Foram arrematados 30 lotes, com ágio médio de 16% sobre o valor inicial; trilhos, dormentes e cobre concentraram a maior parte da arrecadação
A CPTM realizou, nesta terça-feira (23), o segundo leilão de materiais inservíveis de 2026, arrecadando R$ 3,69 milhões com a venda de ativos sem utilização operacional. O resultado reforça a gestão eficiente dos recursos da Companhia e consolida os leilões como uma importante fonte de receita não tarifária.
Ao todo, foram arrematados 30 lotes dos 54 disponibilizados no certame. Os materiais tiveram valorização média de 16% em relação aos valores mínimos estabelecidos, demonstrando o interesse do mercado e a competitividade da disputa.
Entre os materiais que mais contribuíram para a arrecadação estão os trilhos ferroviários usados, responsáveis por R$ 1,44 milhão do valor total obtido. Em seguida aparecem os dormentes de madeira, com R$ 838,7 mil, e o cobre, que somou R$ 627,8 mil. Juntos, esses três grupos representam cerca de 80% da receita arrecadada no leilão.
Além do retorno financeiro, os leilões de materiais inservíveis fazem parte das ações de sustentabilidade da CPTM, permitindo que equipamentos e materiais sem uso na operação sejam destinados à reciclagem ou reaproveitamento por outras empresas, contribuindo para a economia circular.
Os lotes que não foram vendidos neste leilão serão incluídos em futuros certames, ampliando as possibilidades de reaproveitamento e destinação adequada dos materiais.
