a Defesa Civil, no telefone 199.

O prefeito estimou no domingo em R$ 3,5 milhões o custo total da demolição. Nesta segunda, informou que o valor inclui também outros trabalhos, como o reaproveitamento do concreto retirado na pavimentação da cidade. Obras em caráter emergencial não têm preço pré-definido. Neste tipo de contratação, o valor é posteriormente auditado e pago. Ele não confirmou que foram usados 800 quilos de explosivos.

Nelson Sampaio, diretor da Fremix Engenharia, calculou que a empresa receberá pela obra daqui a seis meses. Ele disse não saber o preço. “Talvez R$ 2,5, R$ 3 ou R$ 1 milhão. Há uma série de eventos que você não está acostumado. Ás vezes encarece ou diminui o preço da obra”, disse. O custo será apurado, segundo ele, ao final da obra.

Avariadas
Moradores de casas que ficaram avariadas em razão da implosão serão indenizados, segundo Kassab. Ele acrescentou que a estratégia utilizada de demolir apenas os dois primeiros andares levou em conta o risco que uma demolição total e com mais explosivos traria aos moradores do entorno.

G1

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